Nas manhãs de quinta-feira, depois da sessão de acupuntura, vou até a casa da minha mãe. Chegar até a cozinha nunca é muito simples: primeiro é preciso vencer a barreira de lambidas de uma cachorrinha muito querida, que exige minha atenção. É o tempo certinho de a água do café ferver.
Diante da mesa, eu e minha mãe nos servimos do café recém-preparado - eu, com minha canecona vermelha; ela, com sua canequinha rosa. Então colocamos a conversa em dia. Falamos de nossas preocupações, alegrias, dos nossos maridos, das plantas no quintal. Adoçamos a boca com um bolinho recém-preparado, trocamos receitas e confidências.
Perto das 11 horas, nós nos levantamos. Enquanto minha mãe arruma a mesa, eu lavo a louça do nosso lanche. Diante da porta, nós nos abraçamos longamente e nos despedimos, reconfortadas pela certeza de que tudo se repetirá na próxima semana.
:-)
O 'segway' do alho
sábado, 23 de outubro de 2010

Já ouviram falar naquele veículo com duas rodas chamado Segway? Outro dia, enquanto passeávamos por uma loja de utilidades domésticas, o hômi me apareceu com essa novidade: um 'segway' para picar dentes de alho. Confesso que eu não botei muita fé, mas ele estava tão entusiasmado que acabamos levando para casa.
Pra quem não entendeu bem de que se trata, esse picador de alho nada mais é do que uma caixinha de acrílico transparente com 4 lâminas ligadas a um eixo que, por sua vez, é ligado a duas rodas localizadas na parte externa. Quando as rodinhas são friccionadas, o eixo das lâminas gira, picando o que estiver no caminho delas - no caso, o alho.

Gente, o trem funciona direitinho. Quando mais as rodinhas giram, mais picadinho fica o alho. As travas dele são ótimas, por isso não tem o menor risco de ele abrir durante o uso e causar algum acidente (ou um derramamento de alho). Com um desses, garanto que vai ter muita criança - e marmanjo - querendo ajudar na sua cozinha.
Para quem se interessou, o nome do produto é Garlic Zoom e ele é fabricado pela Chef'n. Não é muito barato aqui no Brasil por ser importado, mas já vi espremedores de alho nacionais mais caros. Encontrei na Toolbox, mas possivelmente deve ser vendido em outras casas do ramo.
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Presentes e aquisições
Molho de tahine para saladas
terça-feira, 19 de outubro de 2010

Meu restaurante natural preferido em Brasília é o Flor de Lótus. Sou fã do jeito com que tudo lá é preparado - a sensação que me dá é que a comida foi feita por gente que encara o ato de preparar alimentos como uma forma de cuidar, de fazer carinho, e esse sentimento bom se reflete na qualidade da comida.
Gosto especialmente de um molho de salada feito com tahine (pasta de gergelim) que sempre como por lá. Mas nem sequer sonhava em reproduzi-lo em casa até que esbarrei numa receita do livro Cozinha de Estar, da Rita Lobo (eu sou fã da Rita Lobo, já contei, né).
Vale a pena provar. Se quiser, faça como eu, que preparei o molho e guardei numa bisnaguinha de mostarda que comprei numa loja de 1,99. Assim, ele se conserva por mais tempo e eu me sirvo do tanto que eu quiser.

