Queijadinhas - eu fiz!

domingo, 15 de julho de 2007


Dia de final de Copa América, Brasil X Argentina, quem disse que eu conseguia ficar quieta? resolvi testar uma receita para dar uma acalmada nos nelvos. A queijadinha da Akemi. A receita é boba, de tão fácil. Bata no liquidificador 4 colheres de sopa de queijo minas meia-cura ralado, 4 ovos e uma lata de leite condensado.

Enquanto isso, hidrate 3 xícaras de chá de coco ralado (isso dá uns 200g) com 4 colheres de sopa de água - eu usei 10 colheres de água de coco, ficou legal.

Sabe aquele líquido que você bateu no liquidificador? Misture com o coco e despeje em forminhas individuais (como eu tenho uma assadeira de muffin, coloquei forminhas de papel nos buraquinhos e despejei a massa nelas, sem untar nem nada). Leve para assar em forno preaquecido a 200 graus até as bichinhas corarem.

Duas dicas importantes: resista à tentação de encher demais as forminhas. Por algum motivo que eu desconheço, o trem cresce. Segundo: verifique em intervalos curtos se as queijadinhas já estão coradinhas. Como eu não cumpri nenhuma das duas regras, minhas queijadinhas transbordaram ligeiramente e deram uma queimada. A culpa foi toda do Maicon, que demorou a bater o lateral. =)

Na verdade, acho que a temperatura do forno podia ser menor. Da próxima vez, vou testar forno mais fraco.

Avaliação final: mesmo queimadinhas, as queijadinhas ficaram uma delícia. É tão fácil de fazer que chega a ser covardia. E o Brasil ainda ganhou, é mole?

Rolinhos de canela - eu fiz!

Rolinho de canela

Eu já estava ficando com vergonha do tanto que a minha pilha de receitas "a conferir" estava crescendo. Por isso, resolvi tomar vergonha e fazer uma delas ontem à noite. Fui de cinnamon rolls. A receita está aqui, para quem quiser tentar também. Vou contar, portanto, só sobre a minha experiência.

Segui rigorosamente as indicações da receita, sem grandes invencionices. Só substituí o leite por leite desnatado, o cream cheese da cobertura por cream cheese light e o açúcar comum por açúcar orgânico.

A Akemi, do Pecado da Gula (o blog de onde eu tirei essa receita), disse que não era preciso acrescentar mais farinha - os 200g indicados na lista de ingredientes são suficientes, o negócio é sovar bastante para que o excesso de líquido evapore. De fato, dá certo. Mas, se eu fosse você, eu tiraria a batedeira planetária do armário e bateria a massa com ela. Se você fizer à mão, vai demorar. E vai exigir muito da sua fé.

Minha principal dificuldade foi na hora de enrolar a massa feito rocambole. Não consegui deixar o rolo bem apertadinho, e ele acabou ficando com uma forma meio engraçada. Também fiquei com a pulga atrás da orelha em relação à cobertura - enquanto você não a coloca sobre os rolls, ela tem uma cara esquisita e pouco apetitosa. É gostosa, mas como a Akemi, acho que um pouco mais de cream cheese e um pouco menos de margarina não iam fazer mal.

Ah, outra recomendação: pode diminuir um pouco a quantidade de recheio (uns 25% menos não farão muita falta). Quando fiz, ontem à noite, sobrou um tanto que eu tive que jogar fora.

Por fim, o gosto: é bem bom, parece um pão doce recheado com canela. Fica mais gostoso quentinho - a massa fica bem macia.

Rolinho de canela

Minha avaliação: bom, mas trabalhoso. Acho que vou demorar a repetir a façanha.

As vacas antiecológicas

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Tô passada e engomada. As vacas – sim, elas, mesmo – são responsáveis por até 25% das emissões de metano produzidas pelas atividades humanas, incluindo a pecuária.

Ou seja – aquele iogurtezinho, o leitinho, o queijinho, o bifinho, tudo isso que a gente consome tão frequentemente pode contribuir indiretamente para o aquecimento global.

O que acontece é que as vacas e seus parentes ruminantes têm bactérias no estômago que transformam o capim em gás, que depois é liberado para a atmosfera daquela forma que você já imaginou. Só que o gás que elas fabricam – o metano – é muito pior que o dióxido de carbono no que diz respeito ao efeito estufa! É mole?

