Pão de pesto e azeitonas

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Mais uma receita do livro Pães sem segredo – a preferida do hômi. Ele a elegeu como uma das melhores que eu já fiz ever. E está cheio de sentimentos egoístas em relação à possibilidade de dividi-lo com quem quer que seja.

Pão de pesto e azeitonas inteiro
Receita vista em Pães sem segredo, de Sara Lewis

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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.

Ingredientes (para 1 pão de 750g):

200ml de água morna
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (chá) de sal
425g de farinha de trigo
1 colher (chá) de açúcar refinado
1 1/4 de colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
2 colheres (sopa) de molho pesto (usei um pesto que fiz em casa e congelei)
125g de azeitonas descaroçadas, picadas e bem drenadas (seque-as apertando entre folhas de toalha de papel)

Modo de preparo:

Numa vasilha grande, misture a farinha, o açúcar e o sal. Faça uma cova no meio e despeje a água morna e fermento. Misture com uma colher de pau (ou com as mãos) até que a massa fique com cara de mingau. Adicione o azeite, as azeitonas e o pesto e trabalhe a massa até que ela esteja em condição de ser transferida para uma superfície levemente enfarinhada. Sove até que ela fique macia.

Forme uma bola com a massa e devolva à vasilha levemente untada com um pouquinho de azeite. Cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Feito isso, extraia o ar da massa com os punhos, abra-a na superfície de trabalho, enrole como rocambole e acomode em forma de pão untada e polvilhada com farinha de trigo. Cubra com um filme plástico e deixe crescer novamente até quase dobrar de volume outra vez.

Asse em forno preaquecido a 200ºC até que o pão fique com uma cor bonita e emita um som oco ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Tire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

Pão de pesto e azeitonas cortado

Bolo nega maluca da Tia

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Bolo Nega Maluca

Outro dia comentei com a Glau, do Quitandoca, que tenho algumas falhas na minha formação 'bolística' - nunca tinha feito um bolo formigueiro ou um nega maluca. Pois bem, hoje começo a sanar este problema.

Acabo de saborear uma fatia bem generosa do bolo nega maluca do caderninho de receitas da Tia Zeci (já falei dela aqui e aqui). Afff, que coisa boa.

Fiz o bolo com achocolatado aproveitando um resto que havia de uma visita das minhas sobrinhas. Mas acho que deve ficar melhor com chocolate em pó não adoçado. Apesar de ter reduzido a quantidade de açúcar, ainda achei mais doce do que o que eu costumo fazer.

De qualquer forma, achei bom demais - muito úmido, macio, um escândalo.

Bolo Nega Maluca - fatia

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Ingredientes:


3 xícaras (chá) de farinha de trigo (substituí uma xícara de farinha por aveia em flocos)
2 xícaras de açúcar (usei 1 1/2)
1 xícara de achocolatado em pó (da próxima vez, usarei chocolate em pó)
1 xícara de água fervente
1/2 xícara de óleo
3 ovos
1 colher (sopa) de fermento em pó

Para a calda:

8 colheres (sopa) de açúcar (usei 6)
5 colheres (sopa) de leite
1 colher (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de achocolatado

Modo de preparo:

Peneire a farinha, o açúcar e o achocolatado em uma tigela grande. Adicione a água quente e misture com uma colher de pau até que ela esfrie, em contato com os ingredientes secos. Acrescente então o óleo e os ovos e misture até que eles fiquem minimamente incorporados. Feito isso, use a batedeira para deixar a massa bem uniforme. Por que eu recomendo que você use primeiro a colher de pau? Porque se você usar, de cara, a batedeira, a farinha vai voar e emporcalhar toda a sua cozinha. Por fim, acrescente o fermento e bata só até incorporá-lo.

Despeje a massa em uma assadeira untada e polvilhada com farinha e trigo e leve ao forno preaquecido a 180ºC por uns 45 minutos (faça o teste do palito). Cuidado ao abrir e fechar o forno durante os testes - faça-o sempre muito delicada e lentamente. Do contrário, o bolo se 'assusta' e afunda no meio que nem o meu.

Para preparar a calda, basta colocar os ingredientes numa panelinha e levar ao fogo até que eles fervam.

Retire o bolo do forno, espete-o várias vezes com uma faca e despeje a calda ainda quente sobre ele. Ela vai ser absorvida pela massa e o que 'empoçar' em cima vai fazer a sua alegria ;-)

Pão de aveia e mel

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Poucos lugares me metem mais medo do que uma livraria. Porque sei que vou me perder por horas dentro dela. E que sairei carregada de novas aquisições. E que essas novas aquisições já não terão lugar no espaço que reservei aos livros de culinária, e que se espalharão pela casa toda. Mas como resistir a mais um livro sobre pães?

