SUFOCO!
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Gente, que correria. Estudos atrasados, dois projetos como freelancer tomando muito tempo, diarista de folga, um monte de questões bancárias para resolver... Resultado: tô louca para postar, mas não consigo! Mas desse fim de semana, não passa. Quem viver (espero que eu esteja incluída), verá.
Como picar uma cebola
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Tô bege. Acabei de descobrir como os chefs picam suas cebolas. Tem método, gente, não é bagunçado, não. O que mais me impressionou foi o seguinte: se você não quer que a sua cebola desmonte enquanto está sendo picada, precisa descascá-la deixando aquela parte cabeluda (de onde saem as raízes). Eu nunca tinha pensado nisso!
Quer ler mais? Veja aqui.
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Viver o presente no presente
É engraçado - achei que, estando desempregada (meu desligamento oficialmente ocorreu na sexta-feira da semana passada), teria mais tempo disponível. Ledo engano. Todo fim do dia fico impressionada com a velocidade com que as horas passaram. Dizem que o tempo voa quando a gente se diverte, né... e eu tenho me divertido muito.
Neste fim de semana, cozinhei bastante. Vou dedicar um post para o almoço de sábado e um para as preparações de domingo (fiz almoço, pão, sopa...). Nada muito diferente do que normalmente preparo. Mas, no domingo, fiz algo que não costumo fazer.
Estou sempre elétrica, fazendo um milhão de coisas ao mesmo tempo - cozinhando, respondendo a e-mails, arrumando a casa, lavando roupa, terminando freela, tudo ao mesmo tempo agora. Sou viciada na sensação de ser megaprodutiva e multitarefas. Só que isso é meio ilusório. Eu faço um monte de coisas ao mesmo tempo, mas todas elas acabam tomando uns bons minutos a mais do que deveriam. A cozinha fica mais suja e respingada, a roupa fica mais tempo do que deveria dentro da máquina de lavar, o controle remoto some... e, para corrigir tudo isso, lá se vai mais tempo.
Já tinha me programado neste domingo para fazer, entre um milhão de outras coisas, a receita de pão de leite caseiro que mencionei num post anterior. Mas, quando acordei de manhã, decidi que, na hora de fazer o pão, ia fazer só o pão. Parece meio bobo, mas é bem difícil para mim.
E foi quase como um transe. Selecionar os ingredientes, prepará-los para a receita, combiná-los... prestar atenção na textura, no cheiro, no crescimento da massa...
Já tinha lido e ouvido budistas e iogues falarem das virtudes de estar presente no agora - segundo eles, precisamos parar de viver no futuro ou no passado, como normalmente fazemos, e nos concentrarmos na nossa atividade presente, desfrutando dela intensamente. Não é muito fácil. Mas é incrivelmente proveitoso. Nunca fiz pães tão fofos quanto ontem. A cozinha ficou muito mais limpa do que em todas as outras fornadas. E eu saí de lá me sentindo leve e realizada.
Tentaê na sua casa e me diz como foi.
Neste fim de semana, cozinhei bastante. Vou dedicar um post para o almoço de sábado e um para as preparações de domingo (fiz almoço, pão, sopa...). Nada muito diferente do que normalmente preparo. Mas, no domingo, fiz algo que não costumo fazer.
Estou sempre elétrica, fazendo um milhão de coisas ao mesmo tempo - cozinhando, respondendo a e-mails, arrumando a casa, lavando roupa, terminando freela, tudo ao mesmo tempo agora. Sou viciada na sensação de ser megaprodutiva e multitarefas. Só que isso é meio ilusório. Eu faço um monte de coisas ao mesmo tempo, mas todas elas acabam tomando uns bons minutos a mais do que deveriam. A cozinha fica mais suja e respingada, a roupa fica mais tempo do que deveria dentro da máquina de lavar, o controle remoto some... e, para corrigir tudo isso, lá se vai mais tempo.
Já tinha me programado neste domingo para fazer, entre um milhão de outras coisas, a receita de pão de leite caseiro que mencionei num post anterior. Mas, quando acordei de manhã, decidi que, na hora de fazer o pão, ia fazer só o pão. Parece meio bobo, mas é bem difícil para mim.
