Bolo de mel com maçãs carameladas
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Bom diaaaaaa! Depois de quase 20 dias de ausência, cá estou eu de novo tirando a poeira das cadeiras e coando um café para receber você! Está notando o bronzeado? Não? Pra falar a verdade, nem eu noto direito, mas o fato é que eu sumi daqui porque viajei de férias com as crianças - fomos à praia. Eles adoraram!
Em meu retorno, deixo aqui um bolo sensacional tia Martha - na verdade, uma adaptação dele. Preparei-o em homenagem a amigos judeus muito queridos, que nesta quinta comemoraram o início do ano de 5775 (Rosh Hashaná). Na tradição judaica, come-se maçã com mel nessa ocasião para que o ano novo seja doce.
A receita original pedia peras anjou vermelhas e forma redonda de fundo removível com 25 cm de diâmetro, mas resolvi adaptá-la às minhas necessidades (usei maçãs gala e duas formas de anel com 20 cm de diâmetro). O resultado não podia ser mais feliz: dois bolinhos delicados, aromáticos, muito macios e com um sabor incrível. E, o que é melhor, bastante simples de fazer.
Prove hoje mesmo! Mesmo que não seja Rosh Hashaná. Mesmo que você não seja judeu. Todo dia pode ser o primeiro de um novo tempo na vida. E que ele seja tão doce como você merece.
Receita adaptada daqui
Quer salvar esta receita no Pinterest ou nos seus bookmarks? Encontre-a no novo endereço do blog: nocalordofogao.com.br.
O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
Para o bolo:
Manteiga sem sal amolecida para untar as formas
1 3/4 xícaras de farinha de trigo (mais um pouquinho para as assadeiras)
3/4 de colher (chá) de fermento em pó (usei 1 colher de chá porque precisei suprimir o bicarbonato)
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio (não tinha em casa)
1 colher (chá) de sal moído (usei 1/2 colher de chá de sal marinho fino mesmo)
1/2 colher (chá) de canela em pó
2 ovos grandes
1/2 xícara de açúcar cristal (usei demerara)
1/4 de xícara de açúcar mascavo claro
1/2 xícara + 2 colheres (sopa) de mel (o melhor que você puder encontrar - usei um neozelandês mara dessa marca aqui)
1/2 xícara de leite (usei desnatado)
1/2 xícara de óleo vegetal (usei canola)
1/2 colher (chá) de raspas de limão siciliano
Para a cobertura:
1 colher (sopa) de manteiga sem sal
750g de maçãs gala cortadas em meias-luas com 5 mm de espessura (a receita original levava peras anjou vermelhas)
1/4 de xícara de açúcar (usei demerara)
1/4 de xícara de mel
Modo de preparo:
Preaqueça o forno a 160ºC. Unte e enfarinhe uma forma de fundo removível de 25 cm de diâmetro (usei duas de anel com 20 cm de diâmetro).
Em uma tigela, misture a farinha, o fermento e o bicarbonato, o sal e a canela; reserve.
Na batedeira equipada com acessório de pá, bata os ovos e os açúcares por cerca de 3 minutos, até ficar obter um creme claro e espesso.
Em uma tigelinha, misture o mel, o leite, o óleo e as raspas de limão. Com a batedeira em velocidade baixa, adicione a mistura de mel à de ovos; bata até incorporar, cerca de 1 minuto. Acrescente então metade da mistura de farinha; bata até ficar homogêneo. Por fim, incorpore o restante.
Deite a massa na(s) forma(s) preparada(s) e leve ao forno até o bolo dourar e passar no teste do palito (o cheiro - divino - deve avisar quando esse momento chegar).
Deixe o bolo esfriar sobre uma grade por pelo menos 15 minutos antes de desenformá-lo no prato de servir - aproveite esse período para preparar a cobertura de maçãs.
Vamos lá? Primeiro, derreta a manteiga em fogo médio, em uma frigideira grande (lembre-se - é quase 1 kg de maçãs). Adicione o açúcar e cozinhe, mexendo sempre, até quase dissolvê-lo (1 a 2 minutos).
Adicione então as maçãs e cozinhe, mexendo ocasionalmente, até ficarem macias e douradas (12 a 20 minutos). Acrescente o mel e misture, deixando cozinhar por mais 3 a 5 minutos, até que as maçãs estejam cobertas com a calda e muito macias.
Deixe as maçãs esfriarem ligeiramente e então cubra o bolo com elas (use um garfo para dispor as frutas e deite a calda restante sobre elas). Se quiser, sirva com chantilly.
Observações finais:
O bolo (sem a cobertura de maçãs) pode ser feito um dia antes e guardado coberto com filme plástico em temperatura ambiente (eu fiz isso - nem tirei da assadeira).
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Sem glúten, sem lactose
domingo, 7 de setembro de 2014
Quando falta tempo para posts novos, o que sobra? Coletânea!
Esta aqui é dedicada a quem tem alergia ou intolerância a glúten e lactose. Mesmo quem não precisa seguir dietas especiais vai passar bem com essa seleção de gostosuras.
Duas observações importantes:
* Para receitas com chocolate, certifique-se de que o que você vai usar não contenha traços de leite. Até agora, soube desses dois aqui, de fabricação nacional.
* Para receitas com aveia, dê preferência à aveia sem glúten certificada (por enquanto, só conheço desta marca aqui).
Agora vamos às receitas!
Quer salvar estas receitas no Pinterest ou nos seus bookmarks? Encontre-as no novo endereço do blog: nocalordofogao.com.br.
O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
1. Bolo de mandioca com coco: eu sei, esse bolo aqui já apareceu em outra seleção. Mas ele merece, gente. É de liquidificador, facinho de preparar, e fica uma delícia.