Esta receita saiu do livro “Pães sem segredo” (Sara Lewis), minha mais recente aquisição. As receitas são específicas para máquina de fazer pão, mas são legais que eu quis levá-lo pra casa mesmo sem ter uma. AINDA :-P

Pão de aveia e mel inteiro
Receita vista em Pães sem segredo, de Sara Lewis

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Ingredientes (para 1 pão de 750g):


275ml de água morna
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (chá) de sal
200g de farinha de trigo
250g de farinha de trigo integral
50g de flocos de aveia
1 colher (sopa) de mel
2 3/4 colheres (chá) de fermento biológico seco instantâneo

Modo de preparo:


Numa tigelinha, dissolva o mel na água morna. Reserve.

Numa vasilha grande, misture as farinhas, a aveia e o sal. Adicione a manteiga e trabalhe-a com as mãos até obter uma textura semelhante a uma farofinha. Feito isso, faça uma cova no meio dessa mistura e despeje o fermento e a água com mel. Misture os ingredientes com a mão ou com uma colher de pau até obter uma massa que possa ser trabalhada numa superfície levemente enfarinhada. Sove até que ela fique macia.

Forme uma bola com a massa e devolva à vasilha levemente untada com um pouquinho de óleo de canola. Cubra com filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Depois disso, extraia o ar da massa com os punhos, abra-a na superfície de trabalho, enrole como rocambole e acomode em forma de pão untada e polvilhada com farinha de trigo. Cubra com um filme plástico e deixe crescer novamente até quase dobrar de volume outra vez.

Asse em forno preaquecido a 200ºC até que o pão fique com uma cor castanha bonita e emita um som oco ao levar pancadinhas com os nós dos dedos. Tire do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de comer.

World Peace Cookies

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sabe aqueles dias em que chove, o chefe está nervoso, o trabalho está chatíssimo e, para completar, você está numa TPM tão terrível que não consegue ver comercial de margarina sem chorar?

Esses cookies são feitos para estes momentos. São 'chocolatudos', deliciosos e nada enjoativos por conta de um ingrediente especial: a flor de sal, que equilibra a sua doçura.

Pode ser que biscoitos não possam trazer a paz mundial, como o nome destes sugere. Mas certamente rendem alguns minutos de paz de espírito.

World Peace Cookies
Receita daqui

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Ingredientes:

1 1/4 xícara de farinha de trigo
1/3 xícara de cacau em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
11 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente - 137,5g
2/3 xícara bem apertados de açúcar mascavo claro
1/4 xícara de açúcar
1/2 colher (chá) de flor de sal
1 colher (chá) de extrato de baunilha
3/4 xícara de chocolate meio amargo em gotas ou em pedacinhos

Modo de preparo:

Peneire a farinha, o cacau e o bicarbonato juntos. Reserve.

Na batedeira, bata a manteiga por 2 minutos em velocidade média até que ela fique fofa e cremosa. Acrescente os açúcares, o sal e a baunilha e bata por mais 2 minutos. Coloque os ingredientes secos e misture lentamente na batedeira até que não haja mais vestígios de farinha. Não se preocupe em bater demais - após a adição da farinha, quanto menos trabalhada a massa, melhor fica o biscoito. Junte os pedaços de chocolate e misture-os só até que eles fiquem bem misturados à massa.

Coloque a massa na sua superfície de trabalho, divida-a em duas partes e forme um rolinho de 4 cm de diâmetro com cada uma. Envolva os rolinhos em filme plástico e leve à geladeira por, pelo menos, 3 horas (você pode deixar na geladeira por até 2 dias ou no freezer, por até 2 meses. Neste último caso, não precisa descongelar antes de assar, basta deixar no forno por um minuto a mais).

Aqueça o forno a 160ºC. Forre duas assadeiras com tapetes de silicone ou com papel manteiga.

Usando uma faca fina e afiada, corte os rolinhos em rodelas de 1 cm de espessura. Disponha-as na assadeira deixando um espaço de 2,5 cm entre elas.

Asse cada fornada por 12 minutos. Os biscoitos vão sair do forno com cara de crus, meio 'fofos', mas é assim mesmo.

Coloque-os numa grade para resfriar bem. Quando eles estiverem frios é que eles vão mostrar a que vieram. E eles não decepcionam :-)

Focaccia de batatas

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Focaccia de batata

Como eu sou uma pessoa muito repetitiva, vou contar novamente que detesto desperdiçar comida. Por causa disso, meu freezer é cheio de pacotinhos misteriosos de sobras.

Em minha última incursão ao mundo das sobras congeladas, descobri um pacote de batatas amassadas. Como ia receber duas amigas para um vinho, resolvi dar um fim digno àquela sobra preparando focaccia de batatas.

