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Colomba pascal com gotas de chocolate

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Aproveitei o ensejo da Páscoa, que se aproxima, e resolvi fazer um pão doce que sempre despertou minha curiosidade (e apetite): a colomba pascal.
Muitas histórias estão ligadas aos símbolos da Páscoa, entre elas, a colomba pascal. Ao norte da Itália, em Lombardia, vilarejo de Pavia, houve uma invasão do exército de Albuíno, o rei dos Lombardos. Um confeiteiro local resolveu preparar um presente para o invasor. Criou um bolo diferente, preparado com ricos ingredientes e assado no formato da pomba da paz. Quando recebeu o presente, o invasor ficou encantado com o sabor do bolo e a sensível ideia e decidiu poupar o vilarejo do ataque. O bolo simboliza a vinda do Espírito Santo.
(Wikipedia)
Segundo a Wikipedia, a colomba, como o seu primo panetone, é um pão doce que tradicionalmente leva cascas de laranja cristalizadas e tem formato de pomba – ou de algo parecido. É compartilhada no domingo de Páscoa e na segunda-feira seguinte.

Para fazer a minha colomba, segui uma receita da querida Laila, do Comidinhas do Bem. Como eu não tinha a forma adequada, usei uma forma redonda de fundo falso com 23 cm de diâmetro e 7 cm de altura. Não usei raspas de laranja porque não tinha laranja em casa (nem disposição de sair para comprar). Também dispensei a canela da cobertura porque queria que o hômi provasse ao menos um pedacinho.

Colomba pascal - o todo
Receita adaptada daqui

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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.

Ingredientes (para uma colomba de 500g):

¾ de colher (sopa) de femrento biológico seco instantâneo
½ xícara de leite morno
2 ½ xícaras de farinha de trigo
2 ovos + 1 gema
½ xícara de manteiga sem sal amolecida
¼ de xícara de açúcar
1 ¼ de xícara de chocolate meio amargo picado ou em gotas
Raspas de laranja (troquei por ½ colher de chá de essência de amêndoas)

Cobertura:
1 clara de ovo
¼ de xícara de açúcar de confeiteiro
½ colher (chá) de canela (usei algumas gotas de essência de amêndoas)

Modo de preparo:


Comece preparando a esponja – numa tigelinha, misture o fermento ao leite e a meia xícara de farinha de trigo. Cubra com filme plástico e deixe crescer por meia hora.

Equipe o multiprocessador com o acessório de faca. No recipiente dele, adicione o açúcar, os ovos, a manteiga e a esponja. Bata até obter uma mistura homogênea.

Troque o acessório de faca pelo acessório para bater massas. Adicione a farinha e processe até que se forme uma bola de massa bem lisa.

Retire a bola de massa do recipiente, acomode em uma tigela grande, cubra com filme plástico e deixe crescer por duas horas (ou até que a massa dobre de volume).

Adicione então o chocolate à massa, cuidando para que ele fique bem distribuído.

Acomode a massa na forma de papel típica (se usar forma metálica, unte e polvilhe com farinha) e deixe crescer novamente, até que ela ocupe quase todo o espaço disponível. Enquanto isso, preaqueça o forno a 180ºC e prepare a cobertura.

Numa tigelinha, acomode a clara de ovo e bata até que ela fique esbranquiçada. Adicione o açúcar, a essência de amêndoas e continue batendo até obter um creme branco. Pincele esse creme em toda a superfície da colomba.

Asse a colomba por 40 minutos ou até que a sua superfície fique bem dourada (a minha chegou a ficar acastanhada). Retire do forno, acomode na grade de resfriamento e deixe chegar à temperatura ambiente antes de servir.

Se você, como eu, usou uma forma de fundo falso, espere que a colomba esfrie um pouco – 10 minutos –, desenforme-a e deixe-a sobre a grade de resfriamento até que chegue à temperatura ambiente.

Colomba pascal - a parte

Observações finais:
  • Eu usei o multiprocessador para preparar a colomba (gostei muito da rapidez!), mas a receita da Laila pede batedeira planetária com batedor em formato de pá.
  • Idealmente, consuma a colomba no dia em que a preparar ou, no máximo, no dia seguinte. Depois disso, ela tende a ficar muito ressecada.
  • Recomendo o uso de um chocolate um pouco mais doce. Usei gotas de chocolate amargo 70% e achei que faltou doçura.
  • Sabe uma coisa que deve ficar gostosa na colomba? Praliné da sua castanha preferida, bem picadinho, tanto na massa quanto na cobertura.
  • No blog de outra querida, a doce e sumida Laurinha, há uma colomba de gotas de chocolate com cobertura de ganache. Alguma dúvida de que deve ficar dos deuses?

Pão de gérmen de trigo e flocos de quinoa

segunda-feira, 12 de março de 2012

Mais uma receita de pão da sempre confiável Sara Lewis. Ela é especialmente boa para quem, como eu, luta para convencer os habitantes da casa de que saudável pode ser gostoso. O pão fica incrivelmente fofo, e o sabor da quinoa é bem discreto.

Pão com gérmen de trigo e flocos de quinoa
Receita levemente adaptada daqui

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Ingredientes:

275 ml de água
2 colheres (sopa) de óleo de girassol (usei óleo de castanha-do-pará)
! colher (chá) de sal
400 g de farinha de trigo
40 g de gérmen de trigo torrado
50 g de flocos de quinoa
1 colher (sopa) de mel
2 1/2 colheres (chá) de fermento biológico seco instantâneo

Modo de preparo:

Numa tigela grande, misture a farinha, o gérmen de trigo, a quinoa e o sal. Faça uma depressão no centro e despeje o fermento, o mel, a água e o óleo (nesta sequência). Com as mãos ou com o auxílio de uma colher de pau, incorpore o líquido à mistura seca até obter uma massa que possa ser trabalhada numa superfície lisa e limpa.

Trabalhe a massa até que ela fique lisa, elástica e homogênea. Forme uma bola, acomode em uma tigela levemente untada, cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Murche então a massa com os punhos e trabalhe-a novamente para extrair o gás acumulado. Modele-a e acomode-a em uma forma média de bolo inglês untada e enfarinhada. Deixe crescer novamente por 40 minutos.

Leve para assar em forno preaquecido a 200ºC por 35 minutos, mais ou menos, ou até que o pão fique com a superfície bem dourada e emita um som oco ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Desenforme e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Observação final:

Oops, I did it again - quem preparou a massa foi a batedeira planetária, eu só adicionei os ingredientes na sequência indicada.