*********************
2. Bolo molhadinho de milho e coco: minha receita favorita de bolo de milho. Também é de liquidificador e fica um absurdo de bom.

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3. Bolo de flocão, milho e coco: quer variar de bolo de milho? Tem esse aqui, que parece ter nascido para acompanhar um café quentinho. Prepare no liquidificador, num instantinho, e vá ser feliz.

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4. Bolo de coco e chocolate: esse bolo foi um verdadeiro achado. Fica super chocolático e delicioso. E também é de liquidificador!

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5. Bolo de banana da Martinica: Mais um bolo bom demais! Este é a minha variação preferida do bolo de banana com aveia da Glau.

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6. Brownies de abacate: uma receita que vai ganhar o coração de quem não pode com glúten ou lactose.
Esta aqui é dedicada a quem tem alergia ou intolerância a glúten e lactose. Mesmo quem não precisa seguir dietas especiais vai passar bem com essa seleção de gostosuras.
Duas observações importantes:
* Para receitas com chocolate, certifique-se de que o que você vai usar não contenha traços de leite. Até agora, soube desses dois aqui, de fabricação nacional.
* Para receitas com aveia, dê preferência à aveia sem glúten certificada (por enquanto, só conheço desta marca aqui).
Agora vamos às receitas!
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1. Bolo de mandioca com coco: eu sei, esse bolo aqui já apareceu em outra seleção. Mas ele merece, gente. É de liquidificador, facinho de preparar, e fica uma delícia.

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2. Bolo molhadinho de milho e coco: minha receita favorita de bolo de milho. Também é de liquidificador e fica um absurdo de bom.

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3. Bolo de flocão, milho e coco: quer variar de bolo de milho? Tem esse aqui, que parece ter nascido para acompanhar um café quentinho. Prepare no liquidificador, num instantinho, e vá ser feliz.

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4. Bolo de coco e chocolate: esse bolo foi um verdadeiro achado. Fica super chocolático e delicioso. E também é de liquidificador!

