Hoje não queria perder tempo na cozinha, por isso entrei no recinto disposta a comer só uma saladinha de alface com beterraba e um empanado de frango. E, claro, preparar uma xícara de chá para a tarde.
Enquanto colocava o empanado numa assadeira, senti que estava disposta a dar uma segunda chance para o meu forno, depois do papelão que fizemos na terça-feira. Só que achei que aquecer um galináceo era insuficiente para testarmos se nosso amor era pra valer. Aí resolvi que ia fazer um pãozinho só, uma ciabattinha bem besta, só para um lanchinho noturno sem pretensões. Abrindo a geladeira para pegar a minha salada, deparei com uns legumes tão tristinhos que achei que eles estavam pedindo pra virar sopa. Eu, versada que sou na língua dos vegetais, mandei todo mundo pra panela.
Resultado: estou com um pão tipo ciabatta gigante, descansando na grade; uma sopona de legumes e frango prontinha para ser devorada; 3 jarras com 1 litro de chá, cada uma; e um morro de louças sujas para lavar. Detalhe relevante: para quem não queria perder tempo na cozinha, agora são 14h45 e eu terminei de almoçar há apenas uns 10 minutos.
Eu tento ir embora rápido, mas a cozinha me prende...
Flash-trash
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Ultimamente (leia-se desde ontem) só tenho preparado coisas trash para comer. Tudo para não perder tempo valioso em que poderia estar freelando e, PRINCIPALMENTE, estudando. Falta um mês para o concurso da Câmara e eu nesse ritmo bunda-mole... isto porque eu nem estudei o que vai cair no TCU, que é deveras mais compliquê.
Um exemplo do meu cardápio flash-trash foi o meu jantar dessa noite. Botei água para esquentar e abri o pacote de Miojo Hot (aquele Miojo metido a valente). Sabe o temperinho do bicho? Misturei num resto de requeijão cremoso que tinha na geladeira, mais catchup, ovo e um pouco da água do cozimento do Miojo.
Escorri o Miojo já cozido e deixei o pobre olhando o movimento da cozinha. Enquanto isso, botei manteiga para derreter e derramei aquele molho estranho na panela. Aqueci um pouco e, ao menor sinal de ovo mexido, taquei o Miojo no meio do rolo. Para completar a confusão, adicionei um parmesão ralado.
Não vou mentir, não - tava bom de verdade. Fiquei triste quando acabou.
Um exemplo do meu cardápio flash-trash foi o meu jantar dessa noite. Botei água para esquentar e abri o pacote de Miojo Hot (aquele Miojo metido a valente). Sabe o temperinho do bicho? Misturei num resto de requeijão cremoso que tinha na geladeira, mais catchup, ovo e um pouco da água do cozimento do Miojo.
Escorri o Miojo já cozido e deixei o pobre olhando o movimento da cozinha. Enquanto isso, botei manteiga para derreter e derramei aquele molho estranho na panela. Aqueci um pouco e, ao menor sinal de ovo mexido, taquei o Miojo no meio do rolo. Para completar a confusão, adicionei um parmesão ralado.
Não vou mentir, não - tava bom de verdade. Fiquei triste quando acabou.
Marcadores:
O dia na minha cozinha
Desastres acontecem...
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Preciso preparar alguma coisa doce e gostosa que não me dê culpa. Devo assar ainda hoje uma fornada de muffins de banana com aveia. Acho que vou botar um coquinho em flocos e umas castanhas de caju só para variar.
*****************
Tem horas que a gente deve esperar a vontade de cozinhar passar. Tem que ficar deitadinha, no sofá, sem dar um pio, até ela se distrair e ir embora. Eu não esperei. Resolvi que tinha porque tinha de fazer uns muffins.
Veja o prenúncio da desgraça: fermento vencido; bananas menores do que o ideal; ovo menor do que o ideal; uva-passa em quantidade menor que o recomendável. Pra piorar, alguém deixou a minha grade preferida do forno desencaixada, e eu tive que assar meus muffins no lugar mais complicado. Por fim, eu não respeitei a hora boa de assar bolinhos aqui em casa (é o período da tarde - à noite as correntes de ar frio fazem os bolos solarem).
