Há quem diga que eu seja uma descendente de japoneses meio fajuta porque não gosto de ozoni nem manju. Mas se existe algo que eu adoro, é conserva de daikon, aquele nabo branco e comprido.
Já cheguei a preparar aquela conserva mais elaborada, que leva anilina cor-de-rosa, saquê e açúcar (fica lindinha). Mas, ultimamente, tenho optado por fazer algo mais simples: simplesmente corto o nabo em rodelas de 1 mm e tempero com sal e vinagre (ou suco de limão). O nabo fica maleável, sem perder a crocância.
O problema é que a conserva fica com aquele cheirinho... peculiar. E quando eu a preparo, ouço lamentos cada vez que se abre a porta da geladeira. Como não posso abrir mão nem do marido, nem do nabo, resolvi preparar pequenas quantidades, pra comer imediatamente. Não é tão bom quanto o nabo geladinho e já curtido, mas paciência.
E na sua casa, há alguma comidinha que você prepara que ninguém mais aprecia?
O nabo da discórdia
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Pão de aveia e soro de iogurte
segunda-feira, 10 de maio de 2010

Minha câmera está precisando de revisão. Dá pra notar? :-P
VH-San é um menino sabido e cheio de boas ideias. Há uns meses, ele ensinou a fazer iogurte natural na garrafa térmica. Eu aprendi e agora tenho sempre uma garrafinha cheia na geladeira. Foi ele também que me deu uma dica preciosa de como usar um bocado de soro de iogurte que sobrava na geladeira.
No twitter:Depois disso, saí à caça de uma receita que usasse buttermilk. A que me fisgou, claro, foi de pão :-)
- “Você que é um menino sabido, existe algum uso digno para o soro do iogurte?”
- “Eu nunca usei, mas é comum no preparo de drinks (smoothies, lassi), beber direto e pra assados (bolachas/biscoitos)”
- “Como se fosse buttermilk?”
- “Isso! só que o soro do iogurte é mais ralinho”
Fiz algumas adaptações na receita original (a principal delas foi trocar buttermilk por soro de iogurte :-P). O resultado foi justinho como a autora da receita contou: um pão de forma muito cheiroso, perfeito para sanduíches e para torradas.

Receita adaptada de Antonia James, que a publicou no food 52.
Quer salvar esta receita no Pinterest ou nos seus bookmarks? Encontre-a no novo endereço do blog: nocalordofogao.com.br.
O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
1 colher (chá) bem cheia de fermento biológico seco instantâneo
240 ml de soro de iogurte
75 g de aveia em flocos médios
20 g de manteiga sem sal
60 ml de mel
1 ½ colher (chá) de sal
425 g de farinha de trigo
¼ de colher (chá) de bicarbonato de sódio – não deixe de usar
Azeite de oliva para besuntar a massa antes de assar
Fubá e manteiga para a assadeira
Modo de preparo:
Numa tigela grande, misture a farinha, o sal e a aveia. Adicione a manteiga, ainda sólida, e misture com as mãos até obter uma farofinha. Em seguida, some o bicarbonato e o fermento, misturando bem. Reserve.
Em outro recipiente, dissolva o mel no soro de iogurte. Feito isso, despeje esse líquido na mistura de farinha de trigo. Trabalhe a massa com as mãos até obter uma massa bonita e lisa. Forme uma bola com ela e deixe crescer em um recipiente untado com azeite, coberto com filme plástico, até dobrar de volume.
Com o punho fechado, extraia o ar da massa crescida. Abra-a como um retângulo e enrole-a como um rocambole bem apertadinho. Besunte o ‘rocambole’ com azeite e coloque-o numa assadeira de bolo inglês untada com manteiga e polvilhada com fubá (polvilhe o topo da massa com um pouquinho de fubá, se quiser. Fica bonito).
Deixe crescer novamente até encher a assadeira. Leve para assar em forno preaquecido a 190ºC até que fique moreninho. Desenforme e deixe esfriar sobre uma grade.
De volta...
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Num piscar de olhos, quase três meses se passaram.
Ia me desculpar mais uma vez por ter sumido, mas acho que isso já não cabe mais aqui. Aliás, caber é o tema deste post.
Acho que todo mundo passa por fases em que as coisas parecem não caber na vida, por mais importantes que elas sejam. E eu estou saindo de um momento assim, em que o novo emprego e os cuidados com uma coluna bichada tomaram todos os espaços existentes.
Estou de volta, mas não prometo estar ‘ao vivo e em definitivo’, como fiz outras vezes. Finalmente entendi que, por mais prazeroso que seja viver “No calor do fogão”, eventualmente eu precisarei deixá-lo um pouco de lado.
Conto com a paciência de vocês quanto aos sumiços. E, agora, vamos às panelas!
Pão integral com tomilho
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Eu busco sinceramente, do fundo do meu coração, comer de maneira mais saudável. Mas, digamos assim, a adesão aqui em casa nem sempre é das melhores. Por isso, quando um pão integral recebe um “que gostoso!” e é comido mais de uma vez ao dia, fico com vontade de dividir a receita com vocês :-)
Acho que o ‘tchans’ desse pão é o tomilho seco. Tomilho, aliás, é uma das minhas ervas preferidas. Tem folhas pequeninas, mas muita personalidade. Ainda hei de cultivá-lo em casa (os que eu plantei morreram, coitados). Se você não gostar de tomilho (como assim, Bial? :-P), recomendo usar outra ervinha seca, como o orégano.

