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Minha dietética vida

segunda-feira, 24 de março de 2008

Quando eu passo muito tempo sem dar as caras por aqui, há uma grande probabilidade de eu estar fazendo dieta. Além de alguns gramas (e o bom humor), as dietas também me fazem perder a vontade de postar.

Mas isso não significa que eu não esteja cozinhando nada. Na segunda passada, por exemplo, fiz três sopas: carne com cenoura, batata, abobrinha, repolho e salsão; frango com berinjela, batata-baroa e abóbora; e creme de abóbora com batata-baroa e salsinha.

Sopas

Na noite de quarta, pincelei com azeite e grelhei fatias de abobrinha, berinjela e cebola. Servi com molho chimichurri, receita da sogra da Sylvia (obrigada, Sylvia! Adorei!).

Legumes grelhados com chimichurri

Em uma tarde modorrenta, preparei muffins de banana e granola para os momentos de desespero.

Muffin de granola

Mas, infelizmente, isso tudo ainda é pouco para a minha mente gorda e saudosa de carboidratos simples e lipídios.

Bolinhos, cookies, cachorro-quente

sábado, 22 de setembro de 2007

Precisei esperar muito para matar minha vontade de sobremesa - só consegui voltar à cozinha à noite, fiquei resolvendo pobremas durante a tarde. repeti algumas receitas que fiz recentemente, todas com sucesso - o bolo de cenoura da Ka e os cookies com gotas de chocolate.

Bolo de cenoura

E, de jantar, para agradar o marido que adora comida bobagenta, fiz um cachorro-quente. Acho que para isso não precisa de receita, né? O meu jeito e preparar é bestíssimo: salsichas de chester cozidas num molho feito com tomates pelados, cebola e alho picadinhos e folhinhas de manjericão. Deite as bichinhas num pão francês, cubra-as com molho de tomate, catchup, mostarda, batata palha e um abraço. Acompanhe com uma coca bem gelada para completar o estrago.

De volta à cozinha

sexta-feira, 21 de setembro de 2007


Ai, gente, confesso - depois que o concurso da Câmara dos Deputados passou, eu ando meio mole para estudar. Também, tanta coisa para fazer... freelas, instalação de blindex na área de serviço, preparativos para as férias (desempregada bem casada tem direito ;-))...

Mas hoje cozinhei, e estava tão bom! Pena que não tirei fotos - a gente acordou cedo e não tomou café da manhã direito, e acabou esganando e comendo antes da foto.

Fiz picanha grelhada com molho de cebolas. A picanha foi emperada com sal e pimenta moídos na hora, mais azeite e alho espremido. Enquanto ela grelhava no grill do George Foreman, preparei o molho de cebolas que apareceu no Cinara's Place (que delícia, hein, Ci?). Ele é bem simples, é basicamente cebola cortada em fatias finas e refogada em azeite até murchar e dourar, seguida de farinha de trigo (1/4 de xícara) e caldo de carne (2 xícaras). Misture bastante com um fouet para não empelotar e veja que maravilha que é - aveludado, ligeiramente adocicado, um luxo.

Para acompanhar, fiz um purê de mandioquinha (batata-baroa ou mandioquinha-salsa). Purezinho besta, mesmo, com manteiga, um pouco de leite, sal e pimenta moídos na hora e uma pitada de noz-moscada. Da próxima vez, vou passar a mandioquinha pelo espremedor para ficar com um purê mais fininho (tenho pregui de lavar o espremedor, por isso uso mais o amassador de legumes). Mas ainda assim ficou bom.

A saladinha que serviu de entrada também merece menção. Fiz com alface americana, folhas do meu pé de alfavaca (uma erva aparentada do manjericão) e couve-flor cozida, cobertas com um molho feito com tomate, cebola e salsão picadinhos, temperados com aceto balsâmico, azeite e sal moído na hora.

Bebemos Stella Artois, para acompanhar. Bom, agora vou parar de escrever e caçar uma sobremesa para terminar esse almoço feliz. Mas à tarde tem mais (e com foto, se tudo der certo!)

É sopa!

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Durante a semana, não tenho muita paciência para preparar almoço para mim (como almoço sozinha, fico sem saco de fazer coisas mais elaboradas). Para que eu não acabe preparando um miojo safado, preparo uma sopona no fim de semana, congelo e vou descongelando um potinho por dia.

A dessa final de semana foi de mandioquinha, cenoura, abobrinha, salsão, tomate sem pele e sem sementes, ervilhas frescas e coxão duro. E, claro, cebola, alho, pimenta e sal moídos na hora para temperar.

Mais do mesmo

domingo, 2 de setembro de 2007

Nesta sexta, enquanto preparava umas bruschettas para comer bebericando um vinho, assei mais uma fornada de muffins com aquela mesma base de aveia, banana e semolina (ainda não conhece? Faça já, que é gostoso e muito saudável. Como todo dia, no café da manhã).