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5. Bolo de banana da Martinica: Mais um bolo bom demais! Este é a minha variação preferida do bolo de banana com aveia da Glau.

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6. Brownies de abacate: uma receita que vai ganhar o coração de quem não pode com glúten ou lactose.
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Brownies com azeite de oliva
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Depois que saboreou os melhores brownies de sua vida, o hômi ficou meio besta chato exigente. Todo brownie que ele come é comparado com os ditos cujos (e sai derrotado, invariavelmente). Foi o caso desses bonitinhos da foto, que desejei desde a primeira vez que ouvi a Pat falar deles, lááááá no fim de junho.
Da primeira vez em que os preparei, resolvi suprimir o cacau em pó, já que estava usando um chocolate com teor de cacau mais alto (70%). O hômi provou, ergueu uma só sobrancelha (acho o máximo quem consegue fazer isso) e fez suas considerações: boa textura, boa umidade, boa aparência, topo quebradiço bacana. Mas falta chocolatice. E sobra um pouquinho de açúcar (é, ele ficou muito bom em avaliar brownies - tem mais quesitos que jurado de desfile de escola de samba).
Provei um pedacinho e tive de dar o braço a torcer: ele tinha razão. Refiz a receita, diminuindo um tiquinho a quantidade de açúcar a acrescentando cacau em pó. Para mim, ficou perfeito. Para o meu crítico de brownies, ficou muito bom. Mas não desbanca o melhor :-P

Receita adaptada daqui
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Ingredientes:
115g de chocolate meio-amargo, picadinho (usei um com 70% de cacau)
1/3 xícara (80ml) de azeite de oliva extra-virgem de sabor frutado
2 ovos grandes, temperatura ambiente
¾ xícara (150g) de açúcar cristal (usei 120 g e foi a conta certa para o nosso paladar)
1 colher (chá) de extrato de baunilha
½ xícara (70g) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de cacau em pó, sem adição de açúcar (indispensável, para o nosso gosto)
1/8 colher (chá) de sal
Modo de preparo:
Preaqueça o forno a 180°C. Unte levemente com óleo uma forma quadrada de 20 cm, forre-a com papel alumínio deixando sobrar em dois lados opostos, formando “alças”, e unte o papel também*.
Derreta o chocolate em banho-maria em uma tigela pequena. Retire do fogo, junte o azeite e misture com um batedor de arame. Deixe esfriar.
Na batedeira, bata os ovos e o açúcar até obter um creme espesso e claro. Incorpore a baunilha e a mistura de chocolate com azeite usando uma espátula e misturando gentilmente, de baixo para cima. Incorpore a farinha, o cacau e o sal da mesma forma. Transfira a massa para a forma preparada e alise a superfície.
Asse por 20-25 minutos ou até que o topo fique craquelado e aparente estar seco, e um palito inserido no centro dos brownies saia levemente úmido. Deixe esfriar completamente antes de cortar em quadradinhos.
Observações finais:
* Como vocês devem ter notado, eu assumi meu ladopreguiçoso prático e só tenho usado formas descartáveis de alumínio. É ótimo! Não preciso untar, posso acondicionar no freezer facilmente... e é ótimo para lanches fora de casa! Para esta receita, usei uma forma retangular baixinha, com capacidade para 750 ml.
* Em casa, gostamos de comer este brownie direto da geladeira - ela fica super fudgy!
Da primeira vez em que os preparei, resolvi suprimir o cacau em pó, já que estava usando um chocolate com teor de cacau mais alto (70%). O hômi provou, ergueu uma só sobrancelha (acho o máximo quem consegue fazer isso) e fez suas considerações: boa textura, boa umidade, boa aparência, topo quebradiço bacana. Mas falta chocolatice. E sobra um pouquinho de açúcar (é, ele ficou muito bom em avaliar brownies - tem mais quesitos que jurado de desfile de escola de samba).
Provei um pedacinho e tive de dar o braço a torcer: ele tinha razão. Refiz a receita, diminuindo um tiquinho a quantidade de açúcar a acrescentando cacau em pó. Para mim, ficou perfeito. Para o meu crítico de brownies, ficou muito bom. Mas não desbanca o melhor :-P