Receita vista em Cozinha de Estar, de Rita Lobo.
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
1 dente de alho
1 colher (chá) de sal
1/3 de xícara (chá) de tahine
1/3 de xícara (chá) de sumo de limão
1/3 de xícara (chá) de água
Modo de preparo:
Se você tiver um pilão, o começo da receita é bem mais simples: basta colocar nele o alho e sal e socar até obter uma pasta. Do contrário, pique o alho finamente, acrescente o sal e continue picando até obter uma pastinha.
Numa tigela (ou no próprio pilão, se ele for grande o suficiente para comportar confortavelmente 1 xícara de líquidos), misture a pasta de alho, o sumo do limão e o tahine. Bata vigorosamente com um garfo ou fouet até formar uma pasta. Adicione a água aos poucos e continue batendo até obter uma textura lisa.
A Rita sugere saborear o molho com abobrinhas grelhadas, legumes cozidos e, até mesmo, peixe ou frango grelhados. Eu acho que ele dá muita graça a qualquer salada (a da foto, por exemplo, tinha grão de bico cozido, abobrinha grelhada e radicchio e cenoura em tirinhas).
Observação final:
Este post não é pago, eu realmente gosto muito do Flor de Lótus - frequento há quase 10 anos.
Pão de castanha-do-pará
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Desde que me conheço por gente, eu como castanhas-do-pará. No começo, elas eram do Pará mesmo - chegavam até a minha casa em fardos carinhosamente trazidos por parentes maternos, junto com camarões secos e a farinha de tapioca mais leve e delicada que eu já comi.
Hoje em dia, as castanhas-do-pará são chamadas de castanhas-do-brasil e podem ser facilmente encontradas em supermercados. No mercadinho de produtos orgânicos perto de casa, eu costumo comprar óleo dessas castanhas.
As castanhas-do-pará deixaram de ser exóticas. Mas, para mim, sempre lembrarão visitas distantes, umidade e um cheiro verde e fresco, que só a terra de minha mãe tem.

Receita inspirada num pão de nozes que a Akemi fez
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Ingredientes:
1 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
1 colher (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (chá) de sal
300 ml de água
350g de farinha de trigo branca
150g de farinha de trigo integral
2 colheres (sopa) de óleo de castanha-do-pará
100g de castanhas-do-pará picadas grosseiramente
Modo de preparo:
Numa vasilha grande, misture as farinhas e o sal. Faça uma cova no meio e despeje o açúcar mascavo, o fermento e a água (se você estiver em um local frio, use água morna). Misture com uma colher de pau (ou com as mãos) até que a massa fique com cara de mingau. Adicione o óleo e as castanhas e comece a trabalhar a massa até que ela esteja em condição de ser transferida para uma superfície de trabalho levemente enfarinhada. Sove até que ela fique macia.
Forme uma bola com a massa e devolva à vasilha levemente untada com um pouquinho de óleo de castanha-do-pará. Cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.
Feito isso, extraia o ar da massa com os punhos, abra-a na superfície de trabalho, enrole como rocambole e acomode em forma de pão untada e polvilhada com fubá ou farinha de trigo. Cubra com um filme plástico e deixe crescer novamente até quase dobrar de volune outra vez.
Asse em forno preaquecido a 200ºC até que o pão fique com uma cor castanha bonita e emita um som oco, ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Tire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.
Observações finais:
*Eu optei por adicionar as castanhas picadas junto com o óleo porque achei que elas ficariam incorporadas à massa mais facilmente. Se você achar incômodo sovar uma massa cheia de pedacinhos duros, deixe para adicionar as castanhas depois, com a massa já sovada, como a Akemi ensina.
* Este é um pão recomendado apenas para quem gosta de castanhas-do-pará (tolerá-las não é o suficiente). Embora a massa tenha sabor suave, as castanhas estão por toda parte - quem não gosta delas (feito o hômi), torce o nariz.
Hoje em dia, as castanhas-do-pará são chamadas de castanhas-do-brasil e podem ser facilmente encontradas em supermercados. No mercadinho de produtos orgânicos perto de casa, eu costumo comprar óleo dessas castanhas.
As castanhas-do-pará deixaram de ser exóticas. Mas, para mim, sempre lembrarão visitas distantes, umidade e um cheiro verde e fresco, que só a terra de minha mãe tem.