Pão de leite e açúcar mascavo

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012


Fazia tempo que eu não publicava uma receita de pão por aqui. Não porque eu não estivesse mais fazendo pães em casa. É que eu estava preparando sempre os mesmos.

Esta receita saiu de um livro bem legal chamado Pães sem Segredo, de Sara Lewis (se você tem uma máquina de pão, compre djá, que vale a pena). O pão fica ótimo, com casquinha crocante, perfeito para saborear tostadinho, com manteiga.

Pão de leite e açúcar mascavo
Receita ligeiramente adaptada daqui

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Ingredientes:

275 ml de água
2 colheres (sopa) de leite em pó
2 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
1 colher (chá) de sal
475 g de farinha de trigo (usei 375 g de farinha de trigo comum e 100 g de farinha de trigo integral)
2 colheres (chá) de açúcar mascavo claro
1 1/4 de colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo

Modo de preparo:

Numa tigela grande, misture a farinha, a manteiga, o leite em pó e o sal (não tem problema se não ficar uniforme). Faça uma depressão no centro e despeje a água, o fermento e o açúcar. Com as mãos ou com o auxílio de uma colher de pau, incorpore o líquido à mistura seca até obter uma massa que possa ser trabalhada numa superfície lisa e limpa.

Trabalhe a massa até que ela fique lisa, elástica e homogênea. Forme uma bola, acomode em uma tigela levemente untada, cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Murche então a massa com os punhos e trabalhe-a novamente para extrair o gás acumulado. Modele-a e acomode-a em uma forma média de bolo inglês untada e enfarinhada. Deixe crescer novamente por 40 minutos.

Leve para assar em forno preaquecido a 200ºC por 35 minutos, mais ou menos, ou até que o pão fique com a superfície bem dourada e emita um som oco ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Desenforme e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Pão de leite e açúcar mascavo

Observação final:

Contei como se faz o pão manualmente, mas tenho que confessar: quem preparou a massa para mim foi a batedeira planetária - eu só coloquei os ingredientes nela na sequência que descrevi.

Parker House Rolls

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Eu sou uma repetitiva confessa. Até nas minhas confissões de que sou repetitiva. Mas vamos em frente.

Como eu havia contado há alguns posts, estou fascinada pelas publicações da Martha Stewart - até virei assinante da Everyday Food.

Esta receita saiu da edição de novembro. É bem diferente das outras que já vi porque leva sal 'grosso' - coarse salt. É o sal moído na hora, com textura mais grossa do que o sal refinado. Usei sal marinho refinado numa quantidade bem menor. Ficou ótimo.

Parker House rolls
Receita levemente adaptada
daqui


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Ingredientes:

4 1/4 xícaras de farinha de trigo
4 colheres (chá) de coarse salt (ou 1 rasinha de sal refinado)
5 colheres (sopa) de manteiga sem sal, cortada em pedaços, mais 4 colheres (sopa) de manteiga derretida
1 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
1 1/2 colheres (chá) de mel
1 1/2 xícaras de leite integral, em temperatura ambiente
Spray para untar

Modo de preparo:

Vou explicar como preparar usando uma batedeira planetária (que foi a maneira apresentada pela revista), mas pode fazer manualmente, que também dá certo.

Na tigela da batedeira, combine a farinha de trigo, o sal, a manteiga em pedaços, o fermento, o mel e o leite. Com o batedor em forma de gancho, misture a massa em velocidade baixa até que os ingredientes comecem a se unir. Aumente então a velocidade para média e bata até que a manteiga esteja incorporada e que a massa esteja lisa e macia, por volta de 10 minutos.

Unte uma tigela grande com spray (ou com um pouco de óleo vegetal). Modele a massa em formato de bola e acomode-a na tigela, rolando-a para que ela fique untada em toda a sua superfície. Cubra com um pano de prato limpo e úmido e deixe crescer até que a massa dobre de volume (se quiser, também pode deixar a massa crescendo na geladeira durante a noite. De manhã, é só deixá-la um tempo fora da geladeira para que ela chegue à temperatura ambiente).

Unte uma assadeira retangular de 23 X 33 cm com o spray (eu usei uma assadeira redonda de uns 35 cm de diâmetro). Acomode a massa na sua superfície de trabalho e cubra com o pano de prato úmido só para que ela não se resseque. Com uma faca afiada, corte a massa em 24 pedaços, modele em bolinhas (com uns 5 cm de diâmetro) e acomode na assadeira, deixando-as afastadas 1 cm entre si (eu estava sem paciência para pesar a massa, dividir por 24 e cortar pedaços iguais, então fiz de qualquer jeito e obtive 17 bolinhas). Cubra com um pano de prato e deixe crescer até que os pãezinhos comecem a se tocar.

Pincele os pãezinhos com 2 colheres de sopa de manteiga derretida e leve para assar em forno preaquecido a 180ºC por 30 minutos ou até que eles fiquem dourados. Retire do forno, pincele com o restante da manteiga derretida e salpique sal moído. Sirva morninho.

Parker House rolls

Pissaladière (com alho negro e camembert)

domingo, 11 de dezembro de 2011

Nunca tinha provado alho negro, nem feito pissaladière. Matei duas curiosidades de uma só vez ;-)

Para preparar a massa, tomei como referência uma receita d'O Livro dos Pães, de Sara Lewis. Para a cobertura, segui as indicações da Marisa Ono, a produtora do alho negro no Brasil.

Ficou muito, muito saboroso. Mas, de verdade, se você quer descobrir qual é o gosto do alho negro, comece por outro prato em que ele possa brilhar mais. As anchovas têm muita personalidade, tendem a dominar qualquer prato.

Pissaladière

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Ingredientes:

Para a massa:


250 g de farinha de trigo
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de açúcar
3/4 de colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
4 colheres (chá) de azeite de oliva
150 ml de água

Para a cobertura:


4 cebolas grandes em fatias finas
Azeite quanto baste
50 g de filés de anchova em óleo
Pimenta-do-reino e tomilho seco a gosto
1/2 cabeça de alho negro, dentes fatiados
Queijo camembert em pedacinhos

Modo de preparo:


Comece pela massa. Coloque a farinha em uma tigela grande e, mexendo, acrescente o sal, o açúcar e o fermento. Adicione o azeite e, gradualmente, junte água morna suficiente para formar uma massa macia.

Sove bem sobre uma superfície levemente enfarinhada por 5 minutos, até que a massa fique macia e elástica. Coloque a massa de volta na tigela, cubra-a com filme plástico besuntado com óleo e deixe-a em local quente para crescer por 45 minutos ou até que fique com o dobro do tamanho.

