Pão de queijo!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Pão de queijo

Encontrei essa delícia de pão de queijo na cozinha da Laurinha. Não vou nem transcrever a receita, só convidar você a fazer também. Aproveite e conheça o blog dela, que é cheio de receitas desse jeitinho - simples e muito boas.

Chocolate Chai Snickerdoodles

Chocolate Chai Snickerdoodles

Achei essa receita há alguns meses, fuçando o Tastespotting. Foi publicada no FamilyStyle Food. Achei que devia ser gostosa. Mas não sabia quanto eu iria gostar. A textura é uma beleza, o cheiro é indescritível e é doce na medida certa para eu querer comer um atrás do outro, sem parar. Vale a pena testar!

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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.

Ingredientes:

2 ¼ xícaras de açúcar
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (chá) de gengibre em pó
1 colher (chá) de cardamomo em pó
½ colher (chá) de pimenta-da-jamaica (allspice) moída
½ colher (chá) de pimenta-do-reino branca moída
½ xícara de cacau em pó
1 xícara de manteiga sem sal em temperatura ambiente
2 ovos
2 colheres (chá) de essência de baunilha
2 ¼ xícaras de farinha de trigo
1 ½ colher (chá) de fermento em pó

Modo de preparo:

Misture o açúcar e as especiarias em uma tigela pequena. Reserve ½ xícara da mistura em um pratinho para depois rolar as bolinhas de massa por ela. Adicione o cacau em pó e misture bem.

Bata a manteiga em uma batedeira elétrica até obter um creme fofo. Adicione a mistura de açúcar e cacau e bata até ficar cremoso. Acrescente a essência de baunilha e os ovos, seguidos da farinha e do fermento. Bata em velocidade lenta até que a massa fique homogênea.

A massa terá consistência firme – suficiente para você tirar pelotinhas do tamanho de uma colher de sopa, fazer bolinhas e rolá-las pelo açúcar reservado.

Leve ao forno preaquecido a 180°C em assadeiras forradas com papel manteiga por 15 a 20 minutos (deixe um bom espaçamento entre as bolinhas, pois elas se espalham). Depois de tirar do forno, deixe esfriar um pouco na própria assadeira e então transfira para uma grade para terminar o resfriamento dos biscoitos.

A receita original afirma que o rendimento é de 3 ½ dúzias. Eu fiz meia receita e obtive 28 biscoitos.

Senta que lá vem história...


Não conhecia os snickerdoodles. Mas vamo’ combiná que eu sou uma estreante no mundo do biscoito. Pesquisei um pouco e descobri que “Snickerdoodles are sugar cookies that are coated in cinnamon sugar. They usually have a cracked appearance”. Não têm gotas de chocolate, passas, castanhas, nem nada. São biscoitos simples e, por isso mesmo, muito gostáveis.

Não costuma haver muita variação da receita de snickerdoodles, pelo que li. Então, aproveite para conhecer essa louvável exceção!

Farfalle alla matriciana

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Eu amo massas com molho de tomate. E amo bacon. Assim, não é de se admirar que eu seja uma grande fã do molho alla matriciana.

Farfalle alla matriciana


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Ingredientes:

2 latas de tomate pelado
2 dentes de alho picadinhos
1/2 cebola picadinha
100 g de bacon em cubinhos (se você encontrar pancetta, use!)
150 g de farfalle (funciona bem com bucatini, penne, ziti... eu usei farfalle porque era a massa que tinha em casa)
Sal e pimenta moídos na hora, a gosto
Pimenta calabresa em flocos, a gosto (não pude usar, tenho um alérgico a pimenta em casa...)
Um punhado de manjericão fresco
Pecorino ralado na hora de servir (eu usei parmesão, ficou bom)

Modo de preparo:


Comece fritando os cubos de bacon na própria gordura, até que fiquem bronzeados. Feito isso, abra um espaço entre os bacons e adicione a cebola e o alho, para que refoguem na gordura que se formou na panela até ficarem translúcidos.