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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
300g de farinha de trigo comum
200g de farinhas integrais (eu usei 100g de farinha de trigo integral, 70g de farinha de aveia e 30g de linhaça dourada)
1 colher (sopa) de manteiga
300ml de água
1 colher (chá) bem cheia de açúcar mascavo
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento seco instantâneo
2 colheres (sopa) de óleo de castanha do pará (também dá para usar azeite de oliva)
1 colher (sopa) de tomilho seco
Modo de preparo:
Em uma tigela grande, coloque as farinhas e a manteiga. Com os dedos, vá incorporando a manteiga às farinhas até que fique parecendo uma farofa. Feito isso, despeje os demais ingredientes na tigela e misture até obter uma massa. Transfira-a para a superfície de trabalho bem limpinha e sove até que ela fique lisa e elástica. Modele-a em forma de bola, coloque-a em uma tigela grande (coloque azeite no fundo da tigela e ‘rebole’ a massa lá dentro até que ela fique toda untada). Cubra a tigela com um filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.
Depois que a massa crescer, soque-a para extrair o gás que se formou e modele-a como preferir. Ultimamente, tenho usado sempre o mesmo método: modelar a massa em formato de bola e deixar crescer dentro de uma forma refratária com tampa (a forma foi untada com azeite e polvilhada com fubá). Enquanto a massa cresce, ligar o forno a 230ºC . Quando ela dobrar de volume, levar para assar tampada, por 25 minutos. Passado esse tempo, tirar a tampa e devolver ao forno por mais 20 minutos.
Deixe que o pão esfrie por meia hora sobre uma grade antes de comer.
Acho que o ‘tchans’ desse pão é o tomilho seco. Tomilho, aliás, é uma das minhas ervas preferidas. Tem folhas pequeninas, mas muita personalidade. Ainda hei de cultivá-lo em casa (os que eu plantei morreram, coitados). Se você não gostar de tomilho (como assim, Bial? :-P), recomendo usar outra ervinha seca, como o orégano.

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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
300g de farinha de trigo comum
200g de farinhas integrais (eu usei 100g de farinha de trigo integral, 70g de farinha de aveia e 30g de linhaça dourada)
1 colher (sopa) de manteiga
300ml de água
1 colher (chá) bem cheia de açúcar mascavo
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento seco instantâneo
2 colheres (sopa) de óleo de castanha do pará (também dá para usar azeite de oliva)
1 colher (sopa) de tomilho seco
Modo de preparo:
Em uma tigela grande, coloque as farinhas e a manteiga. Com os dedos, vá incorporando a manteiga às farinhas até que fique parecendo uma farofa. Feito isso, despeje os demais ingredientes na tigela e misture até obter uma massa. Transfira-a para a superfície de trabalho bem limpinha e sove até que ela fique lisa e elástica. Modele-a em forma de bola, coloque-a em uma tigela grande (coloque azeite no fundo da tigela e ‘rebole’ a massa lá dentro até que ela fique toda untada). Cubra a tigela com um filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.
Depois que a massa crescer, soque-a para extrair o gás que se formou e modele-a como preferir. Ultimamente, tenho usado sempre o mesmo método: modelar a massa em formato de bola e deixar crescer dentro de uma forma refratária com tampa (a forma foi untada com azeite e polvilhada com fubá). Enquanto a massa cresce, ligar o forno a 230ºC . Quando ela dobrar de volume, levar para assar tampada, por 25 minutos. Passado esse tempo, tirar a tampa e devolver ao forno por mais 20 minutos.
Deixe que o pão esfrie por meia hora sobre uma grade antes de comer.
Cookies de leite condensado da Phoebe
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Eu não ia postar esta receita nesta semana mas, diante do sucesso que ela fez do trabalho, reconsiderei.
Eu a recebi de uma moça querida que diz não saber cozinhar, mas que sabe identificar receitas legais. Supostamente, são os cookies da Phoebe, do seriado Friends (que, confesso, devo ter visto uns 3 episódios a vida toda).
Se dependesse da minha familiaridade com a série, a receita não teria me chamado a atenção. Mas chamou pela lista de ingredientes: não leva ovo nem açúcar, mas leite condensado. E é o leite condensado que faz diferença, deixando os cookies com um cheiro irresistível.
Vale a pena provar. No começo, você não dá muita fé pelos biscoitos. Parecem bem normais. Você só vê que se deixou conquistar por eles quando já está no sexto cookie, pensando em comer o sétimo.