Enquanto isso, ligue o forno a 220°C e prepare a cobertura. Deite um fio de azeite numa frigideira grande e refogue as cebolas em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até que fiquem macias e com uma cor mais acastanhada. Junte as anchovas escorridas e picadas, misture bem, prove o sal e adicione pimenta e tomilho a gosto. Deixe esfriar um pouco antes de empregar.

Coloque a massa crescida de volta sobre a superfície levemente enfarinhada e sove bem. Abra com um rolo, formando um retângulo, e coloque em uma forma rasa de 25 x 37 cm, untada. Espalhe-a com as mãos para que ela alcance as extremidades da forma.

Com o auxílio de uma colher, espalhe a cobertura sobre a superfície da massa, deixando uma pequena margem nas bordas. Espalhe por cima os pedaços de queijo e as fatias de alho negro. Deixe crescer por mais meia hora.

Asse a sua pissaladière por uns 15 minutos ou até que ela fique dourada. Corte em retângulos e sirva!

Pissaladière

Focaccia de cebola da Martha Stewart

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Recentemente, vivi uma experiência de conversão. Acessei as revistas da Martha Stewart num iPad e me rendi à excelência da loira. A qualidade técnica de tudo que leva a chancela MS é de cair o queixo. Receitas bacanérrimas, com fotos de vários ângulos, com vídeos de instrução, com versões alternativas... ai, virei fã.

Esta receita foi adaptada da revista Everyday Food de janeiro/fevereiro de 2011. Ela é especificamente da cobertura. Assim, a receita da massa da focaccia que você vê abaixo é a que eu costumo preparar aqui em casa. A revista recomendava utilizar 900 g de massa pronta, mas como éramos só dois para comê-la, fiz metade da receita. Claro, mantive toda a cobertura porque eu sou exagerada.

As fotos mais ou menos não fazem justiça à delícia que é essa focaccia. Prepare e depois me diga o que você achou.

Focaccia de queijo e cebola
Receita adaptada daqui


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Ingredientes:

Para a massa:
250 g de farinha de trigo
135 ml de água
1 colher (sopa) de azeite de oliva extra-virgem
1/2 colher (chá) de açúcar
1/2 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
1/2 colher (chá) de sal

Para a cobertura:
3 colheres (sopa) de azeite extra-virgem
2 cebolas roxas grandes, finamente fatiadas (usei três brancas médias cortadas em meias-luas finas)
Sal e pimenta moídos na hora
1 colher (sopa) de vinagre de cidra (usei balsâmico)
1/2 xícara de queijo pecorino romano ralado (usei muçarela ralada)
1/2 a 1 colher (chá) de pimenta calabresa (toquei por orégano seco)

Modo de preparo:

Numa tigela grande, acomode todos os ingredientes secos. Misture-os bem, faça uma cova no centro e despeje água e azeite nela.

Com as mãos, misture a massa até que ela esteja no ponto de ser sovada. Transfira para a superfície de trabalho bem limpinha (não costumo enfarinhá-la, mas se você sentir necessidade, faça-o com muita parcimônia para não deixar a massa pesada). Sove por uns 5 minutos, até que a massa fique bem lisinha e elástica. Forme uma bola com ela, acomode em uma tigela untada com azeite e deixe crescer em local protegido até dobrar de volume.

Enquanto ela cresce, prepare as cebolas: em uma frigideira grande, aqueça 1 colher de azeite e deite as cebolas. Tempere-as com sal e pimenta-do-reino e deixe refogar por uns 10 minutos, mexendo ocasionalmente para que não queimem. Quando as cebolas estiverem macias e douradas, acrescente o vinagre, misturando bem por um minuto. Desligue o fogo e deixe esfriar um pouco antes de empregar.

A massa cresceu? Com os punhos, aperte-a até sair todo o gás que se acumulou. Em seguida, acomode-a em uma assadeira untada com 1 colher de sopa de azeite, espalhando-a com as mãos. Com o cabo de uma colher de pau, faça buraquinhos em toda a superfície, tomando cuidado para não vará-la. Faça então a cobertura: distribua o queijo sobre a massa, seguido das cebolas, seguido da pimenta calabresa (ou do orégano, no meu caso).

Regue as bordas da massa com o azeite restante e leve ao forno preaquecido a 220ºC até que as bordas estejam douradas.

Retire a focaccia do forno e deixe esfriar na própria assadeira por 5 minutos. Transfira então para uma grade para que ela esfrie até ficar morna. Corte em pedaços e sirva!

Focaccia de queijo e cebola
PS.: Aqui em casa, a focaccia nunca consegue esfriar até ficar morna - ela é atacada assim que sai da assadeira.

Pão de cebola e queijo do reino

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Não sei como é na cozinha de vocês, mas a minha fica em polvorosa (polvorosa de uma pessoa só, diga-se de passagem) às vésperas de uma viagem. A preocupação é acabar com todos os alimentos que não aguentarão de saudades de mim e acabarão perecendo na minha ausência (claro, claro) - frutas, verduras, legumes, leite, iogurte, queijos...

Esta receita foi feita especialmente para acabar com um pedaço de queijo do reino muito sentimental. Já queria testá-la há algum tempo e a ocasião foi perfeita.

O hômi se apaixonou pelos pãezinhos. Também, pudera: são cheirosíssimos, super macios, bons demais. Quando eu mencionei que pensava em congelá-los para que tivéssemos pão caseiro na volta das férias, ele argumentou: 'mas eles vão acabar antes da nossa viagem!'.

Pão de cebola e queijo.jpg 
Receita adaptada deste livro aqui

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Ingredientes:

1 colher (sopa) de azeite de oliva
1 cebola roxa em fatias finas (usei branca, a que eu tinha em casa)
3 colheres (chá) de açúcar
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de mostarda em pó ou preparada (usei 1 colher de sopa de mostarda pronta Heinz)
250 ml de água morna
1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino moída na hora (omiti)
100 g de queijo cheddar ralado (usei 125g de queijo do reino)
425 g de farinha de trigo (usei 375 g de farinha de trigo e 50 g de amaranto em flocos)
1 1/4 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo

Modo de preparo:

Numa frigideira, aqueça o azeite em fogo médio. Adicione as cebolas e deixe que elas refoguem por 5 minutos, até que fiquem macias. Acrescente então uma colher (chá) de açúcar, misture bem e deixe no fogo por mais 5 minutos, até que a cebola caramelize. Reserve.

Numa tigelinha, misture a água, a mostarda, o açúcar e o sal. Em outra tigela maior, misture a farinha (e os flocos de amaranto, se for usar), o queijo e o fermento. Faça uma cova no centro dessa mistura e despeje dentro o líquido. Misture com as mãos ou com uma colher de pau até que a farinha absorva o líquido.