Bom, há pesquisas que indicam que, se a dieta das vaquinhas tiver níveis mais altos de açúcar, haverá redução da emissão de metano. Para isso, é preciso cultivar pastagens que tenham um capim mais docinho.
Bom, enquanto essas modernidades não chegam ao Brasil, vou fazer um esforço para diminuir a quantidade de carne vermelha e laticínios que eu consumo. Mal não há de fazer.

Leia a matéria que saiu no UOL a respeito disso.

Mais uma fornada

domingo, 8 de julho de 2007

Mais uma fornada

Hoje eu ia fazer cinnamon rolls, mas fiquei com uma preguiça enorme depois de uma fornada de pão de batata (o estoque caseiro estava no final, tinha que repor). Sem falsa moléstia, os pães ficaram uma beleza. Dessa vez, segui o conselho da Ka e surrei os infelizes sobre a minha bancada de granito limpíssima.

Ando muito tediosa, preparando sempre as mesmas receitas. Vou tratar de mudar isso durante essa semana.

O dia de hoje na cozinha

sábado, 7 de julho de 2007

Hoje o dia na cozinha não foi lá muito bom, não. Fiz lasanha, mas não gostei muito. Acho que coloquei queijo demais, ficou pesado. Além de tudo, não devia ter usado provolone, que é salgado (fiquei com dó dele, tão sozinho no fundo da geladeira, e ele me traiu. Maldito). Da próxima vez, vou investir num molho mais leve (só de tomates) e maneirar no queijo. Bom, mas para primeira lasanha da vida, não foi de todo mau. O hômi (suspeitíssimo) adorou.

Também fiz um bolo que não deu certo. Queria fazer um bolo de maçã e canela, mas acho que coloquei líquido demais, farinha e ovo de menos, fermento idoso, tudo isso numa assadeira enorme. Em outras palavras, eu pedi mil vezes pra dar errado. Bom, o fato é que o bolo solou gloriosamente, e ficou uma tristeza só. Não sei o que fazer com ele. Tá parecendo um bolo de mandioca.

Numa outra ocasião em que solei um bolo, ralei o infeliz e tentei usá-lo como base para uma torta doce. Mas ficou horrível! Aliás, lembrando agora, o bolo era de laranja... será que o meu problema é com bolo de frutas? Eu só sei de uma coisa. Como eu sou brasileira e não desisto nunca, vou dar um fim no bolo solado (provavelmente não vai ser um fim digno - alguém tem alguma idéia melhor do que o lixo?) e tentar fazer outro.

Hoje tem hot dog? Tem, sim senhor!

terça-feira, 3 de julho de 2007

Oba, oba, mais visita na minha casa. Hoje à noite, recebi a Jana e a Cy (a Sô acabou não indo na última hora) para um cachorro-quente. O tricô rolou solto entre salsichas, pães e molho de tomate. Foi ótimo.

Bom, como cachorro-quente não tem o menor mistério (um bom molho de tomate pedaçudo com muitas salsichas nadando são a essência da coisa), nem vou botar receita aqui. Mas, de vez em quando, até que vale a pena comer uma coisa tão bestinha assim.

Ok, eu estou ficando um fracasso nessa história de fazer registro fotográfico das minhas aventuras na cozinha. Mas é que eu estou esperando ter um tempo em casa para fazer um fundo infinito para fotografar as comidas (tenho até a receita aqui, caso alguém mais queira). Enquanto isso, nada de foto para mim.

Necessidade - a mãe das invenções

domingo, 1 de julho de 2007

É bom ter em casa todos os ingredientes que a gente precisa para fazer uma comidinha. Mas, confesso, não me incomodo nada quando falta alguma coisa e eu preciso inventar - ou, ainda, quando há algo na minha despensa pedindo para ser usado (acho que é quando eu me divirto mais, para falar a verdade).

Hoje, bananas, laranjas e cenouras me imploravam para terem um fim nobre. As bananas viraram muffins (dessa vez, eu não errei o tempo de forno e eles ficaram divinos); as cenouras viraram tirinhas finas, que foram refogadas em alho, cebola e salsa até ficarem al dente; e o suco das laranjas deu sabor a um arroz simples. E como não pode faltar proteína animal nas minhas refeições, fui de franguinho à milanesa da Sadia, preparado no forno. Delícia de almoço.

Em tempo: estou desconfiada de que o queijo que está morando na minha geladeira é um meia-cura. Vou arriscar preparar as queijadinhas durante a semana.

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