Que que deu? Porcaria, claro! Os muffins ficaram feios de dar dó. Com uma textura seca e pouco macia. Menos doces do que deveriam. E ainda teve uma porqueira de uma castanha passada no meio de tudo que deixou o muffin que eu provei com gosto de livro velho. Ah, que droga. É bom pra eu aprender.
*****************
Tem horas que a gente deve esperar a vontade de cozinhar passar. Tem que ficar deitadinha, no sofá, sem dar um pio, até ela se distrair e ir embora. Eu não esperei. Resolvi que tinha porque tinha de fazer uns muffins.
Veja o prenúncio da desgraça: fermento vencido; bananas menores do que o ideal; ovo menor do que o ideal; uva-passa em quantidade menor que o recomendável. Pra piorar, alguém deixou a minha grade preferida do forno desencaixada, e eu tive que assar meus muffins no lugar mais complicado. Por fim, eu não respeitei a hora boa de assar bolinhos aqui em casa (é o período da tarde - à noite as correntes de ar frio fazem os bolos solarem).
Que que deu? Porcaria, claro! Os muffins ficaram feios de dar dó. Com uma textura seca e pouco macia. Menos doces do que deveriam. E ainda teve uma porqueira de uma castanha passada no meio de tudo que deixou o muffin que eu provei com gosto de livro velho. Ah, que droga. É bom pra eu aprender.
Fusilli integral com molho de anchova e tomate-cereja
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Supermercado, trânsito engarrafado, elevador formando uma porcaria de um degrau, carrinho de compras com rodinha travada...
Depois de tudo isso, sabe o que você faz? Põe uma panelinha de água para ferver. Abre a geladeira, tira aquela metade de anchova grelhada, desfia em pedaços bem pequeninhos e reserva. Aproveita aqueles tomatinhos-cereja que estão pra morrer, de tão maduros. Aquelas ervinhas que estão murchas, no fundo da geladeira. Umas alcaparras. Alho em flocos. E um pedaço de jalapeño. Junta tudo num potinho, com um bom azeite.
A água ferveu? Bote para cozinhar um fusilli integral. Enquanto isso, aqueça a anchova no azeite por uns minutinhos, junte todos os ingredientes e deixe que eles se conheçam e conversem. Os tomates logo vão suar, e formar um molhinho. E a sua massa lá, no água, vai ficar cozida. Junte a massa al dente e um pouco da água do cozimento ao molho, incorpore todos os ingredientes e...
(calma, calma! Tire foto!)
Não deu tempo. Sou uma esganada e comi tudo direto da panela, suspirando de contente.
Depois de tudo isso, sabe o que você faz? Põe uma panelinha de água para ferver. Abre a geladeira, tira aquela metade de anchova grelhada, desfia em pedaços bem pequeninhos e reserva. Aproveita aqueles tomatinhos-cereja que estão pra morrer, de tão maduros. Aquelas ervinhas que estão murchas, no fundo da geladeira. Umas alcaparras. Alho em flocos. E um pedaço de jalapeño. Junta tudo num potinho, com um bom azeite.
A água ferveu? Bote para cozinhar um fusilli integral. Enquanto isso, aqueça a anchova no azeite por uns minutinhos, junte todos os ingredientes e deixe que eles se conheçam e conversem. Os tomates logo vão suar, e formar um molhinho. E a sua massa lá, no água, vai ficar cozida. Junte a massa al dente e um pouco da água do cozimento ao molho, incorpore todos os ingredientes e...
(calma, calma! Tire foto!)
Não deu tempo. Sou uma esganada e comi tudo direto da panela, suspirando de contente.
Ninguém cozinha nessa cozinha?
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Ultimamente não tenho cozinhado muito - ando só usufruindo do que já fiz. Comendo saladinhas, tomando sopinha de legumes (com o malfadado músculo) e lanchando cookies. E me inpirando...