Transfira a massa para a bancada limpa e trabalhe-a até que fique lisa e elástica. Forme com ela uma bola e acomode em uma tigela untada com azeite. Deixe crescer até dobrar de volume.

Feito isso, devolva a massa à superfície de trabalho, trabalhe-a um pouco para extrair o gás que ela acumulou. Está lembrada daquela cebola refogada? Agora é a hora de acrescentá-la à massa, trabalhando bem com as mãos até que ela se incorpore.

Terminada essa etapa, modele seu pão como quiser. Eu fiz 12 bolinhas de 70 g. Acomode em assadeira untada e enfarinhada (usei fubá para polvilhar) e deixe crescer por mais uns 40 minutos.

Leve ao forno preaquecido a 180ºC até que o pão fique com uma cobertura acastanhada bonita. Deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Pão de cebola e queijo

Pão de flocos de amaranto

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Não é segredo para ninguém que o hômi não é um grande fã de alimentos integrais. Para tentar fazê-lo comer um pouquinho melhor, procuro introduzir em todos os pães que preparo um tantico de farelos, de cereais em flocos, de farinhas integrais. Este pão, que leva amaranto em flocos e um pouco de farinha de trigo integral, ele tolera bem. Já fiz algumas vezes e ele come com uma expressão tranquila, sem suspiros de enfado ou cara de choro. E, gente, vindo dele, isso é MUITA COISA.

Nesta receita, inventei moda e testei algo que havia visto num livro de receitas de pães para panificadoras caseiras: usar vitamina C na massa. Segundo tenho lido por aí, a vitamina C ajuda o fermento a trabalhar melhor, principalmente em massas que levam farinhas integrais. Além disso, ela age como um conservante, impedindo a formação de mofo e bactérias. O livro que consultei sugeriu usar 1 comprimido de 250 mg de vitamina C - eu usei 1/4 de um comprimido de 1000 mg. Ah, não era dessas vitaminas efervescentes, não.

Por enquanto, ainda não acertei fazer um exemplar bonito deste pão - não sei se estou sem paciência para modelá-los ou se há algo no processo que não está bem azeitado. Mas, até agora, todos ficam bem gostosos, com casca crocante e miolo macio e leve.

Pão de flocos de amaranto

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Ingredientes:

100 g de farinha de trigo integral
50 g de flocos de amaranto
350 g de farinha de trigo comum
1/4 de comprimido de vitamina C de 1000 mg
1 colher (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
300 ml de água morna
Óleo vegetal para untar a tigela onde o pão crescerá (eu usei óleo de castanha-do-pará)

Modo de preparo:

Numa tigela, una todos os ingredientes secos e misture bem. Sobre essa mistura, despeje a água morna. Mexa a massa com as mãos ou com uma colher de pau até que ela esteja em condição de ser transferida a uma superfície de trabalho bem limpa.

Feito isso, trabalhe a massa com as mãos até que ela fique lisa e elástica. Não é necessário acrescentar mais farinha (pelo menos, não foi necessário aqui em casa, mas eu moro no deserto. Se você morar em um lugar com condições normais de umidade e sentir necessidade, acrescente um pouco - bem pouco - de farinha de trigo comum).

Modele a massa como uma bola a transfira-a para uma tigela untada com óleo vegetal. Role-a dentro da tigela até que toda a sua superfície esteja untada. Deixe que ela cresça até dobrar de volume.

Passada essa etapa, ligue o forno a 180ºC e prepare uma assadeira média de bolo inglês untando-a e enfarinhando-a. Volte com a massa para a superfície de trabalho e aperte-a para extrair o gás que se acumulou. Modele-a e acomode-a na forma de bolo inglês. Deixe que ela cresça até passar da altura da assadeira.

Leve para assar até que o pão faça um barulho oco ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. No meu forno, isso demorou 45 minutos, mais ou menos. Este pão não fica bronzeadinho, portanto, nariz atento na jogada.

Depois de tirar o pão do forno, deixe-o esfriar sobre uma grade. Coma e seja feliz e saudável :-)

Pão de semolina e gérmen de trigo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Este é um pão que eu faço frequentemente aqui em casa. É bem simples, mas faz bonito em sanduíches ou tostadinho, com manteiga ou geleia. A receita é minha e foi inspirada em um pão que o hômi adora - a ‘ciabatta’ do Jamie Oliver (que, de ciabatta, só tem o nome).

Pão de semolina e gérmen de trigo

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Ingredientes:

375 g de farinha de trigo
75 g de semolina de trigo
50 g de gérmen de trigo
1 colher (chá) de sal
3 colheres (chá) de açúcar
1 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
300 ml de água morna
3 colheres (sopa) de azeite

Modo de preparo:


Misture todos os ingredientes secos (inclusive o fermento) em uma tigela. Faça uma cova no centro e despeje a água ali. Trabalhe a massa com uma colher de pau ou com as mãos até que ela tenha consistência suficiente para ser transferida para a superfície de trabalho. Eu costumo trabalhar essa massa sem adicionar nadinha de farinha, mas se isso fizer você se sentir melhor, enfarinhe levemente a superfície de trabalho antes de começar a sovar.

Quando a massa estiver quase no ponto, afunde-a no centro e despeje uma colher (sopa) de azeite nesta cova. Trabalhe a massa até que o azeite seja absorvido. Repita a operação mais duas vezes. Terminada essa etapa, acomode a massa em uma tigela untada com mais um pouquinho de azeite, cubra com filme plástico. Deixe a massa em local protegido de correntes de ar para que ela cresça até dobrar de volume.

Passada essa etapa, extraia o ar da massa trabalhando-a sobre a superfície de trabalho. Molde-a como preferir (eu recomendo fazer um filão e acomodar em forma de bolo inglês média, untada e enfarinhada). Deixe crescer novamente por uns 40 minutos. Enquanto isso, preaqueça o forno a 180ºC.

Leve o pão ao forno até que ele ganhe uma cor acastanhada e que emita um som oco, ao levar pancadinhas com os dedos. Deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Pão de fubá e mel

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Uma noite dessas, estava fuçando o Tastespotting quando deparei com esta receita. Fiquei tão encantada com a combinação de ingredientes que a preparei no dia seguinte, cedinho.

Segui o modo de preparo sugerido na receita - batedeira planetária do início ao fim -, mas tenho certeza de que dá para preparar à mão.