Receita ligeiramente adaptada daqui
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
- 1 lata de leite condensando
- 1 pacote (200 g) de manteiga em temperatura ambiente (usei 175g - tinha usado 25g em alguma outra coisa)
- 2 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo
- 100 g de nozes (como não gosto de nozes, preferi usar amendoins assados, sem a pele rosa e sem sal)
- 200 g de chocolate meio amargo picadinho
- 1 colher de sobremesa de essência de baunilha (usei extrato de baunilha)
- 1 colher (café) de bicarbonato de sódio (não tenho colher de café em casa, usei 1/2 colher de chá)
- 1 colher (café) de sal (não tenho colher de café em casa, usei 1/2 colher de chá)
- 2 gemas (opcional - não usei)
Modo de preparo:
Bata a manteiga e o leite condensado na batedeira até obter um creme esbranquiçado. Se quiser que o cookie fique parecido com um bolinho, acrescente as gemas. Se preferir que ele fique mais durinho, não.
Desligue a batedeira e acrescente à mistura os amendoins e o chocolate picado. Mexa bem com uma colher de pau. Acrescente então os ingredientes secos peneirados e, por último, o extrato de baunilha. Misture até que tudo fique bem incorporado.
Chegou a hora de modelar os biscoitos. Se tiver uma cookie scoop, use-a (e me mate de inveja :-P). Como eu não tenho, modelei-os com as mãos, mesmo, formando bolas do tamanho de nozes.
Disponha as bolinhas de massa em assadeiras forradas com papel manteiga e leve-as ao forno pré-aquecido a 180ºC até que comecem a corar nas bordas.
Deixe que os biscoitos esfriem bem sobre uma grade antes de guardar num recipiente hermeticamente fechado.
A receita rendeu uns 70 biscoitos.
Eu a recebi de uma moça querida que diz não saber cozinhar, mas que sabe identificar receitas legais. Supostamente, são os cookies da Phoebe, do seriado Friends (que, confesso, devo ter visto uns 3 episódios a vida toda).
Se dependesse da minha familiaridade com a série, a receita não teria me chamado a atenção. Mas chamou pela lista de ingredientes: não leva ovo nem açúcar, mas leite condensado. E é o leite condensado que faz diferença, deixando os cookies com um cheiro irresistível.
Vale a pena provar. No começo, você não dá muita fé pelos biscoitos. Parecem bem normais. Você só vê que se deixou conquistar por eles quando já está no sexto cookie, pensando em comer o sétimo.