Receita inspirada num pão de nozes que a Akemi fez
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Ingredientes:
1 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
1 colher (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (chá) de sal
300 ml de água
350g de farinha de trigo branca
150g de farinha de trigo integral
2 colheres (sopa) de óleo de castanha-do-pará
100g de castanhas-do-pará picadas grosseiramente
Modo de preparo:
Numa vasilha grande, misture as farinhas e o sal. Faça uma cova no meio e despeje o açúcar mascavo, o fermento e a água (se você estiver em um local frio, use água morna). Misture com uma colher de pau (ou com as mãos) até que a massa fique com cara de mingau. Adicione o óleo e as castanhas e comece a trabalhar a massa até que ela esteja em condição de ser transferida para uma superfície de trabalho levemente enfarinhada. Sove até que ela fique macia.
Forme uma bola com a massa e devolva à vasilha levemente untada com um pouquinho de óleo de castanha-do-pará. Cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.
Feito isso, extraia o ar da massa com os punhos, abra-a na superfície de trabalho, enrole como rocambole e acomode em forma de pão untada e polvilhada com fubá ou farinha de trigo. Cubra com um filme plástico e deixe crescer novamente até quase dobrar de volune outra vez.
Asse em forno preaquecido a 200ºC até que o pão fique com uma cor castanha bonita e emita um som oco, ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Tire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.
Observações finais:
*Eu optei por adicionar as castanhas picadas junto com o óleo porque achei que elas ficariam incorporadas à massa mais facilmente. Se você achar incômodo sovar uma massa cheia de pedacinhos duros, deixe para adicionar as castanhas depois, com a massa já sovada, como a Akemi ensina.
* Este é um pão recomendado apenas para quem gosta de castanhas-do-pará (tolerá-las não é o suficiente). Embora a massa tenha sabor suave, as castanhas estão por toda parte - quem não gosta delas (feito o hômi), torce o nariz.
Livro: Brincando com fogo, de Gordon Ramsay
sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Não se enganem com os bolos dos últimos posts: eu não tenho comido quase nada deles. Continuo em dieta, gemendo e chorando.
Como não posso ficar fazendo guloseimas toda hora (é flertar demais com o perigo) e não quero cansar ninguém com comidas sem nada de especial, resolvi escrever sobre um livro que acabei de ler: Brincando com Fogo, de Gordon Ramsay.
Devo confessar que li a primeira metade do livro exercitando bastante a minha força de vontade - o Sr. Ramsay não escreve bem e a tradução não ajuda nada. Além disso, poucas pessoas são tão cheias de si quanto ele: pelos seus relatos, não há nada que ele faça que não seja maior, melhor, mais sofisticado e inteligente do que o resto da humanidade. Até quando ele erra, parece que aprende mais do que a média dos homens.
Aos poucos, contudo, os feitos do chef boca suja começaram a me comover. Ele realmente tem qualidades, como determinação, força de vontade e foco. Ele entende como poucos o seu ramo de atuação. E, embora seja um mestre na arte do insulto, sabe elogiar e reconhecer o valor de sua equipe (um reconhecimento que vai muito além de discursos vazios e tapinhas nas costas).
Transcrevo a seguir um dos trechos que me chamou a atenção no livro:
Trabalhar duro não significa nada além de fazer o que você se dispõe a fazer, mas com uma intensidade de objetivo que foi pensada de antemão. Trabalhar duro esfregando panelas para evitar responsabilidades maiores é uma atitude que não resultará em nada além de uma panela limpa, e não é disso que estou falando. Sua mente tem de estar presente na ação, para compreender o motivo de trabalhar longas horas num ambiente inóspito, seja esse motivo aprender, ganhar experiência ou se tornar o primeiro entre iguais. Não é uma obsessão; é uma disciplina que se torna parte de você para a qual não há qualquer alternativa. Eu me lembro de como entendi imediatamente a pergunta: 'Sinceramente, você quer ser rico?'. Todos querem responder 'sim' a essa pergunta, mas há algo que não entendem bem: a palavra 'sinceramente'. Acham que a pergunta é apenas 'você quer ficar rico?'. 'Sinceramente' significa estar preparado a dar tudo para ficar rico, e isso significa trabalhar duro. Explicando de outra maneira, se você alcança um nível de sucesso acima do normal, então precisa criar disciplinas sobre as quais a maioria das pessoas nem quer ouvir falar.Minhas impressões finais sobre Brincando com fogo: apesar de chegado ao fim do livro e de não ter desgostado dele, poderia viver bem sem nunca ter folheado suas páginas. Imagino que quem vive profissionalmente o dia a dia dos grandes restaurantes (e que sonha em ter uma brigada pra chamar de sua) aproveite bem mais a leitura. Mas, para mim, cozinheira doméstica e leitora voraz, o livro não convenceu.
Pão de gérmen de trigo e mel
terça-feira, 5 de outubro de 2010
O hômi sempre dá um discreto suspiro de desânimo diante de um pão integral - o desgosto é mais forte do que ele. De um modo geral, integrais não têm muito espaço em suas preferências. Talvez o leite integral, o creme de leite integral, e olhe lá.
Na tentativa de fazê-lo comer melhor, já testei seu gosto por vários farelos e flocos saudáveis - linhaça, farelo de trigo, quinoa em flocos, amaranto em flocos... por enquanto, um dos que teve melhor aceitação foi o gérmen de trigo.
Vamos então a um pão que ele gosta!