Pão de fubá e mel
Receita adaptada daqui

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Ingredientes (para 1 pão de forma médio):

100 ml de água morna
1 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
1 colher (chá) de açúcar
200 ml de buttermilk morno (eu preparei o meu com 1/2 colher de sopa de suco de limão + leite até completar 200 ml)
3 colheres (sopa) de manteiga derretida
1/4 de xícara de mel
1 colher (chá) de sal
80g de fubá
420g de farinha de trigo

Modo de preparo:

Comece preparando o fermento: numa tigelinha, misture-o à água morna e ao açúcar (de verdade, se você usa fermento biológico seco instantâneo, não é necessário fazer isso, mas resolvi seguir a receita à risca, para variar). Deixe-o sossegado por alguns minutos até que ele espume.

Se não tiver buttermilk industrializado e quiser preparar o seu, coloque num copo medidor 1/2 colher (sopa) de suco de limão e complete com leite até chegar a 200 ml. Deixe quieto por alguns minutos também. Depois, leve ao fogo em uma panelinha só até amornar (vai talhar, mas não se impressione, isso não faz diferença). Reserve.

Na tigela da batedeira, despeje o buttermilk, o mel, e a manteiga derretida. Usando o batedor em forma de pá, bata-os até misturá-los. Acrescente em seguida o sal, o fubá e 1/2 xícara de farinha de trigo. Bata até obter uma mistura cremosa. Acrescente então o fermento. Bata até incorporar.

Neste ponto, eu troquei o batedor em pá pelo gancho e fui acrescentando o restante da farinha, aos poucos, deixando a batedeira 'se virar' para incorporar tudo e trabalhar a massa (ela se saiu muito bem, fiquei até com ciúme).

Quando a massa estiver bonita, uniforme e elástica, retire-a da tigela da batedeira e forme uma bola com ela. Transfira-a para uma tigela grande, untada, rolando-a para que sua superfície fique levemente untada por igual. Cubra com filme plástico e deixe crescer em local protegido até que ela dobre de volume.

Passado esse tempo, extraia o ar da massa com um soco, trabalhe-a um pouquinho só para tirar as bolhas de ar e modele-a como quiser. Eu fiz um rolo e coloquei numa assadeira média de bolo inglês, devidamente untada e polvilhada com fubá. Também pincelei a superfície da massa com um pouquinho de manteiga e polvilhei fubá por cima.

Espere a massa crescer por mais uns 40 minutos. Enquanto isso, preaqueça o forno a 190ºC.

Leve o pão para assar até que ele fique com uma cor dourada bonita, e que faça um som oco ao levar pancadinhas com os nós dos dedos.

Deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Update: Desculpem a loucura momentânea. Esta receita é de pão, e não de bolo, como o título anteriormente sugeria.

Pão de mandioca (sem receita - ainda)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

De vez em quando, quando estou morta de preguiça de enfrentar as panelas, pedimos nosso almoço num delivery de comida nordestina. O problema é que sempre sobra um tantão de mandioca cozida, que fica feito uma assombração, arrastando correntes dentro da geladeira.

Para que isso não aconteça, eu congelo as sobras de mandioca. Depois, descongelo e uso em escondidinhos, purês... e pão!

Para fazer esse pão da foto, descongelei as sobras de mandioca em temperatura ambiente e as aqueci em uma panelinha, com um pouquinho d'água (é preciso fazer isso porque a mandioca fica muito dura quando está gelada). Depois que ela estava quentinha, passei pelo processador junto com um ovo e um tanto de leite. Adicionei sal, açúcar e fermento biológico e bati de novo. Por fim, adicionei farinha de trigo e trabalhei até obter uma massa macia e elástica.

Até anotei as quantidades de cada ingrediente que usei, mas como ainda não repeti a receita para ver se dá certo de verdade, ficarei devendo essas informações por agora. Mas o que eu queria, mesmo, era inspirar vocês a olhar diferente para aquelas sobrinhas que parecem não ter futuro. Quem sabe você não está olhando para o seu próximo café da manhã?

Update: Gente, não acredito que mencionei 'pão da foto' e esqueci de colocar a foto. Sorry!

Pão de mandioca

Batatinha, quando sobra, vira pão na minha mão

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ok, eu sei, esse título foi péssimo. Prometo melhorar numa próxima oportunidade.

No dia em que preparei costelinhas ao molho barbecue, decidi acompanhá-las com umas batatas divinas que vi no blog da Karen, cortadas em rodelas mais finas, gratinadas com creme de leite fresco e queijo (eu usei queijo do reino e parmesão). Ficam deliciosas.

Batatas gratinadas com queijo

O problema é que eu sou exagerada e acabei fazendo mais batatas do que daríamos conta de comer. Para que elas não se transformassem numa sobra interminável, decidi dar um fim bem digno a elas: transformei-as em pão!

Pão de batatas gratinadas

Enquanto preparava o pão, anotei as quantidades dos ingredientes, mas como ainda não repeti a receita, não tenho certeza se dá certo ou se foi sorte de principiante. Assim, deixarei azamigas com a inspiração.

Pão de pesto e azeitonas

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Mais uma receita do livro Pães sem segredo – a preferida do hômi. Ele a elegeu como uma das melhores que eu já fiz ever. E está cheio de sentimentos egoístas em relação à possibilidade de dividi-lo com quem quer que seja.

Pão de pesto e azeitonas inteiro
Receita vista em Pães sem segredo, de Sara Lewis

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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.

Ingredientes (para 1 pão de 750g):

200ml de água morna
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (chá) de sal
425g de farinha de trigo
1 colher (chá) de açúcar refinado
1 1/4 de colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
2 colheres (sopa) de molho pesto (usei um pesto que fiz em casa e congelei)
125g de azeitonas descaroçadas, picadas e bem drenadas (seque-as apertando entre folhas de toalha de papel)

Modo de preparo:

Numa vasilha grande, misture a farinha, o açúcar e o sal. Faça uma cova no meio e despeje a água morna e fermento. Misture com uma colher de pau (ou com as mãos) até que a massa fique com cara de mingau. Adicione o azeite, as azeitonas e o pesto e trabalhe a massa até que ela esteja em condição de ser transferida para uma superfície levemente enfarinhada. Sove até que ela fique macia.

Forme uma bola com a massa e devolva à vasilha levemente untada com um pouquinho de azeite. Cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Feito isso, extraia o ar da massa com os punhos, abra-a na superfície de trabalho, enrole como rocambole e acomode em forma de pão untada e polvilhada com farinha de trigo. Cubra com um filme plástico e deixe crescer novamente até quase dobrar de volume outra vez.