Dessa vez, substituí parte da aveia por coco ralado e usei damasco seco em pedacinhos e macadâmias torradas. Ficaram bonitões, mas ainda não tenho opinião formada em relação ao sabor – comi um hoje de manhã, mas esqueci de aquecê-lo um pouquinho para que ele soltasse mais o gosto. Vou provar outro no próximo café da manhã e conto como foi (aproveito e posto a foto dele).

Renovando risotos

Um dia, vendo um programa de culinária, ouvi o apresentador falar das coisas que não poderiam faltar na despensa. Ele mencionou funghi secchi – um ingrediente que dá um 'tchans' em qualquer prato, basta passar um tempinho na água quente e ele fica hidratado e pronto para uso.

Eu tenho pavor de funghi (aliás, não só eu, né Ka?). Mas gosto de shiitake, e tenho um pacote de shiitakes desidratados no armário. Pois foram eles que salvaram um resto do risoto do Jamie Oliver, que precisava ter uma cara mais atrativa, já que ia ser comido como prato principal, e não como acompanhamento.

Peguei uma porção de shiitakes secos, coloquei numa vasilha com água quente e deixei por uns dez minutos. Depois disso, piquei-os em tirinhas. Na hora de esquentar o resto do risoto, acrescentei aquela água que tinha servido para hidratar os cogumelos. Adicionei o shiitake picado, misturei bem até que tudo fosse incorporado e servi na mesma hora. Ficou bão...

Flash-trash

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Ultimamente (leia-se desde ontem) só tenho preparado coisas trash para comer. Tudo para não perder tempo valioso em que poderia estar freelando e, PRINCIPALMENTE, estudando. Falta um mês para o concurso da Câmara e eu nesse ritmo bunda-mole... isto porque eu nem estudei o que vai cair no TCU, que é deveras mais compliquê.

Um exemplo do meu cardápio flash-trash foi o meu jantar dessa noite. Botei água para esquentar e abri o pacote de Miojo Hot (aquele Miojo metido a valente). Sabe o temperinho do bicho? Misturei num resto de requeijão cremoso que tinha na geladeira, mais catchup, ovo e um pouco da água do cozimento do Miojo.

Escorri o Miojo já cozido e deixei o pobre olhando o movimento da cozinha. Enquanto isso, botei manteiga para derreter e derramei aquele molho estranho na panela. Aqueci um pouco e, ao menor sinal de ovo mexido, taquei o Miojo no meio do rolo. Para completar a confusão, adicionei um parmesão ralado.

Não vou mentir, não - tava bom de verdade. Fiquei triste quando acabou.

De volta às panelas

segunda-feira, 30 de julho de 2007


Primeiro dia de housewife em tempo integral. Comecei o dia fazendo uma boa caminhada. Depois, afazeres de casa (arrumar, lavar, limpar) e, enfim, as panelas!

Como eu havia postado anteriormente, comprei muitos vegetais para salada neste fim de semana. Só que eu morro de preguiça de todo dia lavar alguma verdura ou um legume - se for assim, eu prefiro comer miojo. Então, faço tudo de uma vez. E foi o que eu fiz: pepinos japoneses e rabanetes, depois de lavados, viraram rodelas. Cenouras e beterrabas viraram tiras fininhas. O tomate cereja tomou aquele banho. A manga foi lavada e picada em cubinhos.

A batata, a cebola, o alho e o abacaxi assistiram a tudo de longe, crentes que não era com eles. Mas logo entraram na dança. As batatas foram lavadas, cozidas e amassadas. Amanhã virarão pão. Cebola e alho foram descascados e picados. Parte deles foi pra wok. Parte deles, para uma panela, junto com uma mandioquinha que comprei ontem. E o resto foi para um caldeirão, para virar a base de uma sopinha de legumes e frango. E o abacaxi? Ah, eu só descasquei o bicho. Mas estou aqui, muito pensativa a respeito de um bolo invertido. Veremos o que vai acontecer com ele.


Para o meu almoço, comprei uma bandeja de legumes para yakisoba já lavados e picados. Aqueci um pouco de azeite na wok e joguei os legumes lá dentro. Depois de uns 5 minutos, acrescentei shoyu e mirin (um sakê licoroso). Cozinhei só até que eles ficassem al dente. Servi junto com o salmão com molho de alcaparras do almoço de ontem (do tele-entrega). Ficou tão bom...

Resumo dos trabalhos de hoje: sopa cremosa de mandioquinha, sopa pedaçuda de legumes e frango, vegetais à moda oriental, batatas cozidas e amassadas para pão, muitos vegetais e frutas descascados e prontos para servir. Ufa! Amanhã tem mais!

O dia de hoje na cozinha

sábado, 7 de julho de 2007

Hoje o dia na cozinha não foi lá muito bom, não. Fiz lasanha, mas não gostei muito. Acho que coloquei queijo demais, ficou pesado. Além de tudo, não devia ter usado provolone, que é salgado (fiquei com dó dele, tão sozinho no fundo da geladeira, e ele me traiu. Maldito). Da próxima vez, vou investir num molho mais leve (só de tomates) e maneirar no queijo. Bom, mas para primeira lasanha da vida, não foi de todo mau. O hômi (suspeitíssimo) adorou.