Abra as latas de tomate e drene o líquido de dentro delas. Despedace os tomates grosseiramente, com as mãos, e adicione à panela. Eles ficarão cozinhando por cerca de 10 minutos. Aproveite esse tempo para cozinhar a massa em água fervente, numa outra panela.

Passados os 10 minutos, tempere o molho com sal e pimenta do reino a gosto, acrescente as folhas de manjericão e deixe só por mais dois minutinhos no fogo.

Escorra a massa cozida al dente e misture com o molho. Sirva com queijo ralado na hora, se puder.

Truques, trapaças e um molho fumegante:


Os tomates em lata podem ser muito ácidos. E nem sempre dá tempo ou ânimo de fazer como alguns chefs recomendam - acrescentar cenoura ralada bem fininho para equilibrar a acidez. Então, eu trapaceio e coloco um pouquinho de açúcar ou de catchup. Pronto, confessei.

E já que o negócio é abrir o jogo, não temperei meu molho com sal e pimenta, mas com um pouco de caldo de carne em pó, já que tinha um pacotinho aqui meio usado.

SHAME ON ME. Mas ficou bom.

Salada de salsão e kani

Salada de salsão e kani

Não costumo fazer salada a partir de receitas. Prefiro reunir alguns vegetais e perguntar como eles querem se combinar. Outro dia conversei com um salsão e ele me confidenciou como gostaria de ser saboreado. Foi mais ou menos assim:

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Ingredientes:

1 salsão médio ou dois pequenos, picados em pedaços pequenos (as folhinhas dos pedaços mais novos podem participar também)
2 dúzias de tomates-cereja
1/2 cebola pequena picada
2 colheres (sopa) de cebolinha picada
1 pé de alface americana para servir de caminha
12 bastões de kani kama cortados em rodelas

Molho: suco de limão, azeite, sal e pimenta do reino moídos na hora, um pouquinho de mel. A quantidade vai depender do seu paladar.

Modo de preparo:

Não tem mistério. Junte o salsão picado, os tomates cortados em quartos, a cebola picadinha e misture com o molho. Junte depois o kani, mexendo delicadamente para que ele não fique destroçado. Sirva na caminha de alface americana.

Dica:

O salsão me confidenciou que ele adoraria que houvesse grão-de-bico ou feijão-de-corda junto com ele. Cozidinhos, esses grãos viram uma festa em qualquer salada.

Onde foi que eu errei?

sábado, 3 de novembro de 2007

Queria fazer um pãozinho integral para comer no café da manhã. Resolvi tentar uma receita já testada e aprovada pela Ka, do Wikifood. Fiz tudo certinho: medidas dos ingredientes, temperatura do forno... tudo seguido à risca.

Mas, pra minha surpresa, não deu certo de jeito nenhum. A começar pela massa, que ficou muito oleosa e não cresceu bem.

Depois de assado, então, ficou pior ainda: a massa ficou abiscoitada, farelenta. Mas como eu sou brasileira e não desisto nunca, vou tentar novamente, só que reduzindo a quantidade de óleo.

Ingredientes:


1 tablete de fermento biológico fresco (usei 1 envelope de fermento biológico seco)
1 colher (sopa) de mel
1 xícara (chá) de leite desnatado
1 xícara (chá) de óleo de canola
1 colher (chá) de sal
2 xícaras (chá) de farinha integral
1 xícara (chá) de aveia em flocos
Mais ou menos 2 xícaras (chá) de farinha de trigo

Modo de preparo:

Dissolva o fermento com o mel e o leite morno. Adicione o óleo, a farinha de trigo integral, a aveia e o sal e vá colocando a farinha de trigo e mexendo até formar uma massa firme. Sove bem sobre uma superfície enfarinhada. Coloque em uma tigela untada, cubra e deixe crescer por cerca de 1 hora ou até dobrar o volume. Torne a sovar a massa. Você pode moldar dois filões ou oito bolas e acomodá-los em assadeira untada. Se preferir, também pode dividir a massa em duas formas de bolo inglês médias untadas. Deixe crescer mais 20 minutos e asse em forno médio baixo, preaquecido, por cerca de 40 minutos. Os últimos 10 min podem ser com o tostador superior ligado.