Asse em forno preaquecido a 200ºC até que o pão fique com uma cor bonita e emita um som oco ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Tire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Pão de pesto e azeitonas cortado

Pão de aveia e mel

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Poucos lugares me metem mais medo do que uma livraria. Porque sei que vou me perder por horas dentro dela. E que sairei carregada de novas aquisições. E que essas novas aquisições já não terão lugar no espaço que reservei aos livros de culinária, e que se espalharão pela casa toda. Mas como resistir a mais um livro sobre pães?

Esta receita saiu do livro “Pães sem segredo” (Sara Lewis), minha mais recente aquisição. As receitas são específicas para máquina de fazer pão, mas são legais que eu quis levá-lo pra casa mesmo sem ter uma. AINDA :-P

Pão de aveia e mel inteiro
Receita vista em Pães sem segredo, de Sara Lewis

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Ingredientes (para 1 pão de 750g):


275ml de água morna
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (chá) de sal
200g de farinha de trigo
250g de farinha de trigo integral
50g de flocos de aveia
1 colher (sopa) de mel
2 3/4 colheres (chá) de fermento biológico seco instantâneo

Modo de preparo:


Numa tigelinha, dissolva o mel na água morna. Reserve.

Numa vasilha grande, misture as farinhas, a aveia e o sal. Adicione a manteiga e trabalhe-a com as mãos até obter uma textura semelhante a uma farofinha. Feito isso, faça uma cova no meio dessa mistura e despeje o fermento e a água com mel. Misture os ingredientes com a mão ou com uma colher de pau até obter uma massa que possa ser trabalhada numa superfície levemente enfarinhada. Sove até que ela fique macia.

Forme uma bola com a massa e devolva à vasilha levemente untada com um pouquinho de óleo de canola. Cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Depois disso, extraia o ar da massa com os punhos, abra-a na superfície de trabalho, enrole como rocambole e acomode em forma de pão untada e polvilhada com farinha de trigo. Cubra com um filme plástico e deixe crescer novamente até quase dobrar de volume outra vez.

Asse em forno preaquecido a 200ºC até que o pão fique com uma cor castanha bonita e emita um som oco ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Tire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Focaccia de batatas

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Focaccia de batata

Como eu sou uma pessoa muito repetitiva, vou contar novamente que detesto desperdiçar comida. Por causa disso, meu freezer é cheio de pacotinhos misteriosos de sobras.

Em minha última incursão ao mundo das sobras congeladas, descobri um pacote de batatas amassadas. Como ia receber duas amigas para um vinho, resolvi dar um fim digno àquela sobra preparando focaccia de batatas.

A receita da massa, vi há muito tempo, no Quiche de Macaxeira. Adaptei as quantidades ao tanto de batata que tinha em casa e fiz a cobertura com o que a geladeira ofereceu. Também adaptei o modo de preparo (fiz manualmente). De qualquer forma, ficou uma delícia e acabou num instante.

Focaccia de batata - miolo
Receita adaptada daqui

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Ingredientes:

Para a massa:

2 batatas médias
500 g de farinha de trigo
1 colher (chá) de sal (usei granulado)
1 1/2 xícara de água morna
1 1/2 colher (chá) de fermento biológico seco
2 colheres (sopa) de azeite de oliva extra-virgem
2 colheres (sopa) de pesto

Para a cobertura:

1 cebola média cortada em meias-luas
Um punhado de azeitonas (se usá-las sem caroço, esprema-as entre toalhas de papel para que o excesso de umidade não faça a massa desandar ao redor delas)
Um punhado de tomatinhos sweet grape (pequeninos e doces, diliça)
Alho em flocos
Alecrim seco
Sal em flocos (ou sal grosso moído)
Pimenta moída na hora
Um fio de azeite

Modo de preparo:


Como eu já tinha batatas cozidas no freezer, apenas descongelei-as no microondas e usei. Se este não for o seu caso, cozinhe as batatas em água com sal e esprema-as ainda quentes. Espere esfriar um pouco antes de usar para não matar o fermento.

Numa tigela grande, misture as batatas mornas, a água, o sal, o açúcar e o fermento até obter um mingau grosso. Acrescente o azeite e o pesto e mexa bem. Despeje a farinha sobre a mistura e trabalhe-a bem com as mãos até obter uma massa grudenta, mas que possa ser sovada em uma superfície de trabalho levemente enfarinhada. Tenha paciência com ela e procure não acrescentar mais farinha para desgrudá-la logo das mãos.

Quando a massa estiver lisa e bonita, acomode-a numa tigela grande untada com azeite, cubra com um filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Devolva a massa à superfície de trabalho, extraia o ar que se acumulou nela, molde-a num formato oval e chato (cerca de 2 cm de altura) e deite-a numa forma de pizza previamente untada e enfarinhada. Deixe-a descansar de novo coberta com um pano de prato úmido por uns 20 minutos para que ela cresça de novo.

Agora é hora da cobertura. Espalhe um fio de azeite por toda a superfície da focaccia e espalhe bem. Com o cabo de uma colher de pau, faça furos espaçados na massa. Em alguns deles, acomode os tomatinhos; em outros, as azeitonas bem secas. Acomode também as meias-luas de cebolas. Salpique tudo com sal em flocos, pimenta-do-reino moída na hora, alecrim seco e alho granulado.

Leve para assar em forno preaquecido a 180ºC até que a focaccia adquira uma bela cor dourada. Retire-a do forno, deixe que ela esfrie por 15 minutos e devolva-a ao forno por mais 5 minutos, só para ela ficar mais sequinha. Sirva-a quentinha, acompanhada por um bom azeite e um pouco de vinagre balsâmico. E vinho, claro :-)

Pão da Tia Zeci

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Pão da tia Zeci

Não é a primeira vez que escrevo sobre a tia Zeci. Há quase dois anos, ela não está entre nós – mas só fisicamente. Não há um só dia em que ela não frequente as nossas lembranças.

Este pão saiu do caderninho de receitas dela. Eu o preparei atendendo a um pedido de minha comadre, para que ela pudesse relembrar como se sova uma massa de pão.

Fiquei feliz por ser uma padeira um tiquinho mais experiente – se eu tivesse testado essa receita há alguns anos, ficaria apavorada com a massa enorme e grudenta e estragaria a textura do pão usando mais farinha do que o necessário.

No final, deu tudo certo. Três pães enormes, fofíssimos e muito cheirosos saíram do forno e fizeram a alegria do nosso lanche.