Receita adaptada daqui
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Ingredientes:
115g de chocolate meio-amargo, picadinho (usei um com 70% de cacau)
1/3 xícara (80ml) de azeite de oliva extra-virgem de sabor frutado
2 ovos grandes, temperatura ambiente
¾ xícara (150g) de açúcar cristal (usei 120 g e foi a conta certa para o nosso paladar)
1 colher (chá) de extrato de baunilha
½ xícara (70g) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de cacau em pó, sem adição de açúcar (indispensável, para o nosso gosto)
1/8 colher (chá) de sal
Modo de preparo:
Preaqueça o forno a 180°C. Unte levemente com óleo uma forma quadrada de 20 cm, forre-a com papel alumínio deixando sobrar em dois lados opostos, formando “alças”, e unte o papel também*.
Derreta o chocolate em banho-maria em uma tigela pequena. Retire do fogo, junte o azeite e misture com um batedor de arame. Deixe esfriar.
Na batedeira, bata os ovos e o açúcar até obter um creme espesso e claro. Incorpore a baunilha e a mistura de chocolate com azeite usando uma espátula e misturando gentilmente, de baixo para cima. Incorpore a farinha, o cacau e o sal da mesma forma. Transfira a massa para a forma preparada e alise a superfície.
Asse por 20-25 minutos ou até que o topo fique craquelado e aparente estar seco, e um palito inserido no centro dos brownies saia levemente úmido. Deixe esfriar completamente antes de cortar em quadradinhos.
Observações finais:
* Como vocês devem ter notado, eu assumi meu lado
* Em casa, gostamos de comer este brownie direto da geladeira - ela fica super fudgy!
Boas intenções, miolos moles e pãezinhos de mandioquinha
sábado, 30 de agosto de 2014

Tempo livre é algo que está cada vez mais escasso por aqui. Mas, para quem a gente ama, sempre dá para abrir um espacinho, né. Foi com essa bela intenção que eu aproveitei um pedacinho de tarde livre, um bocado de mandioquinha cozida e fiz esses pãezinhos para o hômi. Tinha uma lembrança remota de ele ter se queixado de não encontrá-los mais no supermercado onde costumamos fazer compras.
O hômi recebeu os pãezinhos com surpresa. Comeu dois de uma só tacada, elogiou, mas ficou com uma cara esquisita. Resolvi sondar o que estava acontecendo.
- Você não gostou dos pãezinhos?
- Gostei, sim! Estão muito bons.
- Estão muito diferentes dos que você comprava no supermercado?
- Estão, sim.
- O que exatamente está diferente?
- Os que eu comprava no supermercado eram de abóbora.
Cuén. Depois dessa, fiquem com a receita, que é uma delícia (e que funciona muito melhor do que a minha cabecinha).