E foi quase como um transe. Selecionar os ingredientes, prepará-los para a receita, combiná-los... prestar atenção na textura, no cheiro, no crescimento da massa...
Já tinha lido e ouvido budistas e iogues falarem das virtudes de estar presente no agora - segundo eles, precisamos parar de viver no futuro ou no passado, como normalmente fazemos, e nos concentrarmos na nossa atividade presente, desfrutando dela intensamente. Não é muito fácil. Mas é incrivelmente proveitoso. Nunca fiz pães tão fofos quanto ontem. A cozinha ficou muito mais limpa do que em todas as outras fornadas. E eu saí de lá me sentindo leve e realizada.
Tentaê na sua casa e me diz como foi.
Cartão de crédito em perigo!!!
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Gente, me segura que eu vou ter um troço. Acabei de visitar a loja virtual da Barra Doce e quase fiquei doida. Eu ainda não a conhecia, e fiquei muito impressionada. Cortadores de biscoito, moldes para chocolate, confeitos, fôrmas, grades para esfriar biscoitos, tem um monte de coisas divertidas por lá.
Quero tudo!
*********************
Olha só, que legal: a Fazenda Malunga, minha marca preferida de vegetais orgânicos, também está aceitando encomendas via internet (mas só entregam em Brasília). É um pessoal muito sério, que produz seus vegetais seguindo os conceitos da agroecologia. Já aviso a quem quiser comprar pêras, pêssegos ou uvas: as frutas que eles vendem são as que dão aqui naturalmente - ou seja, frutas que gostam do clima do cerrado. Eles também respeitam o ciclo de produção de cada cultura. Então, se não for tempo de milho, não vai ter milho para vender. Simples assim.
Eles também oferecem um monte de laticínios orgânicos (tem creme de leite fresco, ó que luxo?), além de ovos, frango, farinhas... achei bem legal. Nessa semana não vai dar mais para fazer pedido, mas semana que vem, vou testar o serviço! O endereço deles: www.malunga.com.br.
Quero tudo!
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Olha só, que legal: a Fazenda Malunga, minha marca preferida de vegetais orgânicos, também está aceitando encomendas via internet (mas só entregam em Brasília). É um pessoal muito sério, que produz seus vegetais seguindo os conceitos da agroecologia. Já aviso a quem quiser comprar pêras, pêssegos ou uvas: as frutas que eles vendem são as que dão aqui naturalmente - ou seja, frutas que gostam do clima do cerrado. Eles também respeitam o ciclo de produção de cada cultura. Então, se não for tempo de milho, não vai ter milho para vender. Simples assim.
Eles também oferecem um monte de laticínios orgânicos (tem creme de leite fresco, ó que luxo?), além de ovos, frango, farinhas... achei bem legal. Nessa semana não vai dar mais para fazer pedido, mas semana que vem, vou testar o serviço! O endereço deles: www.malunga.com.br.
Minha obsessão mais recente: sweet yeast rolls do Roadhouse Grill
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Já me conformei com a realidade: sou uma pessoa com tendência a comportamentos obsessivos. Sou capaz de pensar o dia inteiro em modos de preparar algum ingrediente que esteja dando sopa na minha geladeira. O pior acontece quando passo muito tempo em contato com o forno: eu fico mais fissurada ainda por assar coisas!
Minha obsessão mais recente é o pãozinho adocicado que vem com os pratos do Roadhouse Grill. Vivo pensando nele e em como prepará-lo. Andei fuçando a internet para descobrir a receita e vi que é daquelas 'guardadas a sete chaves' - um segredo industrial, por assim dizer. De qualquer forma, como nada escapa ao Google, acabei encontrando uma receita que supostamente é a dos tais pãezinhos - uma professora de sei-lá-onde descobriu e divulgou-a. Se é verdade ou não, mistério.
Aí vem o ridículo da história toda: peguei a receita, comecei a traduzir e conferir pesos e medidas e descobri que ela é parecidíssima com uma do meu caderno de receitas que está anotada há anos, mas que nunca foi feita.