À noitinha, enquanto guardávamos o pedaço restante do pão, é que atentamos para o dia em que preparamos esta receita – 2 de novembro, o dia em que se homenageiam aqueles que já partiram. Quer melhor forma de homenagear uma cozinheira de mão cheia do que preparar uma de suas receitas preferidas? ;-)

Pão da tia Zeci cortado
As cores das fotos estão bem diferentes porque elas não foram tiradas nas mesmas condições de luz (há um lapso de um dia entre elas). Mas é o mesmo pão :-P

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Ingredientes (para 3 pães de aproximadamente 800g, cada):

600ml de leite morno (usei leite semidesnatado)
50g de fermento biológico fresco (usei 17g de fermento biológico seco instantâneo)
3 ovos inteiros (usei de ovos de galinha caipira orgânica)
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de óleo (usei canola)
1 colher (sopa) rasa de sal
1 kg de farinha de trigo peneirada (e mais um pouco para ajudar na sova - devo ter usado uns 100g)
Manteiga e farinha de trigo suficientes para untar as formas

Para pincelar os pães antes de levar ao forno:
1 gema misturada a 1 colher (sopa) de água

Modo de preparo:

Numa tigela grande, peneire a farinha, faça uma cova no meio e reserve.

Feito isso, no liquidificador, bata os seis primeiros ingredientes da lista – leite, fermento, ovos, açúcar, óleo e sal.

Despeje o líquido batido no meio da farinha e vá misturando com os dedos ou com uma colher de pau até obter uma massa grudenta. Feito isso, transfira a massa para uma superfície enfarinhada e capriche na sova. No começo dá desespero porque a massa é muito volumosa e gruda até na alma, mas força na peruca. Se quiser, peça ajuda ao Bertinet, que ele sabe das coisas. O importante é resistir à tentação de encher de farinha. Eu acabei acrescentando um pouco mais – perto de 100g.

Quando a massa estiver lisinha e elástica, coloque-a novamente em uma tigela grande levemente untada com óleo. Cubra com filme plástico e deixe crescer até que a massa dobre de tamanho.

Passado esse tempo, retire a massa da tigela, divida-a em partes e extraia o ar de dentro delas. Por que dividir em pedaços? Porque a massa é gigante, se não dividir, não dá para extrair o ar devidamente. Depois disso, é hora de modelar o pão do jeito que você preferir. A tia fazia um montão de pãezinhos redondos. Eu, que sou preguiçosa, dividi a massa em 3 partes iguais e modelei três pães de forma, que acomodei em formas de 31cm x 12,5cm untadas e enfarinhadas. Cobri os pães com um pano de prato úmido e deixei crescer novamente até que eles se projetassem para fora da forma.

Antes de levar os pães ao forno, pincele-os com a gema misturada com água. Não exagere nesse banho de ovo, senão o pão gruda na forma. Asse-os em forno preaquecido a 190ºC por mais ou menos 50 minutos. Assim que tirá-los do forno, desenforme-os e verifique se eles emitem um som oco quando levam pancadinhas no fundo. Se não fizerem, devolva ao forno por mais uns 10 minutos. Deixe esfriar sobre uma grade por, pelo menos, meia hora antes de comer.

Pão de castanha-do-pará

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Desde que me conheço por gente, eu como castanhas-do-pará. No começo, elas eram do Pará mesmo - chegavam até a minha casa em fardos carinhosamente trazidos por parentes maternos, junto com camarões secos e a farinha de tapioca mais leve e delicada que eu já comi.

Hoje em dia, as castanhas-do-pará são chamadas de castanhas-do-brasil e podem ser facilmente encontradas em supermercados. No mercadinho de produtos orgânicos perto de casa, eu costumo comprar óleo dessas castanhas.

As castanhas-do-pará deixaram de ser exóticas. Mas, para mim, sempre lembrarão visitas distantes, umidade e um cheiro verde e fresco, que só a terra de minha mãe tem.

Pão de castanha-do-pará
Receita inspirada num pão de nozes que a Akemi fez

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Ingredientes:

1 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
1 colher (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (chá) de sal
300 ml de água
350g de farinha de trigo branca
150g de farinha de trigo integral
2 colheres (sopa) de óleo de castanha-do-pará
100g de castanhas-do-pará picadas grosseiramente

Modo de preparo:

Numa vasilha grande, misture as farinhas e o sal. Faça uma cova no meio e despeje o açúcar mascavo, o fermento e a água (se você estiver em um local frio, use água morna). Misture com uma colher de pau (ou com as mãos) até que a massa fique com cara de mingau. Adicione o óleo e as castanhas e comece a trabalhar a massa até que ela esteja em condição de ser transferida para uma superfície de trabalho levemente enfarinhada. Sove até que ela fique macia.

Forme uma bola com a massa e devolva à vasilha levemente untada com um pouquinho de óleo de castanha-do-pará. Cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Feito isso, extraia o ar da massa com os punhos, abra-a na superfície de trabalho, enrole como rocambole e acomode em forma de pão untada e polvilhada com fubá ou farinha de trigo. Cubra com um filme plástico e deixe crescer novamente até quase dobrar de volune outra vez.

Asse em forno preaquecido a 200ºC até que o pão fique com uma cor castanha bonita e emita um som oco, ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Tire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Observações finais:

*Eu optei por adicionar as castanhas picadas junto com o óleo porque achei que elas ficariam incorporadas à massa mais facilmente. Se você achar incômodo sovar uma massa cheia de pedacinhos duros, deixe para adicionar as castanhas depois, com a massa já sovada, como a Akemi ensina.

* Este é um pão recomendado apenas para quem gosta de castanhas-do-pará (tolerá-las não é o suficiente). Embora a massa tenha sabor suave, as castanhas estão por toda parte - quem não gosta delas (feito o hômi), torce o nariz.

Pão de gérmen de trigo e mel

terça-feira, 5 de outubro de 2010

O hômi sempre dá um discreto suspiro de desânimo diante de um pão integral - o desgosto é mais forte do que ele. De um modo geral, integrais não têm muito espaço em suas preferências. Talvez o leite integral, o creme de leite integral, e olhe lá.

Na tentativa de fazê-lo comer melhor, já testei seu gosto por vários farelos e flocos saudáveis - linhaça, farelo de trigo, quinoa em flocos, amaranto em flocos... por enquanto, um dos que teve melhor aceitação foi o gérmen de trigo.

Vamos então a um pão que ele gosta!

Pão de gérmen de trigo
Receita d'O livro dos pães, de Sarah Lewis

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Ingredientes:

475g de farinha de trigo
50g de gérmen de trigo
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de manteiga
1 1/4 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
2 colheres (chá) de mel claro
275ml de água
1 gema de ovo, para pincelar
2 colheres (sopa) de sementes de gergelim

Modo de preparo:

Coloque a farinha, o gérmen de trigo e o sal numa tigela grande, acrescente a manteiga e friccione com as mãos até obter uma farofinha. Mexendo, acrescente o fermento, depois o mel e, gradualmente, junte a água morna para formar uma massa macia.