Receita d'O livro dos pães, de Sarah Lewis
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Ingredientes:
475g de farinha de trigo
50g de gérmen de trigo
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de manteiga
1 1/4 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
2 colheres (chá) de mel claro
275ml de água
1 gema de ovo, para pincelar
2 colheres (sopa) de sementes de gergelim
Modo de preparo:
Coloque a farinha, o gérmen de trigo e o sal numa tigela grande, acrescente a manteiga e friccione com as mãos até obter uma farofinha. Mexendo, acrescente o fermento, depois o mel e, gradualmente, junte a água morna para formar uma massa macia.
Sove bem sobre uma superfície levemente enfarinhada por 5 minutos, até que a massa fique macia e elástica. Coloque a massa de volta na tigela untada com um pouco de azeite, cubra com filme plástico e deixe crescer até que ela dobre de tamanho.
Coloque a massa de volta sobre uma superfície levemente enfarinhada e sove bem. Enrole a massa, dando um formato oval de cerca de 23cm de diâmetro e transfira para uma assadeira untada (eu coloquei em uma forma de pão). Faça cortes na parte superior da massa com intervalos de 2,5cm usando uma faca afiada.
Cubra com filme plástico besuntado com óleo, sem apertar, e deixe em local quente para aquecer por 30 minutos ou até que a massa aumente pela metade novamente.
Pincele com a gema de ovo misturada com 1 colher (chá) de água e asse em forno preaquecido a 200ºC por 10 minutos. Retire do forno e pincele novamente com a gema e salpique com as sementes de gergelim. Asse por mais 15 a 20 minutos ou até que o pão fique bem dourado e pareça oco ao receber leves batidas com as pontas dos dedos.
Retire o pão do forno, deixe esfriar sobre uma grade e coma!
Na tentativa de fazê-lo comer melhor, já testei seu gosto por vários farelos e flocos saudáveis - linhaça, farelo de trigo, quinoa em flocos, amaranto em flocos... por enquanto, um dos que teve melhor aceitação foi o gérmen de trigo.
Vamos então a um pão que ele gosta!