Também fiz um bolo que não deu certo. Queria fazer um bolo de maçã e canela, mas acho que coloquei líquido demais, farinha e ovo de menos, fermento idoso, tudo isso numa assadeira enorme. Em outras palavras, eu pedi mil vezes pra dar errado. Bom, o fato é que o bolo solou gloriosamente, e ficou uma tristeza só. Não sei o que fazer com ele. Tá parecendo um bolo de mandioca.

Numa outra ocasião em que solei um bolo, ralei o infeliz e tentei usá-lo como base para uma torta doce. Mas ficou horrível! Aliás, lembrando agora, o bolo era de laranja... será que o meu problema é com bolo de frutas? Eu só sei de uma coisa. Como eu sou brasileira e não desisto nunca, vou dar um fim no bolo solado (provavelmente não vai ser um fim digno - alguém tem alguma idéia melhor do que o lixo?) e tentar fazer outro.

Hoje tem hot dog? Tem, sim senhor!

terça-feira, 3 de julho de 2007

Oba, oba, mais visita na minha casa. Hoje à noite, recebi a Jana e a Cy (a Sô acabou não indo na última hora) para um cachorro-quente. O tricô rolou solto entre salsichas, pães e molho de tomate. Foi ótimo.

Bom, como cachorro-quente não tem o menor mistério (um bom molho de tomate pedaçudo com muitas salsichas nadando são a essência da coisa), nem vou botar receita aqui. Mas, de vez em quando, até que vale a pena comer uma coisa tão bestinha assim.

Ok, eu estou ficando um fracasso nessa história de fazer registro fotográfico das minhas aventuras na cozinha. Mas é que eu estou esperando ter um tempo em casa para fazer um fundo infinito para fotografar as comidas (tenho até a receita aqui, caso alguém mais queira). Enquanto isso, nada de foto para mim.

Necessidade - a mãe das invenções

domingo, 1 de julho de 2007

É bom ter em casa todos os ingredientes que a gente precisa para fazer uma comidinha. Mas, confesso, não me incomodo nada quando falta alguma coisa e eu preciso inventar - ou, ainda, quando há algo na minha despensa pedindo para ser usado (acho que é quando eu me divirto mais, para falar a verdade).

Hoje, bananas, laranjas e cenouras me imploravam para terem um fim nobre. As bananas viraram muffins (dessa vez, eu não errei o tempo de forno e eles ficaram divinos); as cenouras viraram tirinhas finas, que foram refogadas em alho, cebola e salsa até ficarem al dente; e o suco das laranjas deu sabor a um arroz simples. E como não pode faltar proteína animal nas minhas refeições, fui de franguinho à milanesa da Sadia, preparado no forno. Delícia de almoço.

Em tempo: estou desconfiada de que o queijo que está morando na minha geladeira é um meia-cura. Vou arriscar preparar as queijadinhas durante a semana.

Resumão da produção de hoje

sábado, 23 de junho de 2007

Eu adoro cozinhar. Se for para gente que eu amo, então, o prazer é dobrado. Hoje no almoço recebi a Cy aqui em casa e fiz um penne com molho de tomate e almôndegas de chester, bem singelo. Mas tão bom! Como foi tudo meio às pressas, nem deu tempo de fazer sobremesa. Mas não ia caber, mesmo... também vou ficar devendo foto para este prato.
Em tempo: hoje de manhã, refiz os muffins de banana e aveia. Só que eu esqueci de ajustar o timer do jeito que eu gosto - 10 minutos antes do pedido na receita, só para conferir o estado do assado - e coloquei o tempo total. Resultado: alguns deles queimaram. :(
Ah, hoje também fiz uns croutons com a ciabatta que estava fora da geladeira e acabou pegando bolor (alimento sem conservante tem dessas coisas). Preciso aprender o pulo do gato disso. Na hora que saem do forno, eles ficam gostosos, crocantes na medida certa. Depois, ficam... crocantes demais, fazem um barulho assustador na hora de morder e dão um certo pavor de quebrar os dentes. Onde foi que eu errei? Vou perguntar pro Google.

Carreteiro do meu jeito

domingo, 17 de junho de 2007



Cheguei em casa cheia de fome numa noite dessas e fui consultar minha geladeira. Tinha arroz com alho e salsinha, meio bife de picanha, vinagrete, um embutido de frango.

Poderia ter esquentado tudo no microondas, mas resolvi inventar moda. Piquei a picanha em cubinhos, fiz o mesmo com o pedaço de embutido de frango. Numa panela, fritei as carnes em sua gordura, junto com um pouco do vinagrete (sem o líquido). Depois, acrescentei o arroz, misturei bem e deixei esquentar.

De volta à geladeira, encontrei um queijo do reino tão triste que resolvi pegar um pedaço dele, picar em cubinhos e acrescentar à mistura.

Os mais tradicionalistas podem alegar que isso não é carreteiro de verdade, pois não tem linguiça suína, nem charque. Ainda tem a invencionice da salsinha e do queijo. Mas ficou bom demais.

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