Receita ligeiramente adaptada daqui
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
- 1 lata de leite condensando
- 1 pacote (200 g) de manteiga em temperatura ambiente (usei 175g - tinha usado 25g em alguma outra coisa)
- 2 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo
- 100 g de nozes (como não gosto de nozes, preferi usar amendoins assados, sem a pele rosa e sem sal)
- 200 g de chocolate meio amargo picadinho
- 1 colher de sobremesa de essência de baunilha (usei extrato de baunilha)
- 1 colher (café) de bicarbonato de sódio (não tenho colher de café em casa, usei 1/2 colher de chá)
- 1 colher (café) de sal (não tenho colher de café em casa, usei 1/2 colher de chá)
- 2 gemas (opcional - não usei)
Modo de preparo:
Bata a manteiga e o leite condensado na batedeira até obter um creme esbranquiçado. Se quiser que o cookie fique parecido com um bolinho, acrescente as gemas. Se preferir que ele fique mais durinho, não.
Desligue a batedeira e acrescente à mistura os amendoins e o chocolate picado. Mexa bem com uma colher de pau. Acrescente então os ingredientes secos peneirados e, por último, o extrato de baunilha. Misture até que tudo fique bem incorporado.
Chegou a hora de modelar os biscoitos. Se tiver uma cookie scoop, use-a (e me mate de inveja :-P). Como eu não tenho, modelei-os com as mãos, mesmo, formando bolas do tamanho de nozes.
Disponha as bolinhas de massa em assadeiras forradas com papel manteiga e leve-as ao forno pré-aquecido a 180ºC até que comecem a corar nas bordas.
Deixe que os biscoitos esfriem bem sobre uma grade antes de guardar num recipiente hermeticamente fechado.
A receita rendeu uns 70 biscoitos.
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Pão de oliva à moda da casa
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Este pão nasceu de uma arapuca armada pelo hômi para mim.
Outro dia fomos visitar uma mercearia perto de casa que passou muito tempo em reforma e que foi reinaugurada. Chegando lá, descobrimos que, além de mercearia, ela agora também é padaria.
Dei uma olhada nos pães - simpáticos, até -, mas nada me chamou a atenção. O hômi já esperava por isso (ele sabe que eu só compro um determinado pão se eu não souber como fazê-lo). Então, depois de me dar um pedacinho do pão que tinha gostado mais, ele jogou a isca: "Vamos levar este pão de oliva que eu te dei? Acho que você não deve saber fazer". Nem preciso dizer que caí na conversa dele né.
Virei, mexi e criei uma versão desse tal pão. Espero que gostem! A gente aprovou :-)

(Receita própria, ó que chique?)
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
500g de farinha de trigo
1 colher (sopa) de manteiga
280ml de água
1 colher (chá) de açúcar
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento seco instantâneo
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
15 azeitonas bem drenadas, picadinhas (seque-as com papel toalha para que não fiquem soltando líquido na massa)
1 colher (chá) de orégano seco
1/2 colher (chá) de alho em pó
Modo de preparo:
Em uma tigela grande, coloque a farinha e a manteiga. Com os dedos, vá incorporando a manteiga à farinha até que ela fique parecendo uma farofa. Feito isso, despeje os demais ingredientes na tigela e misture até obter uma massa. Transfira-a para a superfície de trabalho bem limpinha e sove até que ela fique lisa e elástica. Modele-a em forma de bola, coloque-a em uma tigela grande, untada com azeite (se preferir, você pode colocar um pouco de azeite no fundo da tigela, colocar a massa dentro e girá-la até que toda a sua superfície fique untada). Cubra a tigela com um filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.
Depois que a massa crescer, soque-a para extrair o gás que se formou e modele-a como preferir. Eu vou contar como fiz: modelei a massa em formato de bola e deixei-a crescer dentro de uma forma refratária com tampa (a forma foi untada com azeite e polvilhada com fubá). Enquanto a massa crescia, liguei o forno a 230ºC . Quando ela dobrou de volume, levei-a para assar tampada, por 25 minutos. Passado esse tempo, tirei a tampa e devolvi ao forno por mais 20 minutos.
Deixe que ele esfrie por meia hora para que a casca fique mais quebradiça e apetitosa, que nem a da foto :-)
Outro dia fomos visitar uma mercearia perto de casa que passou muito tempo em reforma e que foi reinaugurada. Chegando lá, descobrimos que, além de mercearia, ela agora também é padaria.
Dei uma olhada nos pães - simpáticos, até -, mas nada me chamou a atenção. O hômi já esperava por isso (ele sabe que eu só compro um determinado pão se eu não souber como fazê-lo). Então, depois de me dar um pedacinho do pão que tinha gostado mais, ele jogou a isca: "Vamos levar este pão de oliva que eu te dei? Acho que você não deve saber fazer". Nem preciso dizer que caí na conversa dele né.
Virei, mexi e criei uma versão desse tal pão. Espero que gostem! A gente aprovou :-)