Ratatouille
O argumento é relativamente batido - personagem tem um sonho aparentemente impossível, insiste nele e descobre a verdadeira felicidade. O lance é o contexto - o mundo da culinária. É empolgante ver o corre-corre da cozinha de um grande restaurante. É inspirador ver alguém preparando um prato (mesmo que esse alguém seja um rato). E, principalmente, é comovente ver como o filme abordou o poder transformador de uma boa refeição.
Para quem gosta de animação 3D, vale a pena ver, também. A reconstrução das paisagens de Paris é de cair o queixo. Às vezes parece que os ratinhos foram inseridos em cenários reais, filmados.
Anthony Bourdain e as receitas do Les Halles - Nova York
Ganhei esse livro do hômi, logo depois de assistirmos ao Ratatouille.
Imagino que nem todo mundo goste do bad boy do mundo dos chefs. Eu adoro, sempre que posso, acompanho suas aventuras pelo mundo. Já tinha lido dele o "Cozinha confidencial", que retrata um pouco dos bastidores dos grandes restaurantes. Esse é bem diferente - tem receitas. Só folheei, mas parece promissor.
Um milhão de cardápios
Esse eu ganhei da mamãe, de aniversário. Traz receitas de entradas, pratos principais e sobremesas, divididas em três bloquinhos com espiral. Aí você vira as páginas do bloquinho de entradas (o de cima), do de pratos principais (que fica no meio) e do de sobremesas (que fica embaixo) até encontrar a combinação que mais gostar. Outro que parece promissor.
O prazer dos aperitivos de todo o mundo
Ganhei do hômi. É escrito em português de Portugal, por isso de vez em quando eu apanho um pouco para entender uma ou outra palavra. Estou fuçando com calma. Quem sabe não faço uma receita dele ainda neste mês?
Ervas & Especiarias com suas receitas
Ganhei de aniversário da mamãe. Não é meu primeiro livro sobre especiarias, mas é o primeiro que vem com receitas depois da apresentação de cada uma delas. Facilitô.
Tá bom de inspiração, senão eu não começo a estudar hoje.
Ratatouille
O argumento é relativamente batido - personagem tem um sonho aparentemente impossível, insiste nele e descobre a verdadeira felicidade. O lance é o contexto - o mundo da culinária. É empolgante ver o corre-corre da cozinha de um grande restaurante. É inspirador ver alguém preparando um prato (mesmo que esse alguém seja um rato). E, principalmente, é comovente ver como o filme abordou o poder transformador de uma boa refeição.Para quem gosta de animação 3D, vale a pena ver, também. A reconstrução das paisagens de Paris é de cair o queixo. Às vezes parece que os ratinhos foram inseridos em cenários reais, filmados.
Anthony Bourdain e as receitas do Les Halles - Nova York
Ganhei esse livro do hômi, logo depois de assistirmos ao Ratatouille.Imagino que nem todo mundo goste do bad boy do mundo dos chefs. Eu adoro, sempre que posso, acompanho suas aventuras pelo mundo. Já tinha lido dele o "Cozinha confidencial", que retrata um pouco dos bastidores dos grandes restaurantes. Esse é bem diferente - tem receitas. Só folheei, mas parece promissor.
Um milhão de cardápios
Esse eu ganhei da mamãe, de aniversário. Traz receitas de entradas, pratos principais e sobremesas, divididas em três bloquinhos com espiral. Aí você vira as páginas do bloquinho de entradas (o de cima), do de pratos principais (que fica no meio) e do de sobremesas (que fica embaixo) até encontrar a combinação que mais gostar. Outro que parece promissor.O prazer dos aperitivos de todo o mundo
Ganhei do hômi. É escrito em português de Portugal, por isso de vez em quando eu apanho um pouco para entender uma ou outra palavra. Estou fuçando com calma. Quem sabe não faço uma receita dele ainda neste mês?
Ervas & Especiarias com suas receitas
Ganhei de aniversário da mamãe. Não é meu primeiro livro sobre especiarias, mas é o primeiro que vem com receitas depois da apresentação de cada uma delas. Facilitô.Tá bom de inspiração, senão eu não começo a estudar hoje.