A receita da massa, vi há muito tempo, no Quiche de Macaxeira. Adaptei as quantidades ao tanto de batata que tinha em casa e fiz a cobertura com o que a geladeira ofereceu. Também adaptei o modo de preparo (fiz manualmente). De qualquer forma, ficou uma delícia e acabou num instante.

Focaccia de batata - miolo
Receita adaptada daqui

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Ingredientes:

Para a massa:

2 batatas médias
500 g de farinha de trigo
1 colher (chá) de sal (usei granulado)
1 1/2 xícara de água morna
1 1/2 colher (chá) de fermento biológico seco
2 colheres (sopa) de azeite de oliva extra-virgem
2 colheres (sopa) de pesto

Para a cobertura:

1 cebola média cortada em meias-luas
Um punhado de azeitonas (se usá-las sem caroço, esprema-as entre toalhas de papel para que o excesso de umidade não faça a massa desandar ao redor delas)
Um punhado de tomatinhos sweet grape (pequeninos e doces, diliça)
Alho em flocos
Alecrim seco
Sal em flocos (ou sal grosso moído)
Pimenta moída na hora
Um fio de azeite

Modo de preparo:


Como eu já tinha batatas cozidas no freezer, apenas descongelei-as no microondas e usei. Se este não for o seu caso, cozinhe as batatas em água com sal e esprema-as ainda quentes. Espere esfriar um pouco antes de usar para não matar o fermento.

Numa tigela grande, misture as batatas mornas, a água, o sal, o açúcar e o fermento até obter um mingau grosso. Acrescente o azeite e o pesto e mexa bem. Despeje a farinha sobre a mistura e trabalhe-a bem com as mãos até obter uma massa grudenta, mas que possa ser sovada em uma superfície de trabalho levemente enfarinhada. Tenha paciência com ela e procure não acrescentar mais farinha para desgrudá-la logo das mãos.

Quando a massa estiver lisa e bonita, acomode-a numa tigela grande untada com azeite, cubra com um filme plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

Devolva a massa à superfície de trabalho, extraia o ar que se acumulou nela, molde-a num formato oval e chato (cerca de 2 cm de altura) e deite-a numa forma de pizza previamente untada e enfarinhada. Deixe-a descansar de novo coberta com um pano de prato úmido por uns 20 minutos para que ela cresça de novo.

Agora é hora da cobertura. Espalhe um fio de azeite por toda a superfície da focaccia e espalhe bem. Com o cabo de uma colher de pau, faça furos espaçados na massa. Em alguns deles, acomode os tomatinhos; em outros, as azeitonas bem secas. Acomode também as meias-luas de cebolas. Salpique tudo com sal em flocos, pimenta-do-reino moída na hora, alecrim seco e alho granulado.

Leve para assar em forno preaquecido a 180ºC até que a focaccia adquira uma bela cor dourada. Retire-a do forno, deixe que ela esfrie por 15 minutos e devolva-a ao forno por mais 5 minutos, só para ela ficar mais sequinha. Sirva-a quentinha, acompanhada por um bom azeite e um pouco de vinagre balsâmico. E vinho, claro :-)

Bolo de maracujá

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Há algum tempo, Ana Elisa, do La Cucinetta, contou que substituíra em seu bolo de limão preferido a fruta cítrica por maracujá e que tinha dado certo. Fiquei com esta ideia na cabeça por semanas - por que não substituir o limão por maracujá em meu bolo de limão preferido?

Neste fim de semana, fiz o teste. Fica realmente bom! Da próxima vez, provarei o maracujá antes de fazer a calda - ele não estava muito ácido e a calda acabou ficando mais doce do que eu gostaria. Talvez diminua também a quantidade de sementinhas da calda. Achei o croc-croc delas bem agradável, mas um pouco menos teria deixado o bolo mais bonitinho.

Bolo de maracujá

Receita adaptada daqui

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Ingredientes:


Para o bolo:
1 ½ xícara de farinha de trigo
2 colheres (chá) de fermento químico em pó
½ colher (chá) de sal
1 xícara de iogurte integral (eu usei iogurte desnatado que eu fiz aqui em casa, mesmo)
1 xícara de açúcar
½ xícara de óleo de canola
3 ovos
¼ de colher (chá) de extrato de baunilha
1 1/2 colher (chá) de suco de maracujá (natural, não diluído e não adoçado)

Para a calda de maracujá:
1/3 de xícara de açúcar (ou menos - vai depender da doçura do maracujá)
1/3 xícara de polpa de maracujá


Modo de preparo:


Peneire a farinha, o fermento e o sal em uma tigela média. Em outra tigela maior, combine o iogurte, o açúcar e o óleo de canola. Acrescente os ovos um de cada vez, mexendo bem até incorporá-los. Adicione a baunilha e o suco concentrado de maracujá. Por fim, junte os ingredientes peneirados à mistura líquida (tudo de uma vez) e misture até ficar homogêneo.