(Receita própria, ó que chique?)
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
500g de farinha de trigo
1 colher (sopa) de manteiga
280ml de água
1 colher (chá) de açúcar
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento seco instantâneo
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
15 azeitonas bem drenadas, picadinhas (seque-as com papel toalha para que não fiquem soltando líquido na massa)
1 colher (chá) de orégano seco
1/2 colher (chá) de alho em pó
Modo de preparo:
Em uma tigela grande, coloque a farinha e a manteiga. Com os dedos, vá incorporando a manteiga à farinha até que ela fique parecendo uma farofa. Feito isso, despeje os demais ingredientes na tigela e misture até obter uma massa. Transfira-a para a superfície de trabalho bem limpinha e sove até que ela fique lisa e elástica. Modele-a em forma de bola, coloque-a em uma tigela grande, untada com azeite (se preferir, você pode colocar um pouco de azeite no fundo da tigela, colocar a massa dentro e girá-la até que toda a sua superfície fique untada). Cubra a tigela com um filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.
Depois que a massa crescer, soque-a para extrair o gás que se formou e modele-a como preferir. Eu vou contar como fiz: modelei a massa em formato de bola e deixei-a crescer dentro de uma forma refratária com tampa (a forma foi untada com azeite e polvilhada com fubá). Enquanto a massa crescia, liguei o forno a 230ºC . Quando ela dobrou de volume, levei-a para assar tampada, por 25 minutos. Passado esse tempo, tirei a tampa e devolvi ao forno por mais 20 minutos.
Deixe que ele esfrie por meia hora para que a casca fique mais quebradiça e apetitosa, que nem a da foto :-)
Bolo de chocolate vegano
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
A primeira vez que eu ouvi falar deste bolinho foi no twitter da talentosa e inspirad(or)a Adriana Simizo. Desde então, ele vinha povoando meus pensamentos.
A receita é surpreendente: pelos ingredientes que a compõem, pelo nada de trabalho que dá e pelo resultado - um bolo úmido e fofo, bom para veganos ou para quem tem lombrigas com intolerância à lactose.

Receita vista no Kanten, da Adriana Simizo
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes (para um bolo pequeno):
1 1/4 de xícara de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
1/3 de xícara de cacau em pó
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de sal
1 xícara de água morna
1/3 de óleo de canola (ou outro óleo com sabor discreto)
1 colher (chá) de extrato de baunilha
1 colher (chá) de vinagre branco
Modo de preparo:
Numa tigela, peneire e misture os ingredientes secos. Em outro recipiente, misture os ingredientes líquidos. Despeje os ingredientes líquidos nos secos, misture bem com um fouet e despeje numa assadeira untada com óleo vegetal e polvilhada com farinha.
Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos, mais ou menos (faça o teste do palito).
Observações finais:
* Eu preparei a receita de um jeito mais 'suja-louça', mas a Adriana ensinou a preparar direto numa forma refratária, sujando só as xícaras e colheres de medida :-)
* Não fiz cobertura para o bolo porque não encontrei um creme vegetal sem vestígios de leite (eu o preparei para uma amiga que tem intolerância braba à lactose). Assim que encontrar um produto adequado, atualizo esse post. Porque bolo de chocolate sem cobertura não vale ;-)
A receita é surpreendente: pelos ingredientes que a compõem, pelo nada de trabalho que dá e pelo resultado - um bolo úmido e fofo, bom para veganos ou para quem tem lombrigas com intolerância à lactose.

Receita vista no Kanten, da Adriana Simizo
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Ingredientes (para um bolo pequeno):
1 1/4 de xícara de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
1/3 de xícara de cacau em pó
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de sal
1 xícara de água morna
1/3 de óleo de canola (ou outro óleo com sabor discreto)
1 colher (chá) de extrato de baunilha
1 colher (chá) de vinagre branco
Modo de preparo:
Numa tigela, peneire e misture os ingredientes secos. Em outro recipiente, misture os ingredientes líquidos. Despeje os ingredientes líquidos nos secos, misture bem com um fouet e despeje numa assadeira untada com óleo vegetal e polvilhada com farinha.
Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos, mais ou menos (faça o teste do palito).
Observações finais:
* Eu preparei a receita de um jeito mais 'suja-louça', mas a Adriana ensinou a preparar direto numa forma refratária, sujando só as xícaras e colheres de medida :-)
* Não fiz cobertura para o bolo porque não encontrei um creme vegetal sem vestígios de leite (eu o preparei para uma amiga que tem intolerância braba à lactose). Assim que encontrar um produto adequado, atualizo esse post. Porque bolo de chocolate sem cobertura não vale ;-)
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