Da carne vermelha ou "a culpa é da mãe"
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Minha vida de apreciadora de carne vermelha é relativamente recente. Aos oito anos, minha mãe cismou com os bois e porquinhos e resolveu que não iríamos mais comê-los. Na nossa casa, só podia entrar peixe, frango, ovo (todos com muita moderação) e a pavorosa proteína de soja. Eram tempos difíceis – a soja não era essa delícia que a gente vê hoje. Parecia bastante com comida de cachorro (que, por sinal, também não era nenhuma Royal Canin).
Essa existência sem carne vermelha durou bastante tempo. Conseguir uma escapadela para comer um Big Mac era complicadíssimo. Naquele tempo, minha mãe era bem radical com essa história de alimentação. Comer carne vermelha era grave ofensa pessoal – pior do que isso, só cuspir na feijoada de glúten. Então, tudo tinha de ser feito no maior segredo. Só que eu, fraca que sou na arte de mentir, acabava ficando com aquela cara de “comi Big Mac” bem na frente dela. Nem preciso dizer quantas semanas eu passava levando olhares tortos até que a mágoa passasse.
O boi só voltou à minha mesa declaradamente quando eu comecei a trabalhar - isto é, quando eu comecei a pagar para comer o que eu quisesse. E, como ritual de libertação da opressão, almocei no Mc Donald's todos os dias nas três primeiras semanas do primeiro emprego. Hoje eu não gosto muito do Big Mac. Prefiro um Quarterão.
Bom, mas por que toda essa retrospectiva? Foi para dizer que eu não tive muito tempo de convivência com a carne durante a minha tenra idade. Foi só depois de casada que a vi entrando na minha geladeira. Por isso, falta-nos aquela intimidade que eu tenho com o molho de tomate, por exemplo.
Outro dia – domingo, mais precisamente - descobri o músculo bovino. Sempre ouvia falar dele como a carne da sopa. De cara, achei bonitinho, rajado, um charme. Qual não foi a minha surpresa quando vi que aquelas listras branquinhas viravam uma gordurona gelatinosa. E vai tirar as diabas das gorduras da carne! Um trabalho louco. Fiquei com raiva. Na minha ingênua cabecinha, músculo deveria ter só músculo – ou seja, ser carne pura, sem gordura.
Resumo da ópera: O sabor do músculo até que é bom, mas a gordura é um saco de eliminar. E se você não a tira, ela dá uma textura meio nhé na hora de mastigar. Na minha sopa, essa carne não entra mais.
Essa existência sem carne vermelha durou bastante tempo. Conseguir uma escapadela para comer um Big Mac era complicadíssimo. Naquele tempo, minha mãe era bem radical com essa história de alimentação. Comer carne vermelha era grave ofensa pessoal – pior do que isso, só cuspir na feijoada de glúten. Então, tudo tinha de ser feito no maior segredo. Só que eu, fraca que sou na arte de mentir, acabava ficando com aquela cara de “comi Big Mac” bem na frente dela. Nem preciso dizer quantas semanas eu passava levando olhares tortos até que a mágoa passasse.
O boi só voltou à minha mesa declaradamente quando eu comecei a trabalhar - isto é, quando eu comecei a pagar para comer o que eu quisesse. E, como ritual de libertação da opressão, almocei no Mc Donald's todos os dias nas três primeiras semanas do primeiro emprego. Hoje eu não gosto muito do Big Mac. Prefiro um Quarterão.
Bom, mas por que toda essa retrospectiva? Foi para dizer que eu não tive muito tempo de convivência com a carne durante a minha tenra idade. Foi só depois de casada que a vi entrando na minha geladeira. Por isso, falta-nos aquela intimidade que eu tenho com o molho de tomate, por exemplo.