Receita minimamente do blog da querida Laurinha
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Ingredientes:
500 g de farinha de trigo (pode ser que você use um pouco menos - vai depender da mandioquinha)
10 g de fermento biológico seco instantâneo
250 g de mandioquinha cozida e espremida
¼ xícara (chá) de leite
½ xícara (chá) de óleo de canola
1 colher (sopa) de manteiga
2 ovos
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (chá) de sal
Modo de preparo:
Vou explicar como preparar esta receita na batedeira, o método que utilizei. Mas se preferir, pode fazer tudo a mão.
Combine o fermento a 300 g de farinha de trigo, misturando bem. Reserve.
Com a batedeira equipada com o gancho para massas, misture os demais ingredientes - mandioquinha, leite, óleo, manteiga, ovos, açúcar e sal. Quando a mistura estiver uniforme, acrescente a farinha de trigo misturada ao fermento às colheradas, com o batedor em velocidade baixa.
Quando a farinha com fermento for toda incorporada, a massa estará bem grudenta. Se a sua batedeira for valente (a minha é), acrescente mais 150 g de farinha, ainda às colheradas, batendo sempre em velocidade lenta. Se a sua batedeira já estiver pedindo arrego, transfira a massa grudenta para a superfície de trabalho e incorpore a farinha manualmente, sovando bem.
Quando a massa estiver lisa, elástica e sem grudar nas mãos, forme uma bola com ela e acomode-a em uma tigela grande, levemente untada. Cubra-a com um plástico (também untado) e deixe em local quentinho, protegido de vento e variações de temperatura.
Quando a massa tiver dobrado de volume, aperte-a com os punhos para extrair o gás acumulado e modele os pãezinhos como preferir (fiz bolotas de cerca de 50 g). Acomode em assadeira untada e enfarinhada, cubra com um pano de prato levemente umedecido (para não ressecar) e deixe crescer novamente até dobrar de volume.
Leve ao forno preaquecido a 180ºC por uns 25 minutos ou até que os pãezinhos fiquem dourados. Deixe esfriar por meia hora antes de comer.
Observação final:
"Por que eu preciso me torturar e esperar 30 infinitos minutos antes de comer o pão, Letrícia?". Não brigue comigo, que tudo tem explicação. Assim que o pão sai do forno, ainda está bem úmido por dentro - se você tenta cortá-lo ou comê-lo, vai reparar que o miolo vai parecer meio grudento.
Se você conseguir esperar, o calor residual que está no pão vai cuidar de evaporar essa umidade. E tchanan, você terá um pão com miolo fofinho para comer!
Especial "tem legume no meu bolo!"
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Como vocês devem ter notado (ou não), este blog anda meio devagar porque a vida aqui fora está muuuuito corrida. Tenho cozinhado regularmente, testado várias receitas, mas não tem dado tempo de preparar posts novos :-/
Mas quem não tem pão come brioches, e quem não tem post novo faz coletânea! E a de hoje é sobre bolos que têm legumes entre seus ingredientes.
Aqui no Brasil, não tem quem não conheça o bolo de cenoura - aquele que a gente prepara no liquidificador e cobre com cobertura de chocolate assim que sai do forno. Mas outros legumes passeiam contentes pelo mundo dos bolos! Já estão com as sacolinhas de feira no braço? Então, #vemgentchy!
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
1. Bolo de chocolate e abobrinhas - Detratores da abobrinha, acalmem-se: este não é um bolo 'abobrinhento'. Ela entra na receita apenas para deixar o bolo úmido. Observadores mais atentos talvez identifiquem um ou outro pontinho verde - isto, se conseguirem conter seu apetite.

***************
2. Bolo de chocolate e beterraba - Receita fina, benhê - criação de Nigel Slater com execução de David Lebovitz. Sublime é a palavra que me ocorre. Possivelmente um dos melhores bolos que eu já comi na vida.

***************
3. Bolo de abóbora da Sara - Preparei este bolo quando estava no auge da dieta e, por isso, não cheguei a prová-lo. Mas foi comido com tamanha voracidade por meus caléugas que, com certeza, deve ser incrível.

***************
4. Bolo integral de cenoura, coco e amêndoas
É engraçado como o paladar da gente muda ao longo do tempo. Confesso que jamais pensaria neste bolo como primeira opção para acompanhar um café da primeira vez em que o preparei. Hoje em dia, só de reler a lista de ingredientes, já começo a suspirar.

***************
5. Bolo de cenoura tradicional - Ah, não dá para não ter! Hoje em dia faço essa receita um pouquinho diferente: uso um ovo a menos e uma cenoura a mais. E, como ainda não encontrei a cobertura de chocolate quebradiça que eu amava quando criança, tenho me virado com ganache, brigadeiro mole ou Nutella.