Sove bem sobre uma superfície levemente enfarinhada por 5 minutos, até que a massa fique macia e elástica. Coloque a massa de volta na tigela untada com um pouco de azeite, cubra com filme plástico e deixe crescer até que ela dobre de tamanho.

Coloque a massa de volta sobre uma superfície levemente enfarinhada e sove bem. Enrole a massa, dando um formato oval de cerca de 23cm de diâmetro e transfira para uma assadeira untada (eu coloquei em uma forma de pão). Faça cortes na parte superior da massa com intervalos de 2,5cm usando uma faca afiada.

Cubra com filme plástico besuntado com óleo, sem apertar, e deixe em local quente para aquecer por 30 minutos ou até que a massa aumente pela metade novamente.

Pincele com a gema de ovo misturada com 1 colher (chá) de água e asse em forno preaquecido a 200ºC por 10 minutos. Retire do forno e pincele novamente com a gema e salpique com as sementes de gergelim. Asse por mais 15 a 20 minutos ou até que o pão fique bem dourado e pareça oco ao receber leves batidas com as pontas dos dedos.

Retire o pão do forno, deixe esfriar sobre uma grade e coma!

Pão de aveia e soro de iogurte

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Pão de aveia e soro de iogurte
Minha câmera está precisando de revisão. Dá pra notar? :-P

VH-San é um menino sabido e cheio de boas ideias. Há uns meses, ele ensinou a fazer iogurte natural na garrafa térmica. Eu aprendi e agora tenho sempre uma garrafinha cheia na geladeira. Foi ele também que me deu uma dica preciosa de como usar um bocado de soro de iogurte que sobrava na geladeira.
No twitter:
- “Você que é um menino sabido, existe algum uso digno para o soro do iogurte?”
- “Eu nunca usei, mas é comum no preparo de drinks (smoothies, lassi), beber direto e pra assados (bolachas/biscoitos)”
- “Como se fosse buttermilk?”
- “Isso! só que o soro do iogurte é mais ralinho”
Depois disso, saí à caça de uma receita que usasse buttermilk. A que me fisgou, claro, foi de pão :-)

Fiz algumas adaptações na receita original (a principal delas foi trocar buttermilk por soro de iogurte :-P). O resultado foi justinho como a autora da receita contou: um pão de forma muito cheiroso, perfeito para sanduíches e para torradas.

Pão de aveia e soro de iogurte - cortado
Receita adaptada de Antonia James, que a publicou no food 52.

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Ingredientes:


1 colher (chá) bem cheia de fermento biológico seco instantâneo
240 ml de soro de iogurte
75 g de aveia em flocos médios
20 g de manteiga sem sal
60 ml de mel
1 ½ colher (chá) de sal
425 g de farinha de trigo
¼ de colher (chá) de bicarbonato de sódio – não deixe de usar
Azeite de oliva para besuntar a massa antes de assar
Fubá e manteiga para a assadeira

Modo de preparo:


Numa tigela grande, misture a farinha, o sal e a aveia. Adicione a manteiga, ainda sólida, e misture com as mãos até obter uma farofinha. Em seguida, some o bicarbonato e o fermento, misturando bem. Reserve.

Em outro recipiente, dissolva o mel no soro de iogurte. Feito isso, despeje esse líquido na mistura de farinha de trigo. Trabalhe a massa com as mãos até obter uma massa bonita e lisa. Forme uma bola com ela e deixe crescer em um recipiente untado com azeite, coberto com filme plástico, até dobrar de volume.

Com o punho fechado, extraia o ar da massa crescida. Abra-a como um retângulo e enrole-a como um rocambole bem apertadinho. Besunte o ‘rocambole’ com azeite e coloque-o numa assadeira de bolo inglês untada com manteiga e polvilhada com fubá (polvilhe o topo da massa com um pouquinho de fubá, se quiser. Fica bonito).

Deixe crescer novamente até encher a assadeira. Leve para assar em forno preaquecido a 190ºC até que fique moreninho. Desenforme e deixe esfriar sobre uma grade.

Pão integral com tomilho

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Eu busco sinceramente, do fundo do meu coração, comer de maneira mais saudável. Mas, digamos assim, a adesão aqui em casa nem sempre é das melhores. Por isso, quando um pão integral recebe um “que gostoso!” e é comido mais de uma vez ao dia, fico com vontade de dividir a receita com vocês :-)

Acho que o ‘tchans’ desse pão é o tomilho seco. Tomilho, aliás, é uma das minhas ervas preferidas. Tem folhas pequeninas, mas muita personalidade. Ainda hei de cultivá-lo em casa (os que eu plantei morreram, coitados). Se você não gostar de tomilho (como assim, Bial? :-P), recomendo usar outra ervinha seca, como o orégano.

Pão integral com tomilho

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Ingredientes:

300g de farinha de trigo comum
200g de farinhas integrais (eu usei 100g de farinha de trigo integral, 70g de farinha de aveia e 30g de linhaça dourada)
1 colher (sopa) de manteiga
300ml de água
1 colher (chá) bem cheia de açúcar mascavo
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento seco instantâneo
2 colheres (sopa) de óleo de castanha do pará (também dá para usar azeite de oliva)
1 colher (sopa) de tomilho seco

Modo de preparo:


Em uma tigela grande, coloque as farinhas e a manteiga. Com os dedos, vá incorporando a manteiga às farinhas até que fique parecendo uma farofa. Feito isso, despeje os demais ingredientes na tigela e misture até obter uma massa. Transfira-a para a superfície de trabalho bem limpinha e sove até que ela fique lisa e elástica. Modele-a em forma de bola, coloque-a em uma tigela grande (coloque azeite no fundo da tigela e ‘rebole’ a massa lá dentro até que ela fique toda untada). Cubra a tigela com um filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Depois que a massa crescer, soque-a para extrair o gás que se formou e modele-a como preferir. Ultimamente, tenho usado sempre o mesmo método: modelar a massa em formato de bola e deixar crescer dentro de uma forma refratária com tampa (a forma foi untada com azeite e polvilhada com fubá). Enquanto a massa cresce, ligar o forno a 230ºC . Quando ela dobrar de volume, levar para assar tampada, por 25 minutos. Passado esse tempo, tirar a tampa e devolver ao forno por mais 20 minutos.

Deixe que o pão esfrie por meia hora sobre uma grade antes de comer.

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