Outro dia – domingo, mais precisamente - descobri o músculo bovino. Sempre ouvia falar dele como a carne da sopa. De cara, achei bonitinho, rajado, um charme. Qual não foi a minha surpresa quando vi que aquelas listras branquinhas viravam uma gordurona gelatinosa. E vai tirar as diabas das gorduras da carne! Um trabalho louco. Fiquei com raiva. Na minha ingênua cabecinha, músculo deveria ter só músculo – ou seja, ser carne pura, sem gordura.
Resumo da ópera: O sabor do músculo até que é bom, mas a gordura é um saco de eliminar. E se você não a tira, ela dá uma textura meio nhé na hora de mastigar. Na minha sopa, essa carne não entra mais.
Cookies de aveia, banana, passas, castanha de caju e coco
quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Ontem foi um dia de muita atividade na minha cozinha. Precisava fazer pão com as batatas que estavam cozidas e amassadas, na geladeira. Mas, como sempre, eu não me contentei em ter pouco trabalho - resolvi fazer cookies, para aproveitar o tempo enquanto a massa do pão crescia. Escolhi uma receita do Pecado da Gula (eu adoro as receitas da Akemi).
Vou transcrevê-la abaixo e depois teço os meus comentários.
Quer salvar esta receita no Pinterest ou nos seus bookmarks? Encontre-a no novo endereço do blog: nocalordofogao.com.br.
O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
280g de margarina em temperatura ambiente ou 250g de manteiga sem sal (usei 280g de margarina)
165g de brown sugar (usei açúcar mascavo)
100g de açúcar branco
1 ovo levemente batido
1 colher (chá) de essência de baunilha
190g de farinha de trigo
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de canela em pó
1/2 colher (chá) de noz moscada em pó
1/4 colher (chá) de cravo moído
245g de aveia
2 bananas bem maduras (usei 2 bem amassadas)
220g de uvas passas (coloquei só 200g e ainda achei muito)
75g de coco ralado em flocos (não tinha coco em flocos, coloquei uma mistura de coco ralado com castanha de caju moída)
Modo de preparo:
Preaqueça o forno a 190oC. E forre as assadeiras que vai usar com papel manteiga.
Depois, numa tigela, bata com batedeira a margarina com os açúcares até formar um creme. Junte o ovo e a baunilha e bata mais um pouco. Junte a farinha peneirada com o bicarbonato, o sal e as especiarias. Bata em velocidade baixa até a farinha se incorporar ao creme. Desligue e junte os demais ingredientes. Misture bem e vá colocando às colheradas na assadeira. Deixe bastante espaço entre eles, pois a massa se esparrama bastante enquanto assa.
Leve ao forno para assar por cerca de 20 minutos ou até que estejam coradinhos. Deixe na assadeira por alguns minutos antes de colocá-los na grelha para esfriar. Conserve em latas bem fechadas.
Os meus comentários:
Crendeuspai, como essa massa rende. Eu já estava começando a ficar desesperada - quanto mais eu levava os cookies ao forno, mais tinha para levar. No final, tudo acabou dando certo, mas foi bem assustador. Acho que eu farei meia receita, da próxima vez (que, pelos meus cálculos, deve ser lá em meados do ano que vem, de tanto cookie que tem aqui em casa).
E, como você pode ver pelo blog da Akemi, de onde tirei essa receita, o cookie fica 'fofinho' de um jeito desagradável quando você o tira da assadeira. Mas depois que ele descansa na grelha, fica crocante. Tenha fé. Por fim, eu colocaria um pouco menos de açúcar e de passas. E usaria, de fato, os flocos de coco. Deve ficar ainda melhor.

Ah, e como o grande motivador dos cookies foi o pão (e o seu tempo de descanso), vou botar aqui do lado uma fotinho dele, só para que ele não fique enciumado. Esse carocinhos dourados nele são pedaços de queijo ralado derretidos (há três variedades de queijo: dois holandeses e um mineiro). A massa foi sovada na bancada de granito (minha bacia de preparar massa de pão anda encostada... é que a massa que 'apanha' na bancada exige menos farinha para dar ponto).
Marcadores:
Aveia,
Banana,
Biscoitinhos e cookies,
Coco,
Especiarias
Assinar:
Postagens (Atom)