Receita d'O livro dos pães, de Sarah Lewis
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Ingredientes:
475g de farinha de trigo
50g de gérmen de trigo
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de manteiga
1 1/4 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
2 colheres (chá) de mel claro
275ml de água
1 gema de ovo, para pincelar
2 colheres (sopa) de sementes de gergelim
Modo de preparo:
Coloque a farinha, o gérmen de trigo e o sal numa tigela grande, acrescente a manteiga e friccione com as mãos até obter uma farofinha. Mexendo, acrescente o fermento, depois o mel e, gradualmente, junte a água morna para formar uma massa macia.
Sove bem sobre uma superfície levemente enfarinhada por 5 minutos, até que a massa fique macia e elástica. Coloque a massa de volta na tigela untada com um pouco de azeite, cubra com filme plástico e deixe crescer até que ela dobre de tamanho.
Coloque a massa de volta sobre uma superfície levemente enfarinhada e sove bem. Enrole a massa, dando um formato oval de cerca de 23cm de diâmetro e transfira para uma assadeira untada (eu coloquei em uma forma de pão). Faça cortes na parte superior da massa com intervalos de 2,5cm usando uma faca afiada.
Cubra com filme plástico besuntado com óleo, sem apertar, e deixe em local quente para aquecer por 30 minutos ou até que a massa aumente pela metade novamente.
Pincele com a gema de ovo misturada com 1 colher (chá) de água e asse em forno preaquecido a 200ºC por 10 minutos. Retire do forno e pincele novamente com a gema e salpique com as sementes de gergelim. Asse por mais 15 a 20 minutos ou até que o pão fique bem dourado e pareça oco ao receber leves batidas com as pontas dos dedos.
Retire o pão do forno, deixe esfriar sobre uma grade e coma!
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Bolo de chocolate com mel e cobertura de brigadeiro
sábado, 2 de outubro de 2010
Minha amiga Carol é louca por doces - chocolate, em especial. Justamente em seu aniversário, ela estava recém-operada da vesícula e, por isso, não pôde comer bolo. Mas dei para ela um "vale-o-bolo-que-você-quiser", que foi devidamente utilizado agora, alguns meses depois.

Este bolo saiu do Feast, da Nigella (pouca gente sabe satisfazer as minhas lombrigas como ela). É mais um gol de placa da Sra. Lawson: úmido, delicioso, com um gostinho de mel muito bem-vindo.
Como a encomenda era um bolo bem 'chocolatudo', adicionei à massa algumas gotas de chocolate branco e meio amargo para ver se sobravam, ao menos, as alminhas delas depois de assar. O resultado foi que as gotas brancas se acumularam no fundo da assadeira, formando uma casquinha crocante gostosa. Mas, do jeito que a massa é boa, pode fazer sem adicionar gota alguma que você ainda vai ter um bolo incrível.

Receita ligeiramente adaptada de Nigella's Feast
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Ingredientes:
100g de chocolate com 70% de cacau derretido em banho maria ou no micro-ondas
275g de açúcar mascavo claro
225g de manteiga macia, em temperatura ambiente
125g de mel
2 ovos
200g de farinha de trigo
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (sopa) de cacau em pó
250ml de água fervente
100g de gotas de chocolate meio amargo (opcional)
100g de gotas de chocolate branco (opcional)
Modo de preparo:
Unte uma assadeira redonda de 23 cm de diâmetro com manteiga e polvilhe com farinha de trigo. E ligue o forno a 180ºC.
Feito isso, bata a manteiga como açúcar até obter um creme claro e fofo. Junte o mel à mistura. Em seguida, adicione um ovo de cada vez, intercalado com uma colher de farinha, batendo a cada adição para incorporar os ingredientes.
Junte à mistura o chocolate derretido e, então, o restante da farinha de trigo e o bicarbonato e bata até obter uma massa homogênea. Peneire por cima o cacau em pó e bata mais um pouco. Termine adicionando a água fervente (a massa vai ficar bem líquida). Se quiser colocar gotas de chocolate para deixar seu bolo ainda mais gordo, esta é a hora.
Despeje a massa na assadeira e leve para assar por aproximadamente 1h ou até que o bolo passe no teste do palito. Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de desenformar. Cubra como preferir e saboreie!
Observações finais:
*Este bolo sofreu alguns acidentes de percurso - minha assadeira era ligeiramente menor do que o recomendado pela Nigella e um pouco de massa caiu da forma. Como eu imaginei que isso poderia acontecer, já tinha preparado uma assadeira embaixo da forma do bolo para aparar os pingos de massa que caíssem. O bolo também afundou no centro, apesar de eu só ter aberto o forno com 45 minutos de forno. Pelo menos, nada disso interferiu no sabor.
*Nigella fez para esse bolo uma cobertura de chocolate e mel, com decoração de abelhinhas de marzipã. Omiti porque recebi uma encomenda muito específica quanto à cobertura de brigadeiro.
* Aliás, sobre o brigadeiro da cobertura, como estava sem cacau ou chocolate em pó em casa, eu o preparei com 1/4 de xícara de achocolatado em pó e um pedaço de 50g de chocolate com 70% de cacau. Ele ficou molinho, bem fácil de espalhar sobre o bolo.