Pensem se eu não vou fazê-la nesse fim de semana. Só não faço hoje porque não tenho mais ovos.
Ah, vocês querem a receita? Sinto muito, é segredo industrial. ;-)
Assim que tiver um tempo, eu posto a bicha aqui. Agora, preciso me arrumar, porque é aniversário do papai e eu vou visitá-lo! See ya!
Minha obsessão mais recente é o pãozinho adocicado que vem com os pratos do Roadhouse Grill. Vivo pensando nele e em como prepará-lo. Andei fuçando a internet para descobrir a receita e vi que é daquelas 'guardadas a sete chaves' - um segredo industrial, por assim dizer. De qualquer forma, como nada escapa ao Google, acabei encontrando uma receita que supostamente é a dos tais pãezinhos - uma professora de sei-lá-onde descobriu e divulgou-a. Se é verdade ou não, mistério.
Aí vem o ridículo da história toda: peguei a receita, comecei a traduzir e conferir pesos e medidas e descobri que ela é parecidíssima com uma do meu caderno de receitas que está anotada há anos, mas que nunca foi feita.
Pensem se eu não vou fazê-la nesse fim de semana. Só não faço hoje porque não tenho mais ovos.
Ah, vocês querem a receita? Sinto muito, é segredo industrial. ;-)
Assim que tiver um tempo, eu posto a bicha aqui. Agora, preciso me arrumar, porque é aniversário do papai e eu vou visitá-lo! See ya!
Sucorrível
Moro numa cidade de clima árido. Isto significa, entre outras coisas, que preciso beber muito líquido. Só que, confesso, não vejo essa graça toda na insípida, incolor e inodora água. Só quando ela está gelada. Aí, vivo inventando moda, provando chás, sucos e coisas afins.
Este post, aliás, é motivado pela minha última experiência no segmentos dos sucos em pó: o Clight lima-limão. CRENDEUSPAI, QUE COISA HORROROSA! Tô até com a boca torta, de tão ruim. Vão por mim, pessoas, esse não é bebível.
Este post, aliás, é motivado pela minha última experiência no segmentos dos sucos em pó: o Clight lima-limão. CRENDEUSPAI, QUE COISA HORROROSA! Tô até com a boca torta, de tão ruim. Vão por mim, pessoas, esse não é bebível.
Muffin brasileirinho
segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Receita recém-inventada e testada. Só não foi provada, porque eu não consigo comer imediatamente após cozinhar (vá entender... acho que fico empapuçada com o cheiro).
Quer salvar esta receita no Pinterest ou nos seus bookmarks? Encontre-a no novo endereço do blog: nocalordofogao.com.br.
O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
1 xícara de aveia em flocos
1 xícara de semolina de trigo
1/3 de xícara de óleo de canola
1 ovo
2 bananas bem maduras amassadas
1 xícara de açúcar mascavo
1 1/2 colher de chá de fermento em pó químico
1/3 de xícara de chá de castanha de caju picada grosseiramente
2 1/2 bananas-passas picadas em pedaços pequenos
canela, cravo, noz-moscada em pó, a gosto (eu uso em torno de 1 1/2 de chá de canela, 1 cravinho moído e uma pitada de noz-moscada)
1 pitadinha de sal para apurar o gosto doce
Modo de preparo:
Numa tigela, misture primeiro os ingredientes úmidos - as duas bananas bem amassadas, o ovo, o óleo - e o açúcar mascavo (se quiser, use o liquidificador nessa etapa). Depois adicione a aveia, a semolina, o fermento, o sal e as especiarias, misturando bem com uma colher de pau. Acrescente, por fim, as castanhas e a banana-passa. Coloque a massa em forminhas para muffin untadas e enfarinhadas - se tiver forminhas de papel, melhor para você, que não precisará untar ou enfarinhar nada. Leve ao forno a 180 graus por cerca de 25 minutos ou até que os muffins fiquem coradinhos no topo. Depois de prontos, deixe que eles esfriem numa grade.
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Ah, antes que eu me esqueça, os muffins receberam este nome porque levam bananas (maduras e em passas), castanhas-de-caju, cravo e canela - ingredientes que têm cara de comida gostosa do Brasil.
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