***************
Não é bolo, mas merece estar aqui*
*Esta parte do post foi editada porque, como bem comentou a Natália (obrigada, Natália! :-D), feijão é legume, sim. Desculpem pela mancada!
No início deste ano, testei duas receitas de brownies com ingredientes pra lá de estranhos, mas que ficaram deliciosas. Vale a pena deixar o receio de lado e dar uma chance a essas delicinhas.
1. Triple chocolate brownies com feijão preto - Duvido que alguém descubra que há feijões nele. E duvido mais ainda que alguém consiga resistir a um segundo pedaço. Excelentes.
***************
2. Brownies com abacate - Ok, abacate não é legume, mas não é todo dia que entra em receita de brownie, né. E não torça o nariz antes de provar essas gostosuras - têm textura leve, quase de mousse, e são suuuuper chocolatudos. Use um chocolate sem traços de leite e pronto, você já tem tudo que precisa para ganhar o coração dos intolerantes a glúten e lactose.
Mas quem não tem pão come brioches, e quem não tem post novo faz coletânea! E a de hoje é sobre bolos que têm legumes entre seus ingredientes.
Aqui no Brasil, não tem quem não conheça o bolo de cenoura - aquele que a gente prepara no liquidificador e cobre com cobertura de chocolate assim que sai do forno. Mas outros legumes passeiam contentes pelo mundo dos bolos! Já estão com as sacolinhas de feira no braço? Então, #vemgentchy!
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1. Bolo de chocolate e abobrinhas - Detratores da abobrinha, acalmem-se: este não é um bolo 'abobrinhento'. Ela entra na receita apenas para deixar o bolo úmido. Observadores mais atentos talvez identifiquem um ou outro pontinho verde - isto, se conseguirem conter seu apetite.

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2. Bolo de chocolate e beterraba - Receita fina, benhê - criação de Nigel Slater com execução de David Lebovitz. Sublime é a palavra que me ocorre. Possivelmente um dos melhores bolos que eu já comi na vida.

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3. Bolo de abóbora da Sara - Preparei este bolo quando estava no auge da dieta e, por isso, não cheguei a prová-lo. Mas foi comido com tamanha voracidade por meus caléugas que, com certeza, deve ser incrível.

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4. Bolo integral de cenoura, coco e amêndoas
É engraçado como o paladar da gente muda ao longo do tempo. Confesso que jamais pensaria neste bolo como primeira opção para acompanhar um café da primeira vez em que o preparei. Hoje em dia, só de reler a lista de ingredientes, já começo a suspirar.

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5. Bolo de cenoura tradicional - Ah, não dá para não ter! Hoje em dia faço essa receita um pouquinho diferente: uso um ovo a menos e uma cenoura a mais. E, como ainda não encontrei a cobertura de chocolate quebradiça que eu amava quando criança, tenho me virado com ganache, brigadeiro mole ou Nutella.