DEUS é mais

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Aqui em casa, somos grandes apreciadores de cerveja. Estamos longe de ser especialistas - somos só curiosos em busca de novos sabores.

Já provamos cervejas de muitos países, de muitas cores, de muitas faixas de preço. Mas nada nos tinha preparado para DEUS.

DEUS é uma cerveja belga, considerada uma das melhores do mundo (deve ser também uma das mais caras). Pelo que pude apreender de um folheto explicativo em italiano, francês e alemão (línguas que eu domino que nem a minha fuça), o método de fabricação é semelhante ao do champagne.

Não há como evitar o festival de trocadilhos hereges quando se está diante dessa garrafa invocada. Mas isso dura até o momento em que ela é aberta.

DEUS em todo o seu esplendor

Depois disso, o que se segue é um silêncio respeitoso e meio confuso. Confuso, sim, porque DEUS não se parece com nenhuma outra bebida. Ela tem cor e espuma de cerveja, mas borbulha mais do que um champagne (nunca vi tantas bolhas, nem tão rápidas). Seu teor alcoólico é o de um vinho tinto. E ela tem algo que lembra o saquê - é um fermentado com jeito de destilado. Ela é forte, é frutada, é um tanto amarga, é efervescente.

Quando terminamos a garrafa, fiquei sem saber se ela era a melhor cerveja que eu já tinha tomado na vida. Não porque ela seja ruim - é porque eu simplesmente perdi todos os meus parâmetros de comparação.

Não consigo pensar nela como uma cerveja. Nem como um vinho. Nem como um espumante. Ela é DEUS. E ponto final.

DEUS também está nos detalhes

Logan's Texas Roadhouse Buttery Dinner Rolls

O pão que não deu muito certo

Encontrei esta receita em inglês, não me lembro bem onde, durante uma busca pelos meus pãezinhos-obsessão: os yeast rolls do Roadhouse Grill, um restaurante tex-mex que surgiu na Flórida (e que tem um restaurante aqui em Brasília).

Não se deixe impressionar pela cara feia dos bichinhos. Eles ficaram assim porque foram feitos num dia em que o gás acabou - e eles, pobrezinhos, estavam assando dentro do forno. Quando inventarão botijões de gás que gritam quando estão perto de acabar?

De qualquer forma, o resultado é um pão muito fofo e gostoso, levemente adocicado. Ainda não é o que eu queria, mas vai entrar na lista de receitas a repetir.

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Ingredientes:

3 xícaras de farinha de trigo
2 envelopes de 7g de fermento biológico seco
1 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de açúcar
1/4 de xícara de leite em pó desnatado
1 1/4 xícara de água quente
1 ovo grande ligeiramente batido
8 colheres de sopa de manteiga derretida
2 colheres de sopa de margarina com aroma de manteiga

Modo de preparo:

Coloque duas xícaras de farinha em uma tigela grande. Adicione o fermento, o sal, o açúcar e o leite em pó.
Reserve. Em outra tigela, junte a água e o ovo e misture bem. Faça um morro com os ingredientes secos e, no meio dele, um buraco. Despeje a mistura de água neste buraco e incorpore-a aos ingredientes secos misturando com as mãos.

Adicione metade da manteiga e misture até incorporar. Junte o restante da farinha, 1/3 de cada vez, misturando também até incorporar. Cubra a bacia a tigela com um filme plástico e deixe a massa descansar num lugar quente até dobrar de volume.

Unte uma fôrma de 12 buracos para muffin ou duas fôrmas redondas pequenas com margarina. Em seguida, cuide da massa, socando-a para que saia o gás (ela estará macia e grudenta). Coloque a massa nas fôrmas com as mãos ou com uma colher. Use a metade restante da manteiga derretida para pincelar cada pãozinho.

Deixe os pães crescerem novamente até dobrarem de volume. Na grade do meio do forno preaquecido a 205 graus, asse os pães por 16-18 minutos. Depois de prontos, pincele seus topos com o restante da manteiga.

Pão com manteiga Apesar de feio, o pão estava muito comível.

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