Este bolo saiu do Feast, da Nigella (pouca gente sabe satisfazer as minhas lombrigas como ela). É mais um gol de placa da Sra. Lawson: úmido, delicioso, com um gostinho de mel muito bem-vindo.
Como a encomenda era um bolo bem 'chocolatudo', adicionei à massa algumas gotas de chocolate branco e meio amargo para ver se sobravam, ao menos, as alminhas delas depois de assar. O resultado foi que as gotas brancas se acumularam no fundo da assadeira, formando uma casquinha crocante gostosa. Mas, do jeito que a massa é boa, pode fazer sem adicionar gota alguma que você ainda vai ter um bolo incrível.

Receita ligeiramente adaptada de Nigella's Feast
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100g de chocolate com 70% de cacau derretido em banho maria ou no micro-ondas
275g de açúcar mascavo claro
225g de manteiga macia, em temperatura ambiente
125g de mel
2 ovos
200g de farinha de trigo
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (sopa) de cacau em pó
250ml de água fervente
100g de gotas de chocolate meio amargo (opcional)
100g de gotas de chocolate branco (opcional)
Modo de preparo:
Unte uma assadeira redonda de 23 cm de diâmetro com manteiga e polvilhe com farinha de trigo. E ligue o forno a 180ºC.
Feito isso, bata a manteiga como açúcar até obter um creme claro e fofo. Junte o mel à mistura. Em seguida, adicione um ovo de cada vez, intercalado com uma colher de farinha, batendo a cada adição para incorporar os ingredientes.
Junte à mistura o chocolate derretido e, então, o restante da farinha de trigo e o bicarbonato e bata até obter uma massa homogênea. Peneire por cima o cacau em pó e bata mais um pouco. Termine adicionando a água fervente (a massa vai ficar bem líquida). Se quiser colocar gotas de chocolate para deixar seu bolo ainda mais gordo, esta é a hora.
Despeje a massa na assadeira e leve para assar por aproximadamente 1h ou até que o bolo passe no teste do palito. Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de desenformar. Cubra como preferir e saboreie!
Observações finais:
*Este bolo sofreu alguns acidentes de percurso - minha assadeira era ligeiramente menor do que o recomendado pela Nigella e um pouco de massa caiu da forma. Como eu imaginei que isso poderia acontecer, já tinha preparado uma assadeira embaixo da forma do bolo para aparar os pingos de massa que caíssem. O bolo também afundou no centro, apesar de eu só ter aberto o forno com 45 minutos de forno. Pelo menos, nada disso interferiu no sabor.
*Nigella fez para esse bolo uma cobertura de chocolate e mel, com decoração de abelhinhas de marzipã. Omiti porque recebi uma encomenda muito específica quanto à cobertura de brigadeiro.
* Aliás, sobre o brigadeiro da cobertura, como estava sem cacau ou chocolate em pó em casa, eu o preparei com 1/4 de xícara de achocolatado em pó e um pedaço de 50g de chocolate com 70% de cacau. Ele ficou molinho, bem fácil de espalhar sobre o bolo.
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