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Não é bolo, mas merece estar aqui*
*Esta parte do post foi editada porque, como bem comentou a Natália (obrigada, Natália! :-D), feijão é legume, sim. Desculpem pela mancada!
No início deste ano, testei duas receitas de brownies com ingredientes pra lá de estranhos, mas que ficaram deliciosas. Vale a pena deixar o receio de lado e dar uma chance a essas delicinhas.
1. Triple chocolate brownies com feijão preto - Duvido que alguém descubra que há feijões nele. E duvido mais ainda que alguém consiga resistir a um segundo pedaço. Excelentes.
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2. Brownies com abacate - Ok, abacate não é legume, mas não é todo dia que entra em receita de brownie, né. E não torça o nariz antes de provar essas gostosuras - têm textura leve, quase de mousse, e são suuuuper chocolatudos. Use um chocolate sem traços de leite e pronto, você já tem tudo que precisa para ganhar o coração dos intolerantes a glúten e lactose.
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Eba! 7 anos!
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Desde a chegada das crianças na minha vida, tudo tem acontecido não necessariamente quando planejado ou marcado no calendário - as coisas acontecem quando tudo conspira a favor. Por isso, com dois meses de atraso, comemoro com vocês o sétimo ano de No Calor do Fogão, com direito a novo visual!
Mais uma vez, contei com o apoio inestimável de Rodrigo e Alan, os moços queridos com quem eu trabalho (é deles a programação visual anterior do blog). Além de talentosos, os dois são uns fofos, suportaram todos os meus pitacos e 'clientices' com um sorriso no rosto.
Quer conhecer o trabalho deles? Quer cont(r)atá-los? É facim: acessem a conta da Alvetti.com no Facebook.
Geleia* de framboesa caseira
domingo, 10 de agosto de 2014
Esta é a minha terceira geleia* em pouco mais de um mês. Fazer geleia* tem algo de mágico e viciante. Fruta e açúcar, tão diferentes entre si, se combinam perfeitamente no calor do fogão. As cores, os aromas, os sabores, tudo se intensifica. E, de repente, a gente se vê diante de algo novo e delicioso.
Framboesas são as minhas berries preferidas - o perfume, a acidez na medida certa, a cor vibrante, não tem como não amar. O problema é que elas, frescas, são absurdamente caras. Fica bem mais em conta comprá-las congeladas. Foi o que eu fiz há um tempinho atrás, quando as encontrei em um supermercado.
Acho que já contei para vocês, mas sou uma criatura besta que faz cerimônia com tudo - até com ingredientes diferentes ou equipamentos novos de cozinha. Fico pesquisando, lendo, até encontrar a forma ideal de estreá-los. Por conta disso, foi preciso ter o freezer lotado mais uma vez para decidir dar um fim às lindas framboesas congeladas.
Como tinha feito geleia de maracujá pouco tempo antes, fiquei com vontade de fazer uma nova geleia. Escolhi uma receita bem simples, em que o sabor das framboesas tivesse o destaque que merece.
Gente, dá um orgulho ver a geleia* pronta! É tão, tão linda, tão, tão cheirosa, tão, tão gostosa...

Receita livremente adaptada daqui
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
400 g de framboesas congeladas
280 g de açúcar
Suco de um limão pequeno
Modo de preparo:
Acomode as framboesas congeladas em uma panela de fundo grosso e despeje por cima o açúcar. Misture delicadamente e deixe descansar por 1 hora para macerar as frutas.
Passada essa etapa, leve a panela ao fogo médio. Mexa um pouco para que as frutas a liberem seu suco e o açúcar se dissolva. Diminua a temperatura, se necessário, e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos, mexendo ocasionalmente. Adicione então o suco de limão e misture bem.
Neste ponto, a geleia* já deve estar começando a tomar forma. É hora de colocar esse bracinho pra trabalhar e mexer de forma suave e constante até que ela alcance a consistência desejada (faça o teste pingando um pouquinho de geleia num pires - se a geleia escorrer lentamente, está no ponto*).
Acomode a geleia* ainda quente em frascos com tampa, esterilizados. Deixe esfriar e conserve em geladeira. Ou siga o passo a passo ensinado pela Akemi para poder manter sua geleia fora da geladeira enquanto ela estiver fechada.
Observações finais:
* O ponto da geleia* de framboesa é diferente do da geleia de maracujá ou de goiaba - é desejável que ela não fique tão firme, pois ganha bastante consistência ao esfriar. De qualquer forma, não se aflija se a sua geleia ficou mais espessa. Você pode colocar em um potinho a porção que vai consumir e aquecer no micro-ondas ou em banho-maria. Se preferir, pode pingar um pouquinho de água quente e misturar bem, que também dá certo.
* A leitora Virgínia Rosa comentou aqui, com muita propriedade, que o que eu fiz não é geleia, mas compota. É isso mesmo: geleias são feitas com suco de fruta e açúcar e têm a aparência de um gel translúcido. Já as compotas são de frutas cozidas inteiras ou em pedaços com algum líquido e açúcar. O resultado final é mais parecido com um purê de frutas. A explicação detalhada está disponível aqui. Como há quem já tenha salvo esta receita como geleia, preferi não mudar o nome dela, apenas acrescentar asteriscos ao longo do post e essa explicação, no final. Mas é COMPOTA de framboesa, hein?
Framboesas são as minhas berries preferidas - o perfume, a acidez na medida certa, a cor vibrante, não tem como não amar. O problema é que elas, frescas, são absurdamente caras. Fica bem mais em conta comprá-las congeladas. Foi o que eu fiz há um tempinho atrás, quando as encontrei em um supermercado.
Acho que já contei para vocês, mas sou uma criatura besta que faz cerimônia com tudo - até com ingredientes diferentes ou equipamentos novos de cozinha. Fico pesquisando, lendo, até encontrar a forma ideal de estreá-los. Por conta disso, foi preciso ter o freezer lotado mais uma vez para decidir dar um fim às lindas framboesas congeladas.
Como tinha feito geleia de maracujá pouco tempo antes, fiquei com vontade de fazer uma nova geleia. Escolhi uma receita bem simples, em que o sabor das framboesas tivesse o destaque que merece.
Gente, dá um orgulho ver a geleia* pronta! É tão, tão linda, tão, tão cheirosa, tão, tão gostosa...