Despeje a massa em uma forma de bolo inglês bem untada (eu untei com manteiga e polvilhei farinha de trigo) e leve ao forno preaquecido a 180ºC por 50 minutos ou até que o bolo passe no teste do palito.

Nos últimos 5 a 10 minutos de forno, leve ao fogo médio os ingredientes da calda de maracujá até que o açúcar se dissolva totalmente. Deixe que essa calda esfrie um pouco.

Tire o bolo do forno e deixe-o esfriar na assadeira mesmo, sobre uma grade, por alguns minutos. Feito isso, desenforme o bolo no prato de servir e despeje sobre ele a calda. Ou, ainda, antes de desenformar o bolo, dê umas espetadelas nele com uma faca e derrame sobre essas fendas a calda de maracujá e só então desenforme.

Pão da Tia Zeci

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Pão da tia Zeci

Não é a primeira vez que escrevo sobre a tia Zeci. Há quase dois anos, ela não está entre nós – mas só fisicamente. Não há um só dia em que ela não frequente as nossas lembranças.

Este pão saiu do caderninho de receitas dela. Eu o preparei atendendo a um pedido de minha comadre, para que ela pudesse relembrar como se sova uma massa de pão.

Fiquei feliz por ser uma padeira um tiquinho mais experiente – se eu tivesse testado essa receita há alguns anos, ficaria apavorada com a massa enorme e grudenta e estragaria a textura do pão usando mais farinha do que o necessário.

No final, deu tudo certo. Três pães enormes, fofíssimos e muito cheirosos saíram do forno e fizeram a alegria do nosso lanche.

À noitinha, enquanto guardávamos o pedaço restante do pão, é que atentamos para o dia em que preparamos esta receita – 2 de novembro, o dia em que se homenageiam aqueles que já partiram. Quer melhor forma de homenagear uma cozinheira de mão cheia do que preparar uma de suas receitas preferidas? ;-)

Pão da tia Zeci cortado
As cores das fotos estão bem diferentes porque elas não foram tiradas nas mesmas condições de luz (há um lapso de um dia entre elas). Mas é o mesmo pão :-P

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Ingredientes (para 3 pães de aproximadamente 800g, cada):

600ml de leite morno (usei leite semidesnatado)
50g de fermento biológico fresco (usei 17g de fermento biológico seco instantâneo)
3 ovos inteiros (usei de ovos de galinha caipira orgânica)
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de óleo (usei canola)
1 colher (sopa) rasa de sal
1 kg de farinha de trigo peneirada (e mais um pouco para ajudar na sova - devo ter usado uns 100g)
Manteiga e farinha de trigo suficientes para untar as formas

Para pincelar os pães antes de levar ao forno:
1 gema misturada a 1 colher (sopa) de água

Modo de preparo:

Numa tigela grande, peneire a farinha, faça uma cova no meio e reserve.

Feito isso, no liquidificador, bata os seis primeiros ingredientes da lista – leite, fermento, ovos, açúcar, óleo e sal.

Despeje o líquido batido no meio da farinha e vá misturando com os dedos ou com uma colher de pau até obter uma massa grudenta. Feito isso, transfira a massa para uma superfície enfarinhada e capriche na sova. No começo dá desespero porque a massa é muito volumosa e gruda até na alma, mas força na peruca. Se quiser, peça ajuda ao Bertinet, que ele sabe das coisas. O importante é resistir à tentação de encher de farinha. Eu acabei acrescentando um pouco mais – perto de 100g.

Quando a massa estiver lisinha e elástica, coloque-a novamente em uma tigela grande levemente untada com óleo. Cubra com filme plástico e deixe crescer até que a massa dobre de tamanho.

Passado esse tempo, retire a massa da tigela, divida-a em partes e extraia o ar de dentro delas. Por que dividir em pedaços? Porque a massa é gigante, se não dividir, não dá para extrair o ar devidamente. Depois disso, é hora de modelar o pão do jeito que você preferir. A tia fazia um montão de pãezinhos redondos. Eu, que sou preguiçosa, dividi a massa em 3 partes iguais e modelei três pães de forma, que acomodei em formas de 31cm x 12,5cm untadas e enfarinhadas. Cobri os pães com um pano de prato úmido e deixei crescer novamente até que eles se projetassem para fora da forma.

Antes de levar os pães ao forno, pincele-os com a gema misturada com água. Não exagere nesse banho de ovo, senão o pão gruda na forma. Asse-os em forno preaquecido a 190ºC por mais ou menos 50 minutos. Assim que tirá-los do forno, desenforme-os e verifique se eles emitem um som oco quando levam pancadinhas no fundo. Se não fizerem, devolva ao forno por mais uns 10 minutos. Deixe esfriar sobre uma grade por, pelo menos, meia hora antes de comer.

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