Receita livremente adaptada daqui
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O blog velhinho (ou seja, este aqui) será desativado definitivamente em 31/12/2019.
Ingredientes:
400 g de framboesas congeladas
280 g de açúcar
Suco de um limão pequeno
Modo de preparo:
Acomode as framboesas congeladas em uma panela de fundo grosso e despeje por cima o açúcar. Misture delicadamente e deixe descansar por 1 hora para macerar as frutas.
Passada essa etapa, leve a panela ao fogo médio. Mexa um pouco para que as frutas a liberem seu suco e o açúcar se dissolva. Diminua a temperatura, se necessário, e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos, mexendo ocasionalmente. Adicione então o suco de limão e misture bem.
Neste ponto, a geleia* já deve estar começando a tomar forma. É hora de colocar esse bracinho pra trabalhar e mexer de forma suave e constante até que ela alcance a consistência desejada (faça o teste pingando um pouquinho de geleia num pires - se a geleia escorrer lentamente, está no ponto*).
Acomode a geleia* ainda quente em frascos com tampa, esterilizados. Deixe esfriar e conserve em geladeira. Ou siga o passo a passo ensinado pela Akemi para poder manter sua geleia fora da geladeira enquanto ela estiver fechada.
Observações finais:
* O ponto da geleia* de framboesa é diferente do da geleia de maracujá ou de goiaba - é desejável que ela não fique tão firme, pois ganha bastante consistência ao esfriar. De qualquer forma, não se aflija se a sua geleia ficou mais espessa. Você pode colocar em um potinho a porção que vai consumir e aquecer no micro-ondas ou em banho-maria. Se preferir, pode pingar um pouquinho de água quente e misturar bem, que também dá certo.
* A leitora Virgínia Rosa comentou aqui, com muita propriedade, que o que eu fiz não é geleia, mas compota. É isso mesmo: geleias são feitas com suco de fruta e açúcar e têm a aparência de um gel translúcido. Já as compotas são de frutas cozidas inteiras ou em pedaços com algum líquido e açúcar. O resultado final é mais parecido com um purê de frutas. A explicação detalhada está disponível aqui. Como há quem já tenha salvo esta receita como geleia, preferi não mudar o nome dela, apenas acrescentar asteriscos ao longo do post e essa explicação, no final. Mas é COMPOTA de framboesa, hein?
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